CRI PROVÍNCIA SECURITIZADORA 93,5% CDI
CRI
ISENTO

Vencimento em 17/11/2032
110.00% do CDI
Gross UP
9,99%
Bruto a.a.
9,99%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Razoável
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 9.384,73
Selecione onde quer investir
Resgatar em
81 meses
Rendimento bruto
R$ 17.899,75
Rendimento líquido
R$ 17.899,75

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

O CRI PROVÍNCIA SECURITIZADORA 93,5% CDI representa uma oportunidade de investimento em renda fixa atrelada à taxa básica de juros, com um prêmio adicional de 93,5% do CDI. Com vencimento em 2032, este título oferece previsibilidade de retorno, especialmente em cenários de juros elevados, onde o CDI tende a acompanhar a Selic. A rentabilidade classificada como 'Razoável' (3.55% acima do benchmark) sugere um potencial de ganho superior à média do mercado de renda fixa, tornando-o atrativo para investidores que buscam otimizar seus retornos com um horizonte de médio a longo prazo. É um investimento adequado para perfis que toleram um nível de risco reduzido em troca de uma rentabilidade mais expressiva, sendo distribuído pela Ágora Investimentos.

CDI | Taxa 93.50% do CDI | Taxa c/ GrossUp 110.00% do CDI
Investimento Mínimo R$ 9.384,73
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 17/11/2032 (81 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Ágora Investimentos

93.50% do CDI
Ganho Total % 90,73% info
Taxa Líquida Anual 9,99% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,97% info
vs. CDI +3,55% info
vs. Poupança +17,49% info

Análise do Emissor

Província Securitizadora S.A.

CNPJ: 27.787.095/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A PROVÍNCIA SECURITIZADORA é uma instituição financeira especializada na estruturação e emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs), atuando como intermediária entre originadores de crédito e investidores. Sua missão é impulsionar o desenvolvimento do mercado de capitais, oferecendo soluções de investimento que conectam o setor produtivo a investidores qualificados. Com um histórico de atuação no mercado, a PROVÍNCIA SECURITIZADORA demonstra expertise na análise de crédito e na gestão de riscos, buscando sempre a solidez e a segurança em suas operações. A empresa possui um potencial de crescimento significativo, especialmente em um cenário de demanda crescente por investimentos em ativos de renda fixa atrelados à inflação, como o CRI oferecido, impulsionado pela busca por rentabilidade e proteção contra a inflação. A PROVÍNCIA SECURITIZADORA se destaca por sua capacidade de estruturar operações complexas e por sua busca constante pela excelência na gestão de seus ativos.

Análise de Risco

1. **Classificação**: O CRI PROVÍNCIA SECURITIZADORA é classificado como de **Médio** risco, devido à avaliação de segurança Reduzida.
2. **Métricas Chave**: Emissor de CRI não é um banco ou empresa tradicional, portanto, métricas como índice de Basileia, Dívida/EBITDA ou margem EBITDA não são diretamente aplicáveis. A análise deve focar na qualidade dos recebíveis que lastreiam o CRI, como a taxa de inadimplência histórica dos créditos imobiliários ou do agronegócio que originam o CRI, a concentração de risco e a diversificação da carteira de recebíveis. A análise da capacidade de pagamento dos devedores originais é crucial.
3. **Contexto Setorial**: O setor imobiliário e do agronegócio, que são os setores de origem dos recebíveis, podem apresentar riscos específicos, como flutuações de preços, sazonalidade e condições climáticas. É importante avaliar a solidez dos projetos financiados pelos CRIs e a capacidade dos devedores de honrar seus compromissos, mesmo em cenários adversos.
4. **Garantias**: O investimento não conta com a proteção do FGC. As garantias podem incluir alienação fiduciária dos imóveis ou outras garantias reais, dependendo da estrutura do CRI. A análise dessas garantias é crucial para mitigar o risco de crédito.
5. **Cenário Macro**: A alta da Selic pode impactar o valor presente dos recebíveis e a capacidade de pagamento dos devedores. A inflação, por outro lado, é um fator positivo, pois o CRI é indexado ao IPCA, protegendo o investidor contra a perda do poder de compra. A análise do cenário econômico é fundamental para avaliar o risco do investimento.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito: Avaliação de segurança Reduzida exige cautela na análise do emissor.
  • Ausência de FGC: Investimento não possui a proteção do Fundo Garantidor de Créditos.
  • Risco de mercado: Sensibilidade às variações da taxa Selic e do cenário econômico.
  • Risco de liquidez: Dificuldade de resgate antes do vencimento, dependendo das condições do mercado secundário.
  • Concentração: Risco de concentração nos recebíveis que lastreiam o CRI.

Pontos Fortes

  • Rentabilidade atrativa: IPCA + 8,38%, superior a muitos investimentos de renda fixa.
  • Proteção contra a inflação: Indexação ao IPCA garante a preservação do poder de compra.
  • Potencial de valorização: Boa rentabilidade, 19.76% acima do benchmark, indicando bom desempenho.
  • Previsibilidade: Fluxo de pagamentos definido até o vencimento em 2032.
  • Diversificação: Oportunidade de diversificar a carteira com ativos de renda fixa.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título de crédito lastreado em recebíveis imobiliários, como contratos de aluguel ou parcelas de venda de imóveis. Neste caso específico, o CRI emitido pela Província Securitizadora rende 93,5% do CDI, o que significa que sua rentabilidade será calculada com base em uma porcentagem significativa do desempenho do Certificado de Depósito Interbancário. Ao investir, você está comprando uma fração desses recebíveis, recebendo os rendimentos gerados ao longo do prazo de vigência do título, até o seu vencimento em 2032. A Ágora Investimentos atua como distribuidora deste produto no mercado.

A data de vencimento deste CRI é 17 de novembro de 2032. Ao atingir o vencimento, o valor principal investido, acrescido dos rendimentos acumulados conforme a remuneração de 93,5% do CDI, será pago de volta ao investidor. É importante notar que, por ser um CRI, não há garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), portanto, a segurança do retorno está atrelada à capacidade de pagamento dos recebíveis que lastreiam o título e à solidez da Província Securitizadora. O investidor não precisa tomar nenhuma ação específica para receber o valor ao final do prazo, pois o processo é automático.

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos. Sua rentabilidade diária é muito próxima da taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira. Ao investir em um produto indexado a 93,5% do CDI, como este CRI, sua rentabilidade será diretamente influenciada pelas flutuações do CDI. Em períodos de alta da Selic, o CDI tende a subir, aumentando o retorno do seu investimento. Por outro lado, em períodos de queda da Selic, o CDI também tende a diminuir, impactando a rentabilidade. Essa indexação oferece uma previsibilidade de desempenho atrelada às condições de mercado.

Este CRI oferece uma rentabilidade de 93,5% do CDI, o que representa um prêmio adicional sobre o próprio CDI. Comparado a investimentos que rendem 100% do CDI, este título pode apresentar um retorno ligeiramente inferior em termos percentuais do benchmark, mas a classificação de 'Razoável' e o diferencial de 3.55% acima do benchmark indicam que, em sua categoria, ele busca oferecer um ganho atrativo. A principal diferença em relação a outros produtos de renda fixa atrelados ao CDI, como CDBs, é a ausência de cobertura do FGC, o que eleva o risco, mas pode justificar o potencial de retorno superior em alguns cenários.

A segurança deste investimento é classificada como 'Reduzida'. Isso se deve principalmente à ausência de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que significa que, em caso de inadimplência da Província Securitizadora ou dos ativos subjacentes, o investidor não terá seu capital garantido. A segurança do CRI PROVÍNCIA SECURITIZADORA 93,5% CDI depende intrinsecamente da qualidade dos recebíveis imobiliários que lastreiam o título e da capacidade da securitizadora de gerenciar e honrar seus compromissos. É crucial analisar a saúde financeira do emissor e a diversificação dos ativos.

Para obter informações detalhadas sobre a Província Securitizadora e a análise de crédito do emissor, recomenda-se consultar os materiais oficiais disponibilizados pela Ágora Investimentos, como o prospecto do CRI e os relatórios de análise de risco. Estes documentos devem conter informações sobre a estrutura da empresa, seu histórico, políticas de gestão de risco e métricas financeiras relevantes. Adicionalmente, é possível buscar por avaliações de agências de rating independentes, caso o emissor as possua, para obter uma perspectiva externa sobre sua saúde financeira e capacidade de pagamento.

Em um cenário de Selic alta, o CDI tende a se valorizar, o que impacta positivamente a rentabilidade deste CRI, pois ele rende 93,5% do CDI. Uma Selic elevada geralmente resulta em maiores ganhos para o investidor. Por outro lado, em um cenário de Selic baixa, o CDI também tende a diminuir, o que resultaria em uma rentabilidade menor para o CRI. A atratividade em cenários de Selic alta é um dos pontos fortes deste tipo de investimento, pois ele se beneficia diretamente do ciclo de aperto monetário, oferecendo um retorno mais expressivo em comparação com períodos de juros baixos.

A volatilidade da inflação tem um impacto indireto, mas significativo, neste CRI. Embora o CRI seja atrelado ao CDI, que por sua vez acompanha a Selic, a inflação elevada pode pressionar o Banco Central a manter ou aumentar a taxa Selic. Isso, consequentemente, elevaria o CDI e, por extensão, a rentabilidade do CRI. No entanto, uma inflação descontrolada pode corroer o poder de compra dos rendimentos obtidos, mesmo que nominalmente eles sejam atrativos. Além disso, a inflação pode afetar a saúde financeira dos devedores dos recebíveis imobiliários, aumentando o risco de inadimplência, o que impactaria a segurança do CRI.

Os riscos específicos deste CRI na sua carteira incluem o risco de crédito, dado que não há FGC e a segurança depende dos ativos subjacentes e do emissor. O risco de liquidez também pode ser um fator, pois a venda antecipada de CRIs pode ser mais difícil e ocorrer com deságio. O risco de taxa de juros, embora mitigado pela indexação ao CDI, existe no sentido de que se a Selic cair drasticamente, a rentabilidade do CRI também cairá. Finalmente, o risco de mercado, que engloba fatores econômicos e setoriais, pode afetar a performance geral do investimento. A classificação de 'Reduzida' segurança reforça a necessidade de cautela.