Debenture COMPANHIA ESTADUAL DE GERACAO DE ENERGIA ELETRICA - CEEE-G IPCA +8,88%
Debenture Incentivada
ISENTO

Vencimento em 16/12/2041
IPCA + 10.45%
Gross UP
12,91%
Bruto a.a.
12,91%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Excelente
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 9.207,10
Selecione onde quer investir
Resgatar em
191 meses
Rendimento bruto
R$ 63.680,97
Rendimento líquido
R$ 63.680,97

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Esta debênture incentivada da CEEE-G, distribuída pela Ágora Investimentos, oferece uma atrativa combinação de rentabilidade e proteção contra a inflação, indexada ao IPCA + 8,88%. O vencimento em 16 de dezembro de 2041 proporciona previsibilidade de longo prazo, ideal para investidores com horizonte de investimento estendido. A rentabilidade "Excelente", com 75.93% acima do benchmark (barra 95%), evidencia o potencial de ganho superior em comparação com outras opções de renda fixa. Trata-se de uma debênture incentivada, o que significa que pode ter isenção de imposto de renda para pessoas físicas, aumentando ainda mais o retorno líquido. O perfil de investidor recomendado é moderado a arrojado, que busca diversificar sua carteira com ativos de maior potencial de retorno, ciente dos riscos envolvidos. A debênture CEEE-G, portanto, representa uma oportunidade para investidores que buscam retornos atrativos atrelados à inflação, com foco no setor de energia elétrica e com a possibilidade de isenção fiscal.

IPCA | Taxa IPCA + 8.88% | Taxa c/ GrossUp IPCA + 10.45%
Investimento Mínimo R$ 9.207,10
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 16/12/2041 (191 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Ágora Investimentos

IPCA + 8.88%
Ganho Total % 591,65% info
Taxa Líquida Anual 12,91% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,98% info
vs. CDI +71,25% info
vs. Poupança +120,63% info

Análise do Emissor

Companhia Estadual de Geração de Energia Elétrica - CEEE-G

CNPJ: 92.967.047/0001-80

Setor: Instituição Financeira

A COMPANHIA ESTADUAL DE GERACAO DE ENERGIA ELETRICA - CEEE-G, parte do Grupo CEEE, atua no setor de geração de energia elétrica, um segmento essencial para o desenvolvimento econômico e social. Sua missão é fornecer energia com qualidade e segurança, impulsionando o progresso do Rio Grande do Sul e do Brasil. Com um histórico consolidado, a CEEE-G demonstra resiliência e adaptação às mudanças do mercado. O potencial da empresa reside na sua capacidade de gerar energia limpa e renovável, além de sua expertise em operar e manter usinas hidrelétricas e térmicas. A empresa busca constantemente aprimorar sua eficiência operacional e expandir sua capacidade de geração, visando um futuro sustentável e rentável.

Análise de Risco

A CEEE-G, como emissora da debênture, apresenta um perfil de risco que merece atenção. A ausência de proteção do FGC aumenta a importância da análise da saúde financeira da empresa. A relação Dívida/EBITDA e Dívida/PL devem ser monitoradas, indicando o nível de alavancagem. Margens EBITDA mais baixas podem sinalizar dificuldades operacionais. A geração de caixa é crucial para honrar os compromissos financeiros. A concentração de crédito, se houver, pode aumentar a vulnerabilidade a calotes. A exposição a setores cíclicos pode impactar a receita. A captação no mercado interbancário e o rating de crédito são indicadores importantes da capacidade de acesso a recursos e da confiança do mercado na empresa. A segurança "Reduzida" reforça a necessidade de cautela e de uma avaliação criteriosa do risco de crédito da CEEE-G, considerando que o investidor estará exposto ao risco de não recebimento dos valores investidos.

Pontos de Atenção

  • Segurança "Reduzida", indicando maior risco. Ausência de proteção do FGC. Necessidade de análise da solidez financeira da CEEE-G. Risco de crédito da emissora. Dependência de fatores macroeconômicos e regulatórios.

Pontos Fortes

  • Setor de atuação essencial e resiliente (energia elétrica). Indexação ao IPCA, protegendo contra a inflação. Potencial de rentabilidade "Excelente" (203% acima do benchmark). Histórico de atuação no mercado. Atuação em geração de energia renovável.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Debêntures incentivadas são títulos de dívida emitidos por empresas de setores considerados estratégicos para o desenvolvimento do país, como o setor de energia. Ao investir, você empresta dinheiro para a empresa, recebendo em troca juros e/ou correção monetária ao longo do tempo. A principal vantagem é a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que aumenta a rentabilidade líquida do investimento. No caso da debênture CEEE-G, o pagamento é atrelado ao IPCA, com uma taxa adicional de 8,88% ao ano, e o vencimento é em 16 de dezembro de 2041, o que significa que o investidor receberá o valor investido mais os juros no vencimento.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação no Brasil, medido pelo IBGE. Ele acompanha a variação dos preços de diversos produtos e serviços consumidos pelas famílias. A taxa de 8,88% ao ano é uma taxa de juros prefixada que será adicionada ao IPCA. Isso significa que, além de proteger o seu investimento contra a inflação, você ainda receberá uma remuneração adicional de 8,88% ao ano. Essa combinação busca proporcionar um retorno real positivo, ou seja, superior à inflação, ao longo do período do investimento, que neste caso é até 16 de dezembro de 2041.

A debênture CEEE-G tem vencimento em 16 de dezembro de 2041, o que significa que o investidor receberá o valor investido mais os juros acordados nessa data. O prazo de vencimento longo é um dos principais fatores a serem considerados. Ele implica em maior previsibilidade, permitindo um planejamento financeiro de longo prazo. No entanto, também aumenta a exposição aos riscos de mercado, como mudanças nas taxas de juros e inflação. Investidores com horizonte de tempo mais curto podem considerar outros investimentos, enquanto aqueles com objetivos de longo prazo podem se beneficiar da estabilidade e potencial de retorno desta debênture.

A segurança de um investimento é relativa e depende de diversos fatores. No caso da debênture CEEE-G, a classificação de segurança é "Reduzida", o que indica um risco moderado. Os principais riscos são o risco de crédito, que é a possibilidade da CEEE-G não honrar seus compromissos financeiros, e o risco de mercado, que está relacionado às variações nas taxas de juros e inflação. A ausência de proteção do FGC aumenta o risco de crédito. A análise da solidez financeira da CEEE-G, como endividamento, geração de caixa e capacidade de pagamento, é crucial para avaliar o risco. Diversificar a carteira e acompanhar o desempenho do investimento são estratégias importantes para mitigar os riscos.

A debênture CEEE-G é distribuída pela Ágora Investimentos, uma corretora de valores. Para adquirir, você precisa abrir uma conta na Ágora e seguir as instruções para a compra do título. Os custos podem variar, mas geralmente incluem taxas de corretagem, que podem ser isentas dependendo da política da corretora, e impostos, como o Imposto de Renda, caso não seja isenta. É importante verificar as condições específicas na Ágora Investimentos antes de investir, incluindo as taxas de administração e quaisquer outras despesas que possam impactar o retorno do investimento. Além disso, é crucial ler atentamente o prospecto da debênture para entender todos os detalhes do investimento.

A rentabilidade da debênture CEEE-G é atrelada ao IPCA + 8,88%, o que significa que ela busca superar a inflação, garantindo um retorno real positivo. Em comparação com investimentos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), como CDBs e fundos de renda fixa, a debênture pode oferecer maior potencial de rentabilidade, especialmente em cenários de inflação alta. No entanto, a debênture também envolve maior risco de crédito. O CDI é uma taxa de referência utilizada pelo mercado financeiro e representa o custo do dinheiro entre os bancos. A escolha entre os dois tipos de investimento depende do perfil do investidor, tolerância ao risco e expectativas de inflação e taxas de juros. A debênture CEEE-G pode ser mais atrativa para quem busca proteção contra a inflação e maior retorno, enquanto o CDI pode ser mais conservador.

A taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, pode influenciar o desempenho da debênture CEEE-G, embora de forma indireta. Em um cenário de alta da Selic, o custo da dívida da CEEE-G pode aumentar, o que pode impactar sua capacidade de pagamento e, consequentemente, o risco de crédito do investimento. No entanto, a indexação ao IPCA pode mitigar parte desse efeito, pois a inflação tende a acompanhar a alta da Selic. Em um cenário de baixa da Selic, o custo da dívida da empresa pode diminuir, o que pode ser positivo para o investimento. A análise do cenário macroeconômico e das perspectivas para o setor elétrico é fundamental para avaliar o impacto da Selic no investimento.

A debênture CEEE-G, por ser indexada ao IPCA, é diretamente impactada pela inflação. Em um cenário de inflação alta, o investidor se beneficia, pois a rentabilidade do investimento é ajustada para acompanhar o aumento dos preços, protegendo o poder de compra. Em um cenário de inflação baixa ou controlada, o retorno pode ser menor, mas ainda assim, o investidor estará protegido contra a perda do poder de compra. A análise das expectativas de inflação e a comparação com outros investimentos são cruciais para avaliar a atratividade da debênture em diferentes cenários econômicos. A rentabilidade "Excelente", com 75.93% acima do benchmark (barra 95%), demonstra a capacidade de gerar retornos acima da inflação, especialmente em cenários inflacionários.

A análise de crédito da CEEE-G é fundamental para avaliar o risco do investimento. Essa análise envolve a avaliação da capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros, analisando indicadores como endividamento, geração de caixa, margens de lucro e histórico de pagamentos. A ausência de proteção do FGC aumenta a importância dessa análise. A classificação "Reduzida" de segurança indica que o investidor assume um risco maior, sendo crucial monitorar a saúde financeira da empresa, acompanhar notícias do setor e as avaliações de agências de rating. A análise de crédito é feita por especialistas, que utilizam dados financeiros e informações do mercado para avaliar a capacidade da empresa de cumprir suas obrigações, protegendo o investidor de potenciais perdas.