Taxa SELIC
Taxa básica de juros da economia brasileira
Taxa Atual
Atualizada em 27/02/2026
A Taxa SELIC é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela influencia todas as taxas de juros do país, como as taxas de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras. Acompanhar a SELIC é fundamental para entender o cenário econômico e tomar decisões de investimento mais assertivas.
Projeção Futura
Histórico
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Evolução da SELIC
Acompanhe a evolução histórica da Taxa SELIC ao longo dos anos
SELIC Futura - Projeção Focus BCB
| Ano | Valor Projetado |
|---|---|
| 2026 | 12.13% |
| 2027 | 10.50% |
| 2028 | 10.00% |
| 2029 | 9.50% |
| 2030 | 9.50% |
Histórico da SELIC
| Ano | Valor |
|---|---|
| 2024 | 10.88% |
| 2023 | 13.04% |
| 2022 | 12.39% |
| 2021 | 4.42% |
| 2020 | 2.76% |
| 2019 | 5.96% |
| 2018 | 6.43% |
| 2017 | 9.94% |
| 2016 | 14.02% |
| 2015 | 13.27% |
| 2014 | 10.90% |
| 2013 | 8.22% |
| 2012 | 8.49% |
Perguntas Frequentes - Taxa SELIC
Tire suas dúvidas sobre a principal taxa de juros do Brasil
A Taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela é o principal instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação.
A Taxa SELIC é definida nas reuniões do Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central, que ocorrem a cada 45 dias. O COPOM avalia o cenário econômico e decide se mantém, eleva ou reduz a taxa SELIC, com o objetivo de cumprir a meta de inflação.
A Taxa SELIC afeta diretamente as taxas de juros cobradas em empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras. Quando a SELIC sobe, o crédito fica mais caro, o que pode desestimular o consumo e os investimentos, ajudando a controlar a inflação. Quando a SELIC cai, o crédito fica mais barato, o que pode estimular a economia.
A Taxa SELIC influencia a rentabilidade de diversos investimentos, principalmente os de renda fixa. Quando a SELIC está alta, investimentos atrelados a ela, como o Tesouro SELIC e CDBs, tendem a oferecer retornos mais altos. Quando a SELIC cai, esses investimentos podem ter uma rentabilidade menor.
O Banco Central utiliza a Taxa SELIC como principal ferramenta para controlar a inflação. Se a inflação estiver acima da meta, o BC pode elevar a SELIC para conter o consumo e os preços. Se a inflação estiver sob controle, o BC pode reduzir a SELIC para estimular a economia.
O Banco Central define uma meta para a taxa SELIC, com o objetivo de controlar a inflação. A meta é definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central atua para que a taxa SELIC efetiva (a taxa média praticada no mercado) fique próxima dessa meta.
É possível investir em títulos públicos atrelados à Taxa SELIC, como o Tesouro SELIC, ou em CDBs e LCIs/LCAs que pagam um percentual do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que acompanha de perto a SELIC. Esses investimentos são considerados seguros e podem ser uma boa opção para quem busca liquidez e segurança.
A Taxa SELIC é a taxa básica de juros da economia, definida pelo Banco Central. A Taxa CDI é uma taxa utilizada nas operações interbancárias, que acompanha de perto a SELIC. A maioria dos investimentos de renda fixa utiliza o CDI como referência para a rentabilidade.
A Taxa SELIC influencia as taxas de juros dos financiamentos imobiliários. Quando a SELIC sobe, os financiamentos ficam mais caros, o que pode desaquecer o mercado imobiliário. Quando a SELIC cai, os financiamentos ficam mais acessíveis, o que pode estimular a compra e venda de imóveis.
Detalhes sobre a evolução da Taxa SELIC
- A Taxa SELIC é um dos principais instrumentos de política monetária do Brasil, utilizada pelo Banco Central para controlar a inflação.
- A evolução da Taxa SELIC reflete as decisões do COPOM (Comitê de Política Monetária) em suas reuniões periódicas.
- Acompanhar a Taxa SELIC é fundamental para investidores e para a compreensão do cenário econômico brasileiro.