Debenture CHESF IPCA +5,79%
Debenture

Vencimento em 20/06/2031
9,69%
Bruto a.a.
8,46%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Limitada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.133,58
Selecione onde quer investir
Resgatar em
63 meses
Rendimento bruto
R$ 1.850,03
Rendimento líquido
R$ 1.742,56

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

A Debenture CHESF IPCA +5,79% representa uma oportunidade de investimento atrelada à inflação (IPCA) com um prêmio de 5,79% ao ano, adicionando um componente de proteção contra a perda do poder de compra. Com vencimento em 20 de junho de 2031, oferece uma perspectiva de médio a longo prazo. A taxa nominal de 9.6919860579231% reflete o cenário de juros, mas a rentabilidade é limitada, com potencial de valorização de até 33% acima do benchmark. Ideal para investidores com perfil moderado a arrojado que buscam diversificação em renda fixa, com foco em rentabilidade real e aceitando um nível de risco reduzido.

IPCA | Taxa IPCA + 5.79%
Investimento Mínimo R$ 1.133,58
Imposto de Renda Tabela Regressiva (15,0%)
Garantia Sem Garantia
Vencimento 20/06/2031 (63 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Xp Investimentos

IPCA + 5.79%
Ganho Total % 53,72% info
Taxa Líquida Anual 8,46% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,65% info
vs. CDI -4,77% info
vs. Poupança +5,45% info

Análise do Emissor

Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

CNPJ: 33.528.653/0001-90

Setor: Instituição Financeira

A CHESF - COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO, empresa do Grupo Eletrobras, é uma das maiores geradoras de energia do Brasil, com foco em hidrelétricas. Sua missão é gerar e comercializar energia elétrica com sustentabilidade, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do país. Com um histórico sólido, a CHESF opera usinas estratégicas no Nordeste, região de grande potencial energético. A empresa demonstra resiliência e busca constante aprimoramento em suas operações, visando a eficiência e a segurança no fornecimento de energia. Seu potencial reside na capacidade de geração e na infraestrutura consolidada, além do compromisso com a sustentabilidade e a transição energética.

Análise de Risco

A CHESF, apesar de ser uma empresa do setor elétrico, apresenta alguns riscos. A análise de dívida/EBITDA e dívida/PL é fundamental para avaliar a saúde financeira da empresa. A margem EBITDA e a geração de caixa indicam a capacidade de gerar lucros e honrar compromissos. A concentração de crédito pode ser um risco, caso a empresa dependa de poucos clientes. A exposição a setores cíclicos, como o setor industrial, pode afetar a demanda por energia. A captação no interbancário e o rating de crédito são indicadores importantes da capacidade de acesso ao crédito e da confiança do mercado. Como a debênture não possui proteção do FGC, o investidor assume o risco de crédito da CHESF. A segurança é reduzida, o que exige atenção na análise da situação financeira da empresa.

Pontos de Atenção

  • Segurança reduzida, sem proteção do FGC. Risco de crédito associado ao emissor. Sensibilidade a variações econômicas e políticas. Dependência de fatores climáticos para geração. Risco de concentração de crédito.

Pontos Fortes

  • Empresa com atuação consolidada no setor elétrico. Indexação ao IPCA protege contra a inflação. Rentabilidade atrativa, acima do benchmark. Potencial de geração de caixa consistente. Empresa com histórico de operação no setor.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

A Debenture CHESF IPCA +5,79% é um título de dívida emitido pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF), onde o investidor se torna credor da empresa. Ao investir, você empresta dinheiro à CHESF em troca de pagamentos de juros e a devolução do valor principal no vencimento. Por ser um título de renda fixa, a forma de remuneração é definida no momento da emissão, permitindo ao investidor ter uma previsibilidade sobre seus ganhos futuros, embora a rentabilidade final possa variar conforme o desempenho do indexador e as condições de mercado. Neste caso específico, a remuneração é composta pela variação do IPCA mais um juro real de 5,79% ao ano.

O prazo de vencimento da Debenture CHESF IPCA +5,79% é em 20 de junho de 2031. Isso significa que o valor principal investido, acrescido dos juros acumulados até essa data, será pago de volta ao investidor nesta data. É importante notar que, por ser um título de médio a longo prazo, o investidor deve estar ciente de que seu capital estará alocado por um período considerável. Caso necessite do dinheiro antes do vencimento, a debenture pode ser negociada no mercado secundário, mas seu valor de venda dependerá das condições de mercado no momento da negociação.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação no Brasil, medido pelo IBGE. Ao ser indexada ao IPCA, a Debenture CHESF IPCA +5,79% garante que seu investimento terá sua rentabilidade atrelada ao aumento geral dos preços. Isso significa que, além de receber um juro real fixo de 5,79% ao ano, seu capital será corrigido pela inflação, protegendo seu poder de compra ao longo do tempo. Em períodos de alta inflação, o retorno da debenture tende a ser maior, enquanto em períodos de inflação baixa, o retorno será mais influenciado pelo juro real. O objetivo principal é assegurar que o investidor não perca valor para a inflação.

A rentabilidade da Debenture CHESF IPCA +5,79% se diferencia significativamente de um investimento atrelado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Enquanto o CDI é um indicador de juros de curto prazo e acompanha de perto a taxa Selic, a debenture em questão oferece uma proteção real contra a inflação através do IPCA, acrescida de um prêmio de 5,79%. Em um cenário de inflação elevada, a debenture tende a superar investimentos puramente atrelados ao CDI, pois preserva o poder de compra. Por outro lado, em cenários de inflação controlada e juros altos, um CDB que pague uma alta porcentagem do CDI pode, em alguns momentos, oferecer um retorno nominal maior. A escolha ideal depende do seu objetivo e da sua visão para o cenário inflacionário e de juros.

A segurança da Debenture CHESF IPCA +5,79% é classificada como reduzida, principalmente pela ausência de garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC é uma entidade privada que garante a restituição de depósitos e investimentos em caso de falência ou liquidação de instituições financeiras associadas, até um limite de R$ 250.000 por CPF e por instituição. Como debentures são títulos de crédito emitidos por empresas, elas não são cobertas pelo FGC. Portanto, a segurança deste investimento depende diretamente da saúde financeira e da capacidade de pagamento da CHESF. Recomenda-se uma análise aprofundada do risco de crédito do emissor antes de investir.

A Debenture CHESF IPCA +5,79% é distribuída pela XP Investimentos, o que significa que você poderá adquiri-la através da plataforma de investimentos da XP. Para investir, é necessário ter uma conta aberta na XP Investimentos. Quanto aos custos, podem existir taxas de corretagem cobradas pela XP, dependendo do seu pacote de serviços ou da política vigente. Além disso, há a incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, com alíquotas regressivas conforme o prazo de permanência do investimento (Tabela Regressiva do IR para Renda Fixa). A taxa de administração, se houver, e outras taxas podem ser consultadas diretamente com a corretora.

O impacto da taxa Selic na Debenture CHESF IPCA +5,79% é indireto, mas relevante. Uma Selic alta geralmente indica um cenário de juros mais elevado na economia, o que pode tornar outros investimentos de renda fixa mais atrativos em termos de retorno nominal. No entanto, para esta debenture, o principal impacto da Selic é sobre a capacidade de pagamento da CHESF e o custo de captação para a empresa. Uma Selic muito alta pode aumentar o custo de dívida para a CHESF, potencialmente elevando seu risco de crédito. Por outro lado, uma Selic baixa pode reduzir o custo de dívida da empresa e, se a inflação permanecer alta, a rentabilidade real da debenture se torna mais atrativa em comparação com outros investimentos. O risco de marcação a mercado também pode ser afetado pela volatilidade da Selic, impactando o preço de venda caso o investidor precise liquidar antes do vencimento.

A inflação é o principal motor da rentabilidade real desta debenture, pois o IPCA corrige o valor principal. Um cenário de inflação alta aumenta a rentabilidade nominal, protegendo o poder de compra do investidor. No entanto, inflação persistentemente alta pode indicar instabilidade econômica e levar o Banco Central a manter a taxa Selic em patamares elevados, o que pode afetar a capacidade de pagamento da CHESF e o custo de oportunidade de manter o investimento. Um cenário econômico de desaceleração ou recessão pode impactar a demanda por energia, afetando os resultados da CHESF e, consequentemente, o risco de crédito. Por outro lado, um cenário de estabilidade econômica com inflação controlada e juros moderados tende a tornar a debenture mais atrativa, oferecendo um ganho real seguro e previsível.

O risco de crédito da CHESF, a emissora desta debenture, é um fator crucial. Embora a CHESF seja uma empresa estatal com atuação estratégica no setor elétrico, o que geralmente confere uma certa estabilidade, ela está sujeita a riscos inerentes à sua operação e ao setor. O risco de crédito se manifesta na possibilidade de a CHESF não conseguir honrar seus compromissos financeiros, incluindo o pagamento dos juros e do principal da debenture. Essa incapacidade de pagamento pode ser causada por diversos fatores, como dificuldades financeiras, problemas operacionais, mudanças regulatórias desfavoráveis ou eventos macroeconômicos adversos. A classificação de 'Reduzida' para a segurança da debenture indica que a análise de risco de crédito da CHESF, ou das garantias associadas à emissão, aponta para uma probabilidade de inadimplência que o investidor deve considerar cuidadosamente.