CRI OPEA SECURITIZADORA S/A CDI + 2,15%
CRI
ISENTO

Vencimento em 17/09/2028
CDI + 2.53%
Gross UP
14,05%
Bruto a.a.
14,05%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Equilibrada

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R$
Mínimo: R$ 893,72
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30 meses
Rendimento bruto
R$ 1.244,50
Rendimento líquido
R$ 1.244,50

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Este CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) emitido pela Opea Securitizadora S/A oferece uma rentabilidade atrativa de CDI + 2,15%, com um vencimento em 17 de setembro de 2028. A classificação de rentabilidade como 'Equilibrada' (barra 66%) sugere um potencial de retorno superior ao benchmark CDI, tornando-o interessante para investidores que buscam ganhos consistentes. A distribuição pelo Banco Inter adiciona credibilidade e acessibilidade. Ideal para perfis que toleram um risco moderado em busca de retornos acima da média, com foco na previsibilidade do indexador CDI.

CDI + | Taxa CDI + 2.15% | Taxa c/ GrossUp CDI + 2.53%
Investimento Mínimo R$ 893,72
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 17/09/2028 (30 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Banco Inter

CDI + 2.15%
Ganho Total % 39,25% info
Taxa Líquida Anual 14,05% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,23% info
vs. CDI +9,12% info
vs. Poupança +16,37% info

Análise do Emissor

Opea Securitizadora S.A.

CNPJ: 32.007.330/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A OPEA SECURITIZADORA S/A é uma instituição financeira com foco na estruturação e emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs). Atua no mercado de capitais, conectando investidores a oportunidades de financiamento no setor imobiliário e do agronegócio. Sua missão é impulsionar o desenvolvimento desses setores, oferecendo soluções de investimento inovadoras e seguras. A OPEA possui um histórico de atuação relevante, com foco na qualidade dos ativos e na gestão de riscos, buscando sempre a solidez e a confiança dos investidores. A empresa demonstra potencial de crescimento ao se manter em constante evolução e adaptação às demandas do mercado, buscando oportunidades para expandir sua atuação e oferecer cada vez mais opções de investimento.

Análise de Risco

A OPEA SECURITIZADORA S/A, como emissora deste CRI, apresenta riscos que devem ser considerados. A ausência de cobertura pelo FGC aumenta a necessidade de uma análise criteriosa da saúde financeira da empresa. A avaliação da dívida em relação ao EBITDA e ao Patrimônio Líquido (PL) é crucial para entender o nível de alavancagem da empresa. A análise da margem EBITDA ajuda a avaliar a capacidade da OPEA de gerar lucro operacional. A geração de caixa deve ser monitorada para garantir a capacidade de honrar os compromissos financeiros. A concentração de crédito em determinados setores ou devedores pode aumentar o risco. A exposição a setores cíclicos pode impactar negativamente a capacidade de pagamento em períodos de crise. A dependência de captações no mercado interbancário pode indicar maior vulnerabilidade. A ausência de rating de crédito público aumenta o risco, pois a avaliação de crédito é interna. A segurança é classificada como reduzida.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito associado ao emissor OPEA SECURITIZADORA S/A. Ausência de cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Risco de mercado (variação do IPCA). Segurança classificada como reduzida. Necessidade de análise da saúde financeira da OPEA.

Pontos Fortes

  • Potencial de rentabilidade acima da média do mercado. Indexação ao IPCA, protegendo contra a inflação. Emissor com foco em setores estratégicos (imobiliário e agronegócio). Distribuição por um banco reconhecido (Banco Inter).

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) é um título de renda fixa lastreado em fluxos de pagamentos de créditos imobiliários. Neste caso, o CRI emitido pela Opea Securitizadora S/A representa uma promessa de pagamento futuro com base em recebíveis imobiliários. Ao investir, você está essencialmente comprando uma fração desses fluxos de pagamento, recebendo juros e o principal ao final do prazo. A Opea atua como a emissora, estruturando a operação e garantindo o lastro dos recebíveis.

A taxa de rentabilidade deste CRI é de CDI + 2,15% ao ano. O vencimento está previsto para 17 de setembro de 2028. Isso significa que seu investimento renderá o percentual do CDI mais um adicional fixo de 2,15% anualmente, e você receberá o montante total investido acrescido dos juros acumulados na data de vencimento. A rentabilidade é considerada equilibrada, com uma barra de 66%, indicando um bom potencial de retorno.

O indexador CDI + 2,15% significa que a rentabilidade do seu investimento acompanhará a variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e adicionará um prêmio fixo de 2,15% a essa taxa. O CDI é um indicador próximo à taxa Selic, tornando este investimento sensível às mudanças na política monetária. Comparado a um CDB simples ou a poupança, este CRI tende a oferecer uma rentabilidade superior, especialmente em cenários de juros mais altos, sendo uma alternativa interessante para diversificar a carteira de renda fixa.

A segurança deste investimento é classificada como 'Equilibrada' (barra 66%). É crucial notar que CRIs, por serem emitidos por securitizadoras, não possuem a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A segurança deste CRI está atrelada à qualidade dos recebíveis imobiliários que lastreiam o título e à solidez financeira da Opea Securitizadora. Portanto, o risco de crédito é uma consideração importante para o investidor.

Para obter mais informações sobre a Opea Securitizadora S/A, você pode consultar o site oficial da empresa, relatórios financeiros disponíveis em plataformas de análise de crédito (como Economatica, Refinitiv, etc., se você tiver acesso) ou solicitar informações detalhadas ao seu assessor de investimentos no Banco Inter. É fundamental realizar uma análise aprofundada da saúde financeira da securitizadora, seu histórico de operações e a qualidade dos ativos que compõem o lastro do CRI.

Este CRI é mais adequado para investidores com perfil de risco moderado a arrojado, que buscam uma rentabilidade superior à média do mercado de renda fixa e toleram um nível de risco mais elevado pela ausência do FGC. Investidores que entendem a dinâmica do mercado de crédito e securitização, e que desejam diversificar sua carteira com um ativo que acompanha o CDI com um spread atrativo, podem se beneficiar. O prazo de vencimento também deve estar alinhado aos objetivos de liquidez do investidor.

A alta da Selic impactaria positivamente a rentabilidade deste CRI, pois o indexador principal é o CDI, que acompanha de perto a taxa básica de juros. Com o CDI em elevação, o valor nominal do CDI + 2,15% também aumentaria, resultando em um ganho maior para o investidor. Em um cenário de Selic alta, o spread de 2,15% se torna ainda mais relevante como um adicional de retorno sobre uma base já crescente, tornando o investimento mais atraente em termos de rentabilidade bruta.

Em um cenário de queda da Selic, a rentabilidade deste CRI também diminuiria, uma vez que o CDI, seu principal indexador, passaria a operar em patamares mais baixos. Embora o spread de 2,15% permaneça fixo, o rendimento total seria menor em comparação a um período de juros altos. Economicamente, a queda da Selic pode indicar uma desaceleração da inflação ou uma política de estímulo, mas para este CRI específico, o efeito direto é a redução do retorno nominal. A estratégia seria analisar se o spread ainda compensa o menor patamar do CDI.

O risco de inadimplência dos recebíveis imobiliários que lastreiam o CRI é o principal risco de crédito deste investimento. Caso os devedores originais dos créditos imobiliários não cumpram com seus pagamentos, isso pode afetar a capacidade da Opea Securitizadora de honrar os pagamentos aos investidores do CRI. A estrutura do CRI busca mitigar esse risco através da diversificação dos recebíveis e de mecanismos de proteção, mas a ausência do FGC significa que o investidor assume diretamente esse risco de crédito, que pode levar à perda parcial ou total do capital investido.