DI janeiro 2028 13,495%: trava o miolo ou fica no CDI antes da apuração?
O fim de semana eleitoral costuma trazer uma tentação clássica para quem investe em renda fixa: ou travar tudo “antes que o mercado acorde”, ou congelar o patrimônio na poupança “até o pó baixar”. Na sexta-feira 02/10/2026, última sessão antes do primeiro turno de domingo (04/10), a curva de juros futuros entregou um sinal menos binário e mais útil. O DI janeiro 2028 13,495% recuou 7 pontos-base ante o ajuste de 13,565%, enquanto o DI janeiro 2035 avançou a 14,145% (+3 bp ante 14,112%), segundo o InfoMoney com dados da Reuters.
Em outras palavras: o miolo da curva aliviou com dados fracos no Brasil e nos Estados Unidos, mas a ponta longa seguiu carregando prêmio de cautela política. Para o leitor que não vive o pregão, a pergunta prática não é “quem ganha a eleição”. É outra: com Selic em 13,75% ao ano e CDI perto de 13,65%, faz sentido travar um prefixado alinhado ao DI janeiro 2028 agora, ou preservar liquidez no pós-fixado até a reabertura de segunda-feira (05/10)?
Este artigo traduz o fechamento misto da sexta, compara o custo de travar o miolo versus carregar CDI/Tesouro Selic, e monta um checklist sem alarmismo. Este texto tem caráter educacional e não constitui recomendação de investimento.
O que a curva mostrou na sexta pré-1º turno
Vamos do começo. O DI (Depósito Interfinanceiro) futuro é o contrato que o mercado usa para precificar a trajetória esperada dos juros. Quando a taxa de um vencimento sobe, o mercado está pedindo mais remuneração para emprestar dinheiro até aquela data. Quando cai, o prêmio diminui.
No fechamento de 02/10/2026, o contraste entre vértices ficou explícito:
| Vértice | Taxa 02/10 | Ajuste anterior | Variação |
|---|---|---|---|
| DI janeiro 2028 | 13,495% | 13,565% | -7 bp |
| DI janeiro 2035 | 14,145% | 14,112% | +3 bp |
A sessão começou no território negativo depois que o IBGE informou queda de 0,6% na produção industrial de agosto ante julho e recuo de 1,2% ante agosto de 2025, números abaixo das medianas da pesquisa Reuters (+0,1% no mês e +0,4% no ano). Do lado externo, o payroll dos Estados Unidos mostrou criação de apenas 29 mil vagas em setembro, bem abaixo dos 90 mil projetados, com desemprego em 4,2% (projeção 4,1%). Treasuries cederam cedo e puxaram parte da curva brasileira.
Na sequência, porém, as taxas se recompuseram com o posicionamento antes do primeiro turno. O Datafolha da véspera apontava Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 38% no cenário de primeiro turno (Augusto Cury com 4%). Em eventual segundo turno, 48% a 45%, tecnicamente empatados na margem de dois pontos, mas com vantagem numérica maior para o presidente. No mercado de juros, notícias vistas como menos favoráveis ao candidato preferido por parte da Faria Lima tendem a sustentar a ponta longa. Esse detalhe importa: a queda do DI janeiro 2028 não apagou o prêmio político no longo.
Quem já leu a cobertura da abertura da ponta longa do DI em 01/10 percebe a diferença de ângulo. Na quinta, o verniz longo e o petróleo pesaram. Na sexta, o dado fraco puxou o miolo para baixo e a eleição segurou o longo. São dois dias, dois preços, uma mesma decisão de carteira: prazo e liquidez.
Por que o DI janeiro 2028 13,495% importa mais que o verniz do longo
Para a pessoa física que monta renda fixa com horizonte de dois a três anos, o DI janeiro 2028 costuma ser mais relevante que o DI 2035. Ele ancora mentalmente o “miolo”: Prefixo próximo de 2029, CDBs prefixados de prazo intermediário e a pergunta “quanto o mercado paga para eu abrir mão do CDI até lá?”.
Com o DI janeiro 2028 13,495%, o mercado precifica um juro ainda alto em relação à Selic de 13,75%, mas com alívio de 7 bp em um único pregão. Isso não é sinal verde automático para travar. É um preço. E preço de sexta-feira antes de voto costuma ser revisado na abertura de segunda.
A ponta longa a 14,145% continua dizendo que há incerteza fiscal e política embutida nos prazos distantes. Quem alonga duration (o prazo médio ponderado do título) para “pegar a taxa maior” sem precisar daquele dinheiro assume mais sensibilidade a qualquer reprecificação pós-urna. Quem trava só o miolo reduz esse efeito, mas ainda vive marcação a mercado se vender antes do vencimento.
O Focus divulgado em 28/09 ajuda a enquadrar expectativas: IPCA de 2026 em 4,99%, PIB em 1,86%, Selic terminal do ano em 13,50% e dólar em R$ 5,20. São medianas, não destino. O Copom de novembro (03 e 04/11) e o IPCA oficial de setembro (09/10) ainda podem mover a curva. O intervalo eleitoral é só o próximo catalisador da fila.
Travar o miolo agora: o que a taxa embute
Travar, na prática, significa comprar um prefixado (ou um híbrido) e aceitar a taxa contratada até o vencimento, abrindo mão de acompanhar o CDI se os juros permanecerem altos por mais tempo.
Referências publicadas em 02/10 ajudam a calibrar a conversa sem inventar preço de tela:
- Na carteira de renda fixa da XP para outubro, repercutida pela Suno, aparece uma NTN-F com vencimento em janeiro de 2029 a 13,12% ao ano e um CDB do Paraná Banco a 14,5% ao ano com vencimento em outubro de 2029.
- Na prateleira XP do mesmo dia (InfoMoney Renda Fixa Hoje), CDBs prefixados chegaram a 14,150% ao ano em prazos acima de 12 meses, e pós-fixados a até 102% do CDI em 12 meses.
Esses números não são “a” taxa do seu aplicativo. São âncoras de mercado. A comparação útil é: o miolo DI 28 a 13,495% dialoga com prefixados de prazo semelhante. Um CDB bancário acima disso pode embutir risco de crédito e menos liquidez. Um título público próximo disso embute risco soberano e marcação diária no Tesouro Direto.
Vale lembrar a tabela regressiva do Imposto de Renda sobre o rendimento de CDB e Tesouro: 22,5% até 180 dias, 20% de 181 a 360, 17,5% de 361 a 720 e 15% acima de 720 dias. No horizonte de cerca de dois anos (próximo do DI 2028), a alíquota tende a cair para 17,5% se o prazo corrido passar de 360 dias, e pode chegar a 15% se ultrapassar 720 dias. A taxa bruta estampada nunca é a taxa líquida do bolso.
Quem já debateu comparar trava bancária prefixada com Selic na reserva sabe o dilema: a taxa alta do CDB prefixado só “vence” o pós se você realmente carregar até o vencimento e se o emissor e o FGC (até R$ 250 mil por CPF por instituição) estiverem ok para o seu tamanho de posição.
Ficar no CDI/Selic até a segunda: o custo de oportunidade
A alternativa ao travamento é simples de descrever e difícil de executar com disciplina: manter a parcela tática em pós-fixado (CDB 100% do CDI com liquidez, fundos DI conservadores ou Tesouro Selic) até o mercado reabrir e o preço falar.
Com a Selic em 13,75% após o corte de 0,25 ponto em 16/09, a remuneração do pós continua elevada em termos históricos recentes. A simulação do Research da XP, publicada pelo InfoMoney com Selic estável em 13,75%, ilustra o carrego de R$ 10 mil em um ano:
| Aplicação | Valor em 1 ano |
|---|---|
| Poupança | R$ 10.751,21 |
| Tesouro Selic 2031 (líq. IR e custódia) | R$ 11.113,22 |
| CDB 100% do CDI (líq. IR) | R$ 11.121,37 |
| LCI/LCA 85% do CDI (isenta) | R$ 11.155,30 |
A poupança perde feio no horizonte de um ano. O Tesouro Selic e o CDB 100% CDI ficam praticamente empatados no exemplo, com a vantagem do Tesouro Selic na segurança soberana e a do CDB no FGC dentro do limite. LCI/LCA a 85% do CDI lideram no primeiro ano pela isenção, mas tipicamente trazem carência. No intervalo de um fim de semana eleitoral, carência de meses não resolve o problema de liquidez tática.
O custo de ficar no CDI até segunda não é “perder o DI 13,495% para sempre”. É aceitar que, se a curva fechar com força na abertura e o miolo comprimir, a taxa de travamento pode ficar menos generosa. O custo inverso também existe: se a ponta e o miolo abrirem com a leitura fiscal do resultado, quem travou cedo dorme melhor e quem ficou líquido pode remarcar a oportunidade a um preço pior ou melhor, dependendo do sinal.
Por isso o pós-fixado funciona como colchão de decisão, não como destino eterno. A quadro pós, IPCA+ ou pré na reta eleitoral já discutiu a lógica de separar buckets. Aqui o refinamos para o preço de sexta: miolo mais barato (menos taxa) que na véspera, longo ainda tenso.
O que isso significa para o seu dinheiro
Três buckets ajudam a transformar o fechamento em ação sem misturar objetivos.
1) Reserva e dinheiro de uso em até 12 meses
Permanece em CDI com liquidez ou Tesouro Selic. Não é lugar para prefixado de miolo nem para IPCA+ longo. A volatilidade política de um domingo de urna não deve decidir a conta de condomínio de novembro. Se a tentação for “voltar à poupança”, a tabela da XP acima mostra o preço dessa decisão no horizonte de um ano.
2) Miolo (cerca de 2 a 3 anos)
É o território do DI janeiro 2028 13,495% e dos prefixados próximos. Aqui a pergunta é de convicção de prazo, não de manchete. Se você já tinha plano de travar parte da carteira nesse horizonte e a taxa ainda dialoga com o que aceitava na semana, o alívio de 7 bp no DI 28 é um dado, não um ultimato. Se o plano era esperar a segunda-feira, o pós carrega bem o intervalo.
Quem acompanha o Prefixo 2029 desde setembro lembra o debate de quando o Prefixo 2029 ainda pagava travar. Taxas mudam; o método permanece: prazo, IR, liquidez e tamanho da fatia.
3) Trava longa / proteção real (IPCA+)
A ponta longa a 14,145% no DI 2035 e os IPCA+ elevados da prateleira (até IPCA+7,900% em CDB híbrido na XP de 02/10; NTN-B ago/2032 a IPCA+7,06% na carteira XP de outubro) continuam atrativos para quem tem horizonte longo e estômago para marcação. Não são o instrumento certo para “apostar” no resultado de domingo. São o instrumento certo para quem já tinha tese de juro real e só decide o tamanho da fatia.
O olhar da Meelion: misturar os três buckets no mesmo clique do aplicativo é o erro mais caro do fim de semana. Separe a reserva, o miolo e a trava longa antes de olhar a taxa estampada.
Câmbio e exterior: o pano de fundo, não o gatilho único
A PTAX de venda de 02/10 fechou a R$ 5,2238 (+0,31% ante R$ 5,2079 de 01/10), com compra a R$ 5,2232, segundo o boletim PTAX do Banco Central. O dólar à vista terminou perto de R$ 5,2173 (-0,13% no dia) e acumulou alta semanal na casa de 0,65%, em sessão também marcada pelo payroll fraco. Às 16h35, o Treasury de dez anos operava a 5,281% (+5 bp).
Esse combo (câmbio firme na PTAX, Treasuries voláteis, curva local mista) reforça por que a ponta longa não colapsou junto com o miolo. Há canal externo e canal político ao mesmo tempo. Para a decisão de sábado, o câmbio importa menos como previsão de dólar e mais como lembrete: o prêmio de risco brasileiro não zerou porque o DI 28 caiu 7 bp.
O impacto do payroll fraco na carteira de renda fixa já foi detalhado no slot de 02/10. Aqui ele entra só como um dos motores da queda inicial das taxas curtas, não como tese isolada.
Erros comuns no fim de semana eleitoral
- Transformar a urna em ordem de corretora. O resultado importa para o preço de segunda. Raramente justifica liquidar a reserva ou alongar 100% da carteira no sábado.
- Olhar só o DI mais alto. 14,145% no DI 2035 parece “melhor” que 13,495% no DI 2028. Duration e objetivo explicam a diferença.
- Ignorar IR e FGC. CDB prefixado 14,15% bruto não é 14,15% líquido. Acima de R$ 250 mil por instituição, o excedente do FGC muda o risco.
- Comprar carência no dinheiro de emergência. LCI/LCA podem vencer o CDB no primeiro ano a 85% do CDI na simulação XP, mas não resolvem o colchão de sete dias.
- Vender IPCA+ no pânico de sexta. Quem comprou juro real para anos não deveria usar a véspera de urna como stop emocional sem plano prévio.
- Esquecer o calendário pós-eleição. IPCA de setembro em 09/10 e Copom em 03-04/11 continuam na frente. O primeiro turno é um nó, não o fim do mapa.
Checklist antes da reabertura de segunda
Use como roteiro curto, não como ritual supersticioso:
- Separe por escrito quanto é reserva (≤12 meses), quanto é miolo (2-3 anos) e quanto é trava longa.
- Anote a taxa mínima que você aceitaria no miolo prefixado líquido de IR. Se o DI janeiro 2028 13,495% (e as ofertas equivalentes no seu app) estiver abaixo desse piso, não force a compra só porque “caiu 7 bp”.
- Confira emissores e concentração no FGC antes de empilhar CDB prefixado.
- Mantenha pelo menos a reserva fora de marcação volatilizada e fora de carência.
- Na segunda, compare o ajuste do DI 28 e do DI 35 com o fechamento de sexta antes de rebalancear. O gap entre o que você planejou e o que a tela mostra é o dado; a manchete eleitoral é o ruído.
- Se for comparar produtos bancários e públicos, use uma ferramenta que mostre líquido e prazo. A Meelion reúne opções de CDB e outros títulos de renda fixa para simular cenários sem misturar bruto com líquido.
Como ler o DI janeiro 2028 13,495% sem confundir com Selic
Uma dúvida frequente: se a Selic está em 13,75%, por que o DI janeiro 2028 a 13,495% parece “mais baixo”? Porque são coisas diferentes. A Selic é a meta do Copom para o juro básico de política monetária. O DI futuro embute a trajetória esperada dos juros até o vencimento do contrato, com prêmios de risco, liquidez e expectativa de cortes ou pausas.
Na prática, um DI de miolo abaixo da Selic vigente pode sinalizar que o mercado ainda precifica algum afrouxamento à frente, ou simplesmente refletir o ajuste do dia. No Focus de 28/09, a mediana para a Selic no fim de 2026 ficou em 13,50%. O Copom de novembro (03 e 04/11) é o próximo ponto formal dessa história. O primeiro turno de 04/10 entra como catalisador de prêmio, não como substituto do Copom.
Para o investidor, a tradução é direta. Não compare o DI 13,495% com a Selic 13,75% como se fossem a mesma prateleira do aplicativo. Compare o prefixado que você consegue comprar (líquido de IR, com o prazo real) com o carrego do CDI no mesmo horizonte. A Meelion ajuda a organizar essa comparação entre produtos bancários quando a taxa bruta da tela atrapalha mais do que esclarece.
Outro ponto de atenção: ofertas de CDB prefixado a 14,150% na XP de 02/10 ou a 14,5% na carteira XP de outubro (Paraná Banco, out/2029) não invalidam o DI. Elas mostram o spread de crédito e a estrutura do produto. Título público e DI conversam entre si. CDB conversa com FGC, emissor e liquidez. Misturar os dois sem essa camada é o atalho que gera arrependimento na marcação ou no resgate.
FAQ: DI janeiro 2028 13,495% e a carteira no intervalo eleitoral
O DI janeiro 2028 a 13,495% é “bom” para travar?
É um preço de mercado de 02/10, 7 bp abaixo do ajuste anterior. “Bom” depende do seu piso de taxa líquida, do prazo em que você realmente não precisará do dinheiro e da alternativa em CDI. Sem esses três, o número sozinho não decide.
Por que o DI longo subiu se o curto caiu?
Porque os motores foram diferentes. Dados fracos e Treasuries mais baixos cedo pressionaram o curto. Cautela eleitoral e leitura fiscal sustentaram o longo. Curvas mistas são comuns em vésperas de evento político.
Devo esperar a segunda-feira para qualquer movimento?
Para a reserva, não há urgência de mudar no sábado. Para o miolo, esperar a abertura só faz sentido se o seu plano já previa observar o preço pós-urna. Se o plano já era travar e a taxa ainda respeita o piso, o fim de semana em si não é razão para cancelar.
Prefixado ou IPCA+ no miolo?
Prefixado conversa com a tese de que a taxa nominal contratada basta. IPCA+ conversa com proteção do juro real. No intervalo eleitoral, ambos sofrem marcação; a escolha continua sendo de objetivo, não de manchete.
A Selic a 13,75% ainda paga ficar no pós?
Na simulação XP com Selic estável, CDB 100% CDI e Tesouro Selic entregam cerca de R$ 11,12 mil a partir de R$ 10 mil em um ano, líquidos de IR no exemplo. O Focus ainda vê Selic em 13,50% no fim de 2026. O pós paga o tempo de decisão; não substitui uma trava que você já tinha planejado com convicção.
O que monitorar além da urna?
IPCA oficial de setembro (09/10), comportamento da PTAX e do DI na segunda, e o Copom de novembro. O Focus de 28/09 já mostrou IPCA de 2026 em 4,99% e PIB em 1,86%. Surpresas nesses fronts movem a curva tanto quanto o mapa eleitoral.
Conclusão
O fechamento de 02/10 deixou um mapa legível: DI janeiro 2028 13,495% com alívio no miolo, DI janeiro 2035 a 14,145% com tensão no longo, Selic em 13,75% e CDI ainda alto o bastante para financiar a paciência. No sábado entre o voto e a apuração, a decisão sofisticada não é “all-in no prefixado” nem “tudo na poupança”. É separar reserva, miolo e trava longa, respeitar IR e liquidez, e deixar a segunda-feira confirmar o preço.
Investir com mais consciência, neste fim de semana, é aceitar que a curva falou em dois tons. O seu trabalho é escolher qual tom cabe em cada fatia do patrimônio.
Glossário
- DI (Depósito Interfinanceiro) futuro: contrato que precifica a taxa de juros esperada até uma data; referência da curva de juros brasileira.
- Selic: taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Copom.
- CDI: taxa de referência dos investimentos em renda fixa, próxima à Selic.
- Prefixado: título que paga taxa nominal definida na compra, sem correção por CDI ou IPCA.
- Pós-fixado: título ou aplicação que rende um percentual do CDI ou da Selic.
- Duration: prazo médio ponderado de um título; quanto maior, mais sensível a mudanças de juros.
- PTAX: taxa de câmbio oficial de referência calculada pelo Banco Central.
- FGC: Fundo Garantidor de Créditos, que protege até R$ 250 mil por CPF por instituição em produtos elegíveis.
- Marcação a mercado: atualização do preço do título antes do vencimento conforme as taxas vigentes.
- Focus: relatório semanal do Banco Central com medianas de projeções de mercado para IPCA, Selic, PIB e câmbio.
Fontes Consultadas
- InfoMoney / Reuters , Taxas curtas fecham em baixa e longas sobem (02/10/2026) , https://www.infomoney.com.br/mercados/taxas-curtas-fecham-em-baixa-e-longas-sobem-em-sessao-antes-do-primeiro-turno/
- InfoMoney , Renda Fixa Hoje XP (02/10/2026) , https://www.infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa-hoje-02102026/
- InfoMoney / XP Research , Selic 13,75%: quanto R$ 10 mil rendem , https://www.infomoney.com.br/onde-investir/selic-cai-a-1375-quanto-r-10-mil-rendem-em-cdb-tesouro-e-lci/
- Banco Central , PTAX (02/10/2026) , https://ptax.bcb.gov.br/ptax_internet/consultarUltimaCotacaoDolar.do
- Banco Central , Taxa Selic , https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/taxaselic
- Suno , Carteira XP renda fixa outubro (02/10/2026) , https://www.suno.com.br/noticias/renda-fixa-analistas-carteira-outubro-mt/
- Folha , Focus eleva IPCA e reduz PIB (28/09/2026) , https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/09/economistas-aumentam-previsao-da-inflacao-e-reduzem-a-do-pib-neste-ano.shtml

Dan Printes é fundador da Meelion e empreendedor na área de tecnologia. Atua com inteligência artificial, produtos digitais e investimentos, com especial interesse em renda fixa e na aplicação de tecnologia para tornar decisões financeiras mais simples e inteligentes. Neste espaço, compartilha insights sobre investimentos, economia, renda fixa e outros temas relacionados ao mercado financeiro.














