CRI COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO CDI + 1,05%
CRI
ISENTO

Vencimento em 25/10/2029
CDI + 1.24%
Gross UP
12,36%
Bruto a.a.
12,36%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Equilibrada

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R$
Mínimo: R$ 1.066,46
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Resgatar em
43 meses
Rendimento bruto
R$ 1.626,79
Rendimento líquido
R$ 1.626,79

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Este CRI da COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO oferece uma rentabilidade atrativa de CDI + 1,05%, com uma taxa anual de 12.364509252275%, posicionando-se como uma opção de rentabilidade Equilibrada (barra 66%). Seu vencimento em 25/10/2029 confere um horizonte de médio a longo prazo, ideal para investidores que buscam diversificar sua carteira com previsibilidade de retorno. O investimento é distribuído pelo Banco Inter, agregando conveniência e acesso. A natureza do CRI o torna uma alternativa interessante para quem busca performance acima do CDI puro, com um perfil de risco moderado.

CDI + | Taxa CDI + 1.05% | Taxa c/ GrossUp CDI + 1.24%
Investimento Mínimo R$ 1.066,46
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 25/10/2029 (43 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Banco Inter

CDI + 1.05%
Ganho Total % 52,54% info
Taxa Líquida Anual 12,36% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,14% info
vs. CDI +8,84% info
vs. Poupança +17,94% info

Análise do Emissor

COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO

CNPJ: 06.159.550/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO (CPS) é uma securitizadora com atuação no mercado financeiro, especializada na originação, estruturação e emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs). Sua missão é facilitar o acesso ao crédito, conectando investidores a oportunidades de financiamento em setores estratégicos da economia. A CPS possui um histórico consolidado, com expertise na análise de risco de crédito e gestão de carteiras de recebíveis. Seu potencial reside na capacidade de inovar em produtos financeiros e na busca por rentabilidade, aliada à solidez e ao compromisso com a segurança dos investimentos.

Análise de Risco

1. **Classificação**: Risco Médio. A classificação "Equilibrada" de segurança indica um perfil de risco moderado, com potencial de retorno atrativo, mas com exposição a fatores de mercado e de crédito.
2. --Métricas Chave--: Para securitizadoras, a análise foca na qualidade dos ativos subjacentes (recebíveis), na capacidade de pagamento dos devedores e na estrutura de garantias. Indicadores como índice de cobertura dos recebíveis, taxa de inadimplência dos recebíveis e a qualidade das garantias (ex: alienação fiduciária) são cruciais.
3. --Contexto Setorial--: O setor de securitização pode ser impactado por mudanças regulatórias, oscilações nos mercados imobiliário e do agronegócio e pela saúde financeira dos tomadores de crédito. A diversificação dos recebíveis e a qualidade dos devedores são fatores de mitigação.
4. --Garantias--: A ausência de FGC é compensada pela análise criteriosa dos recebíveis e pelas garantias específicas dos contratos. É fundamental avaliar a solidez dos devedores e a robustez das garantias reais (ex: hipotecas, alienação fiduciária) que lastreiam os recebíveis.
5. --Cenário Macro--: A Selic atual influencia a atratividade do CRI, mas a taxa CDI + 1,00% oferece proteção. O cenário econômico, com inflação e crescimento, impacta o desempenho dos recebíveis. Uma análise cuidadosa dos riscos setoriais e da capacidade de pagamento dos devedores é crucial.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito: Análise cuidadosa da capacidade de pagamento dos devedores. Ausência de FGC: Necessidade de avaliar a qualidade dos ativos e garantias. Sensibilidade à Selic: Variações na taxa básica de juros podem impactar a rentabilidade. Risco de mercado: Impacto de fatores macroeconômicos no desempenho dos recebíveis. Risco setorial: Exposição aos setores imobiliário e do agronegócio.

Pontos Fortes

  • Rentabilidade atrativa: CDI + 1,00%, superando o benchmark. Diversificação: Ativo lastreado em recebíveis, reduzindo a correlação com outros ativos. Previsibilidade: Fluxo de caixa atrelado ao CDI, com vencimento definido. Distribuição: Banco Inter, facilitando o acesso e a gestão do investimento. Potencial de valorização: O emissor possui expertise e histórico no mercado.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título de renda fixa lastreado em fluxos de pagamentos de créditos imobiliários. Ao investir neste CRI da COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO, você está essencialmente comprando uma fração desses recebíveis. A COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO atua como a estruturadora e emissora, reunindo esses créditos para formar um pool que servirá de lastro para o título. Os pagamentos de juros e principal que você receberá advêm dos pagamentos realizados pelos devedores originais dos créditos imobiliários que compõem a carteira do CRI. O Banco Inter é o distribuidor, responsável por disponibilizar o investimento aos investidores.

A data de vencimento deste CRI emitido pela COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO é 25 de outubro de 2029. Ao final deste prazo, você receberá o valor principal investido de volta, acrescido dos rendimentos acumulados de acordo com o indexador e a taxa acordada. É importante notar que, como se trata de um CRI, o retorno final dependerá do desempenho do indexador CDI mais o spread de 1,05% durante todo o período de investimento. O valor exato a ser recebido na data de vencimento será o principal investido mais os juros compostos calculados sobre esse principal, com base na taxa de retorno total do investimento.

O indexador CDI + 1,05% significa que a rentabilidade do seu investimento será atrelada à taxa DI (Depósito Interbancário), que acompanha de perto a taxa Selic, mais um adicional de 1,05% ao ano. Essa combinação visa oferecer um retorno superior ao CDI puro. A taxa anual estimada para este CRI, com base nos dados fornecidos, é de aproximadamente 12.364509252275%. Isso significa que, se o CDI se mantiver estável e a taxa de 1,05% for adicionada a ele, seu investimento poderá render esse percentual ao ano, tornando-o uma opção atrativa em cenários de juros elevados.

A rentabilidade deste CRI, com o indexador CDI + 1,05%, é projetada para ser superior ao CDI puro. Se o CDI, por exemplo, render 11,31% ao ano, este CRI renderá aproximadamente 12,36% ao ano (11,31% + 1,05%). Essa diferença de 1,05% é o spread que a COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO oferece como um atrativo adicional. Em comparação com outras opções de renda fixa, como CDBs ou Tesouro Selic, este CRI pode apresentar um potencial de retorno mais elevado, especialmente em cenários de juros mais altos, mas é fundamental considerar o perfil de risco associado a ele, que difere de investimentos com garantia do FGC.

A segurança deste investimento é classificada como 'Equilibrada', com uma barra de 66%. É crucial entender que CRIs não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que significa que o principal investido e os rendimentos não são garantidos pelo governo em caso de inadimplência do emissor ou dos ativos subjacentes. A segurança primária reside na qualidade dos recebíveis imobiliários que lastreiam o CRI. A COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO, como emissora, é responsável pela estrutura e gestão desses ativos. A análise de crédito do emissor e a diversificação dos créditos lastreadores são fundamentais para avaliar o risco.

Este CRI emitido pela COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO está disponível para investimento através do Banco Inter. O Banco Inter atua como distribuidor deste produto, o que significa que você pode acessá-lo por meio da plataforma de investimentos do Banco Inter, seja pelo aplicativo ou pelo site. É recomendável verificar a disponibilidade e as condições específicas de investimento diretamente com o Banco Inter, pois o acesso a determinados produtos de renda fixa pode variar de acordo com o perfil do investidor e as políticas da instituição financeira.

Uma alta na taxa Selic tem um impacto geralmente positivo na rentabilidade deste CRI. Como o indexador principal é o CDI, que acompanha de perto a Selic, um aumento na taxa básica de juros tende a elevar a taxa DI. Consequentemente, a rentabilidade do seu CRI, que é CDI + 1,05%, também aumentará. Por exemplo, se a Selic sobe e o CDI acompanha essa alta, o valor absoluto do seu rendimento anual se tornará maior. Isso faz com que investimentos indexados ao CDI sejam considerados mais resilientes em ambientes de juros em ascensão, protegendo o poder de compra do investidor.

Em um cenário de queda na taxa Selic, o rendimento deste CRI também tenderá a diminuir em termos absolutos. Isso ocorre porque o CDI, que é o principal componente da rentabilidade, acompanhará a queda da Selic. No entanto, o spread de 1,05% permanecerá fixo, o que significa que o CRI continuará a oferecer uma rentabilidade superior ao CDI puro. A vantagem é que, mesmo com a taxa Selic em queda, o CRI ainda proporcionará um retorno adicional em relação ao benchmark. Investidores que buscam previsibilidade em um cenário de juros em queda podem encontrar atratividade na estabilidade do spread.

A análise de crédito da COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO para este CRI é fundamental, pois não há FGC. A empresa atua no mercado de securitização, o que exige uma avaliação criteriosa da qualidade dos ativos imobiliários que lastreiam o CRI. Indicadores como o índice de inadimplência dos recebíveis, o LTV (Loan-to-Value) dos imóveis associados, a diversificação da carteira e a solidez financeira da própria COMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO são cruciais. O risco de crédito está ligado à capacidade do emissor de honrar seus compromissos, que, neste caso, depende do fluxo de pagamentos dos devedores originais dos créditos imobiliários. A classificação 'Equilibrada' sugere um risco moderado, mas que demanda atenção e pesquisa por parte do investidor.