CRA OPEA SECURITIZADORA S/A CDI + 2,25%
CRA
ISENTO

Vencimento em 18/05/2030
CDI + 2.65%
Gross UP
13,42%
Bruto a.a.
13,42%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Boa
Segurança
Reduzida

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R$
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Rendimento bruto
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Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Este CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) emitido pela OPEA SECURITIZADORA S/A oferece uma rentabilidade atrativa de CDI + 2,25%, com uma taxa nominal de 13,424068266027% ao ano. A maturidade em 2030-05-18 confere um horizonte de médio a longo prazo. A classificação de 'Boa' rentabilidade, com 15,24% acima do benchmark e barra de 80%, indica um desempenho superior esperado. O perfil de investidor ideal é aquele que busca retornos expressivos em ativos de renda fixa, com tolerância a riscos moderados, dada a classificação de segurança 'Reduzida' e ausência de FGC. O CRA, por sua natureza, é isento de Imposto de Renda para pessoa física, potencializando ainda mais o retorno líquido.

CDI + | Taxa CDI + 2.25% | Taxa c/ GrossUp CDI + 2.65%
Investimento Mínimo R$ 1.019,37
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 18/05/2030 (50 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Banco Inter

CDI + 2.25%
Ganho Total % 69,26% info
Taxa Líquida Anual 13,42% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,27% info
vs. CDI +15,24% info
vs. Poupança +25,50% info

Análise do Emissor

Opea Securitizadora S.A.

CNPJ: 32.007.330/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A OPEA SECURITIZADORA S/A é uma instituição financeira com foco na estruturação e emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs). Atua no mercado de capitais, conectando investidores a oportunidades de financiamento no setor imobiliário e do agronegócio. Sua missão é impulsionar o desenvolvimento desses setores, oferecendo soluções de investimento inovadoras e seguras. A OPEA possui um histórico de atuação relevante, com foco na qualidade dos ativos e na gestão de riscos, buscando sempre a solidez e a confiança dos investidores. A empresa demonstra potencial de crescimento ao se manter em constante evolução e adaptação às demandas do mercado, buscando oportunidades para expandir sua atuação e oferecer cada vez mais opções de investimento.

Análise de Risco

A OPEA SECURITIZADORA S/A, como emissora deste CRI, apresenta riscos que devem ser considerados. A ausência de cobertura pelo FGC aumenta a necessidade de uma análise criteriosa da saúde financeira da empresa. A avaliação da dívida em relação ao EBITDA e ao Patrimônio Líquido (PL) é crucial para entender o nível de alavancagem da empresa. A análise da margem EBITDA ajuda a avaliar a capacidade da OPEA de gerar lucro operacional. A geração de caixa deve ser monitorada para garantir a capacidade de honrar os compromissos financeiros. A concentração de crédito em determinados setores ou devedores pode aumentar o risco. A exposição a setores cíclicos pode impactar negativamente a capacidade de pagamento em períodos de crise. A dependência de captações no mercado interbancário pode indicar maior vulnerabilidade. A ausência de rating de crédito público aumenta o risco, pois a avaliação de crédito é interna. A segurança é classificada como reduzida.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito associado ao emissor OPEA SECURITIZADORA S/A. Ausência de cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Risco de mercado (variação do IPCA). Segurança classificada como reduzida. Necessidade de análise da saúde financeira da OPEA.

Pontos Fortes

  • Potencial de rentabilidade acima da média do mercado. Indexação ao IPCA, protegendo contra a inflação. Emissor com foco em setores estratégicos (imobiliário e agronegócio). Distribuição por um banco reconhecido (Banco Inter).

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) é um título de renda fixa lastreado em direitos creditórios originados de negócios do setor agropecuário. A OPEA SECURITIZADORA S/A atua como a instituição financeira responsável pela estruturação e emissão desses CRAs. Ela coleta os recebíveis do agronegócio (como vendas de grãos, insumos, etc.), os agrupa em um 'fundo' e emite os CRAs para que investidores possam adquirir esses títulos, recebendo em troca os fluxos de pagamento futuros desses recebíveis. A Opea, neste contexto, é a intermediária que viabiliza o investimento e a captação de recursos para o setor.

Este CRA oferece uma rentabilidade de CDI + 2,25% ao ano, com uma taxa nominal de 13,424068266027%. O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é a taxa de referência para a maioria dos investimentos em renda fixa atrelados à taxa básica de juros. Ao oferecer um prêmio de 2,25% acima do CDI, este investimento busca proporcionar um retorno superior ao que seria obtido em um CDB ou outro título atrelado diretamente ao CDI. A rentabilidade 'Boa' de 15,24% acima do benchmark reforça essa proposta de valor, indicando que a expectativa de retorno é significativamente maior do que a média do mercado de títulos similares.

A classificação de 'Segurança Reduzida' indica que o risco associado a este investimento é considerado mais elevado em comparação com outros produtos de renda fixa. A ausência de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é um fator crucial nessa avaliação. O FGC protege investidores em caso de quebra de instituições financeiras até um certo limite. Sem essa proteção, o investidor assume integralmente o risco de crédito do emissor (OPEA SECURITIZADORA S/A) e a qualidade dos recebíveis que lastreiam o título. Portanto, a análise da solidez financeira da Opea e dos ativos subjacentes torna-se fundamental.

O vencimento deste CRA está agendado para 18 de maio de 2030. Isso significa que o investidor manterá o capital aplicado e receberá os juros calculados até essa data, quando o valor principal será devolvido. Um vencimento em 2030 classifica este investimento como de médio a longo prazo. Para o investidor, isso implica em um compromisso de capital por um período considerável. Investidores que necessitam de liquidez no curto ou médio prazo podem não se adequar a este produto. Por outro lado, prazos mais longos geralmente oferecem taxas de retorno mais elevadas para compensar o tempo de imobilização do capital.

Este CRA está sendo distribuído pelo Banco Inter. Geralmente, para investir em CRAs e outros títulos de renda fixa, é necessário possuir conta em uma corretora de valores ou banco de investimento que tenha o produto em sua plataforma de investimentos. O Banco Inter, como distribuidor, disponibiliza este CRA em sua plataforma digital. O investidor deve acessar o aplicativo ou site do Banco Inter, navegar até a seção de investimentos, procurar por CRAs ou renda fixa, e verificar a disponibilidade deste título específico. É importante estar com o cadastro de investidor atualizado.

O risco de crédito do emissor, a OPEA SECURITIZADORA S/A, está intrinsecamente ligado à sua capacidade de honrar os pagamentos devidos aos detentores dos CRAs. Dada a classificação de 'Segurança Reduzida', é prudente considerar que a empresa pode apresentar um perfil de alavancagem mais elevado, menor liquidez ou uma dependência maior de fluxos de caixa específicos. A análise da qualidade dos recebíveis que compõem o lastro do CRA é crucial, pois qualquer inadimplência ou atraso nesses recebíveis impactará diretamente a capacidade da Opea de pagar os investidores. A ausência de FGC agrava este risco, pois não há garantia externa em caso de default.

A rentabilidade deste CRA é atrelada ao CDI, que acompanha de perto a taxa Selic. Em um cenário de Selic alta, a taxa CDI tende a subir, elevando o retorno absoluto do CRA. Por exemplo, se a Selic e o CDI aumentarem, o CDI + 2,25% se tornará um valor nominal maior. Por outro lado, em um cenário de Selic baixa, o retorno nominal do CRA diminuirá. No entanto, o diferencial de 2,25% sobre o CDI permanece constante, o que significa que o CRA continuará a oferecer um prêmio em relação ao benchmark, mesmo que o valor absoluto seja menor. A atratividade relativa do CRA pode aumentar em cenários de Selic baixa, pois o prêmio se torna mais expressivo em termos percentuais sobre um CDI mais baixo.

A inclusão deste CRA em uma carteira de investimentos pode trazer um potencial de aumento de rentabilidade, especialmente em comparação com ativos mais conservadores. A taxa de 13,42% ao ano, superior ao CDI, e o prêmio de 2,25% buscam entregar um retorno expressivo. Contudo, é fundamental ponderar o risco classificado como 'Reduzido' e a ausência de FGC. Para investidores com alta tolerância ao risco, este CRA pode ser um componente interessante para diversificar e buscar retornos maiores. Para perfis mais conservadores, a alocação deve ser cautelosa, possivelmente em menor proporção, para não comprometer a segurança geral do portfólio. A análise de crédito do emissor e dos ativos subjacentes é vital para mitigar o risco.

A inflação afeta o retorno real deste CRA de duas maneiras. Primeiramente, a taxa de juros (CDI) tende a subir em períodos de alta inflação, o que, como mencionado, aumentaria o retorno nominal do CRA. Em teoria, o CDI e outros indexadores buscam acompanhar a inflação, protegendo o poder de compra. No entanto, se a inflação superar o aumento do CDI, o retorno real (rentabilidade nominal descontada a inflação) do investimento será corroído. Por outro lado, o setor do agronegócio, que lastreia o CRA, pode ter preços de seus produtos que acompanham a inflação, o que ajudaria a manter a saúde financeira dos devedores e, consequentemente, a capacidade de pagamento da Opea. Uma inflação persistentemente alta sem o correspondente aumento do CDI pode resultar em um retorno real negativo.