CRI OPEA SECURITIZADORA S/A CDI + 2,25%
CRI
ISENTO

Vencimento em 11/07/2028
CDI + 2.65%
Gross UP
14,28%
Bruto a.a.
14,28%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Equilibrada

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R$
Mínimo: R$ 1.022,90
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Rendimento bruto
R$ 1.396,57
Rendimento líquido
R$ 1.396,57

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Este CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) emitido pela OPEA SECURITIZADORA S/A oferece uma rentabilidade atrativa de CDI + 2,25%, com uma taxa nominal de 14.280558462076% ao ano. O vencimento em 11/07/2028 proporciona um horizonte de investimento de médio prazo. A classificação de rentabilidade como 'Equilibrada' (barra 66%) indica um bom potencial de retorno acima do benchmark, tornando-o interessante para investidores que buscam superar a inflação e o CDI. A segurança 'Equilibrada' (barra 66%) sugere uma análise cuidadosa dos riscos inerentes ao ativo, sendo fundamental para investidores com tolerância moderada a riscos, especialmente pela ausência de FGC.

CDI + | Taxa CDI + 2.25% | Taxa c/ GrossUp CDI + 2.65%
Investimento Mínimo R$ 1.022,90
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 11/07/2028 (27 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Banco Inter

CDI + 2.25%
Ganho Total % 36,53% info
Taxa Líquida Anual 14,28% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,24% info
vs. CDI +8,71% info
vs. Poupança +15,47% info

Análise do Emissor

Opea Securitizadora S.A.

CNPJ: 32.007.330/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A OPEA SECURITIZADORA S/A é uma instituição financeira com foco na estruturação e emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs). Atua no mercado de capitais, conectando investidores a oportunidades de financiamento no setor imobiliário e do agronegócio. Sua missão é impulsionar o desenvolvimento desses setores, oferecendo soluções de investimento inovadoras e seguras. A OPEA possui um histórico de atuação relevante, com foco na qualidade dos ativos e na gestão de riscos, buscando sempre a solidez e a confiança dos investidores. A empresa demonstra potencial de crescimento ao se manter em constante evolução e adaptação às demandas do mercado, buscando oportunidades para expandir sua atuação e oferecer cada vez mais opções de investimento.

Análise de Risco

A OPEA SECURITIZADORA S/A, como emissora deste CRI, apresenta riscos que devem ser considerados. A ausência de cobertura pelo FGC aumenta a necessidade de uma análise criteriosa da saúde financeira da empresa. A avaliação da dívida em relação ao EBITDA e ao Patrimônio Líquido (PL) é crucial para entender o nível de alavancagem da empresa. A análise da margem EBITDA ajuda a avaliar a capacidade da OPEA de gerar lucro operacional. A geração de caixa deve ser monitorada para garantir a capacidade de honrar os compromissos financeiros. A concentração de crédito em determinados setores ou devedores pode aumentar o risco. A exposição a setores cíclicos pode impactar negativamente a capacidade de pagamento em períodos de crise. A dependência de captações no mercado interbancário pode indicar maior vulnerabilidade. A ausência de rating de crédito público aumenta o risco, pois a avaliação de crédito é interna. A segurança é classificada como reduzida.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito associado ao emissor OPEA SECURITIZADORA S/A. Ausência de cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Risco de mercado (variação do IPCA). Segurança classificada como reduzida. Necessidade de análise da saúde financeira da OPEA.

Pontos Fortes

  • Potencial de rentabilidade acima da média do mercado. Indexação ao IPCA, protegendo contra a inflação. Emissor com foco em setores estratégicos (imobiliário e agronegócio). Distribuição por um banco reconhecido (Banco Inter).

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) é um título de renda fixa lastreado em recebíveis imobiliários, como aluguéis ou parcelas de compra de imóveis. A OPEA SECURITIZADORA S/A atua como a emissora destes títulos, reunindo e securitizando esses recebíveis para transformá-los em ativos negociáveis. Ao investir em um CRI da OPEA, você está indiretamente financiando o setor imobiliário e recebendo em troca uma remuneração definida pelo contrato, sendo esta uma forma de democratizar o acesso a este tipo de lastro.

Este CRI oferece uma rentabilidade de CDI + 2,25%, com uma taxa nominal anual de 14.280558462076%. O vencimento está previsto para 11 de julho de 2028. Essa estrutura de remuneração, atrelada ao CDI, busca acompanhar as variações da taxa básica de juros, enquanto o spread de 2,25% adiciona um prêmio sobre o benchmark, visando uma rentabilidade superior em relação a outros investimentos de renda fixa tradicionais.

A classificação de 'Rentabilidade Equilibrada' com barra 66% sugere que o investimento tem um bom potencial de retorno, superando significativamente o benchmark (CDI), mas sem atingir os níveis de altíssimo retorno que geralmente vêm com riscos maiores. A 'Segurança Equilibrada' (barra 66%) indica que o risco associado ao emissor e aos recebíveis é moderado. É importante notar que, apesar de 'equilibrada', esta classificação não garante a ausência de perdas, e a ausência de FGC exige uma análise atenta da qualidade dos ativos e do emissor.

A rentabilidade deste CRI é superior à do CDI puro, pois adiciona um spread de 2,25% ao índice. Isso significa que, se o CDI estiver em 12% ao ano, a rentabilidade bruta deste CRI seria de 14,25%. Comparado a outros investimentos de renda fixa, como CDBs de bancos médios ou títulos públicos, este CRI pode oferecer um retorno mais elevado, especialmente em períodos de juros altos, mas com um perfil de risco diferente devido à ausência de FGC e à natureza dos recebíveis.

A segurança deste investimento é classificada como 'Equilibrada', indicando um risco moderado. É crucial ressaltar que CRIs não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que significa que em caso de inadimplência do emissor ou dos devedores originais, o investidor pode perder parte ou a totalidade do capital investido. A segurança reside na qualidade dos recebíveis imobiliários que lastreiam o título e na solidez da OPEA SECURITIZADORA S/A como emissora.

Este CRI, emitido pela OPEA SECURITIZADORA S/A, está disponível para investimento através do Banco Inter, que atua como distribuidor. A plataforma do Banco Inter é o canal principal para acessar as informações detalhadas do produto, realizar a aplicação e acompanhar o investimento. É importante verificar diretamente com o Banco Inter sobre a disponibilidade para novos investidores e as condições específicas de acesso.

Uma alta na taxa Selic geralmente resulta em uma elevação do CDI. Como este CRI tem sua rentabilidade atrelada ao CDI mais um spread (CDI + 2,25%), um aumento na Selic levará diretamente a um aumento na rentabilidade bruta do CRI. Isso é positivo para o investidor em termos de retorno nominal, pois o título se ajustará às novas condições de mercado, oferecendo um rendimento maior em linha com a taxa básica de juros.

Em um cenário de queda na taxa Selic, o CDI também tende a diminuir. Consequentemente, a rentabilidade bruta deste CRI (CDI + 2,25%) também será menor. Embora a taxa nominal diminua, o spread de 2,25% continuará sendo adicionado ao CDI. Em um ambiente de juros em queda, este tipo de investimento pode ainda assim se mostrar vantajoso em comparação com outras opções de renda fixa, mas o ganho percentual será inferior ao observado em períodos de juros altos.

A análise de crédito da OPEA SECURITIZADORA S/A é fundamental, pois ela é a responsável pela emissão e estruturação do CRI. Um bom rating e histórico da OPEA indicam maior confiança na capacidade da empresa de gerenciar os recebíveis e honrar os pagamentos. Os riscos inerentes incluem a qualidade dos ativos imobiliários que lastreiam o CRI (risco de inadimplência dos tomadores originais), o risco de liquidez no mercado secundário e o risco regulatório. A ausência de FGC eleva a importância da diligência na análise do emissor e dos ativos subjacentes.