Debenture ENGIE 11,95%
Debenture Incentivada
ISENTO

Vencimento em 16/08/2029
14.06%
Gross UP
11,95%
Bruto a.a.
11,95%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Equilibrada

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R$
Mínimo: R$ 1.042,14
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Resgatar em
41 meses
Rendimento bruto
R$ 1.555,41
Rendimento líquido
R$ 1.555,41

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

A Debênture Incentivada ENGIE, com taxa pré-fixada de 11,95% ao ano, representa uma oportunidade atrativa para investidores que buscam rentabilidade e previsibilidade em seus investimentos. Com vencimento em 16 de agosto de 2029, o título oferece uma remuneração que supera a média do mercado, conforme indicado pela rentabilidade equilibrada e 9,34% acima do benchmark. O indexador pré-fixado proporciona segurança, blindando o investimento das flutuações da inflação e da taxa Selic. A natureza incentivada da debênture pode trazer benefícios fiscais. O investimento é distribuído por plataformas como Rico Investimentos e XP Investimentos, facilitando o acesso. O perfil de investidor ideal para este produto é aquele que busca retornos consistentes, com horizonte de longo prazo e que compreenda os riscos inerentes ao mercado de crédito privado.

PRÉ-FIXADO | Taxa 11.95% | Taxa c/ GrossUp 14.06%
Investimento Mínimo R$ 1.042,14
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 16/08/2029 (41 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Rico Investimentos

11.95%
Ganho Total % 49,25% info
Taxa Líquida Anual 11,95% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,95% info
vs. CDI +8,24% info
vs. Poupança +16,79% info

Análise do Emissor

ENGIE Brasil Energia S.A.

CNPJ: 02.474.163/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A ENGIE Brasil Energia é uma das maiores empresas de energia do país, com foco em geração, comercialização e transmissão de eletricidade. Sua missão é fornecer energia limpa e acessível, impulsionando o desenvolvimento sustentável. Com um histórico sólido e atuação diversificada, a ENGIE se destaca por sua capacidade de inovar e se adaptar às mudanças do mercado. A empresa possui um portfólio robusto de ativos, incluindo usinas hidrelétricas, eólicas, solares e térmicas, o que lhe confere resiliência e potencial de crescimento a longo prazo. Sua presença em todo o território nacional e sua expertise em diferentes fontes de energia a posicionam como um player estratégico no setor elétrico brasileiro.

Análise de Risco

A ENGIE apresenta indicadores financeiros que merecem atenção. Embora a empresa demonstre boa geração de caixa, a análise de risco deve considerar a relação Dívida/EBITDA e Dívida/PL, que podem indicar o nível de endividamento. A margem EBITDA, por sua vez, demonstra a eficiência operacional da empresa. A ENGIE atua em um setor considerado menos cíclico, mas a concentração de crédito e a exposição a determinados setores devem ser avaliadas. A ausência de proteção do FGC exige uma análise mais aprofundada do rating de crédito da empresa. A segurança "Reduzida" ressalta a importância de uma análise cuidadosa antes de investir, considerando a solidez da empresa e a diversificação da carteira.

Pontos de Atenção

  • Ausência de proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Necessidade de análise do rating de crédito para avaliação de risco. Sensibilidade a mudanças regulatórias no setor elétrico. Endividamento (análise de Dívida/EBITDA e Dívida/PL). Concentração de crédito e exposição a setores específicos.

Pontos Fortes

  • Empresa com atuação em setor essencial e resiliente (energia). Diversificação de fontes de energia (hidrelétrica, eólica, solar e térmica). Histórico sólido e experiência no mercado. Boa geração de caixa e capacidade de investimentos. Potencial de crescimento a longo prazo.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Uma Debênture Incentivada é um título de dívida emitido por empresas de setores específicos, como o de infraestrutura, com o objetivo de captar recursos para financiar projetos. No caso da Debênture ENGIE, a empresa capta recursos para seus projetos de energia. O investidor empresta dinheiro para a empresa, recebendo em troca o pagamento de juros (no caso, 11,95% ao ano) e, no vencimento, o valor investido de volta. A característica 'incentivada' geralmente implica em benefícios fiscais para o investidor, como isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos, o que aumenta a atratividade do investimento.

A Debênture ENGIE tem vencimento em 16 de agosto de 2029. Isso significa que o investidor receberá o valor investido de volta nessa data, juntamente com os juros acumulados ao longo do período. O prazo de vencimento é um fator importante a ser considerado, pois define o horizonte de tempo em que o capital ficará investido. Investimentos de longo prazo, como este, oferecem a possibilidade de maiores retornos, mas também exigem que o investidor esteja preparado para manter o investimento até o vencimento ou, se necessário, vendê-lo no mercado secundário, sujeito a flutuações de preço. A escolha do prazo deve estar alinhada com os objetivos financeiros e a tolerância ao risco do investidor.

O indexador da Debênture ENGIE é pré-fixado, o que significa que a taxa de juros (11,95% ao ano) é definida no momento da emissão e permanece a mesma até o vencimento. Isso proporciona previsibilidade, pois o investidor sabe exatamente qual será o retorno do investimento, independentemente das flutuações do mercado. Em um cenário de alta da inflação ou da taxa Selic, a rentabilidade pré-fixada pode ser menos atrativa em comparação com investimentos pós-fixados. No entanto, em um cenário de queda das taxas de juros, a rentabilidade pré-fixada se torna mais vantajosa, pois o investidor garante uma taxa de juros maior do que a praticada no mercado. A escolha entre pré e pós-fixado depende das expectativas do investidor em relação à economia.

A segurança da Debênture ENGIE é classificada como 'Equilibrada'. Isso indica um nível de risco moderado. Os principais riscos são o risco de crédito, que é a possibilidade de a ENGIE não honrar seus pagamentos, e o risco de mercado, que se refere às flutuações nas taxas de juros. Embora a ENGIE seja uma empresa sólida, com histórico no setor de energia, existe a possibilidade de inadimplência. A ausência de garantia do FGC aumenta o risco. É fundamental analisar a saúde financeira da empresa, incluindo sua dívida, geração de caixa e capacidade de pagamento. A diversificação da carteira de investimentos também é importante para mitigar os riscos.

A Debênture ENGIE oferece uma rentabilidade 'Equilibrada', com 9,34% acima do benchmark. Isso sugere um retorno atrativo em comparação com outros investimentos de renda fixa, como títulos públicos ou CDBs. No entanto, a comparação deve ser feita considerando o perfil de risco de cada investimento. A Debênture ENGIE, por ser um título de crédito privado, apresenta um risco maior do que os títulos públicos, mas pode oferecer um retorno superior. Ao comparar com outros investimentos, é importante analisar a taxa de juros, o prazo de vencimento, a segurança do emissor e os benefícios fiscais. A rentabilidade da Debênture ENGIE pode ser atrativa para investidores que buscam retornos acima da média, mas é crucial avaliar o risco envolvido.

A Debênture ENGIE pode ser adquirida através de plataformas de investimento como a Rico Investimentos e a XP Investimentos. Essas corretoras oferecem acesso a uma ampla gama de produtos financeiros, incluindo debêntures. Para investir, é necessário abrir uma conta em uma dessas corretoras, transferir os recursos e selecionar a Debênture ENGIE na plataforma. É importante verificar as condições de aplicação, como valor mínimo e taxas, antes de investir. As plataformas digitais facilitam o processo de investimento, oferecendo informações detalhadas sobre os produtos e ferramentas para auxiliar na tomada de decisão. Recomenda-se pesquisar e comparar as opções disponíveis em diferentes corretoras antes de investir.

Como a Debênture ENGIE possui taxa pré-fixada, a variação da Selic tem um impacto indireto. Em um cenário de alta da Selic, a taxa de 11,95% ao ano pode parecer menos atrativa em comparação com outros investimentos que acompanham a Selic. No entanto, a previsibilidade da taxa pré-fixada pode ser vantajosa em um cenário de queda da Selic, pois o investidor garante uma taxa de juros maior do que a praticada no mercado. A alta da Selic pode levar a uma queda no preço da debênture no mercado secundário, caso o investidor decida vendê-la antes do vencimento. A análise do cenário macroeconômico, incluindo as expectativas em relação à Selic, é fundamental para avaliar o potencial de retorno do investimento e o impacto no seu portfólio.

Os riscos associados à ENGIE como emissora da debênture incluem o risco de crédito, que é a possibilidade de a empresa não conseguir honrar seus pagamentos, e os riscos setoriais, como mudanças regulatórias no setor de energia e as condições climáticas que afetam a geração de energia. Embora a ENGIE seja uma empresa sólida, com histórico no setor, existe a possibilidade de inadimplência. É fundamental monitorar a saúde financeira da empresa, incluindo sua dívida, geração de caixa e capacidade de pagamento. A diversificação da carteira de investimentos também é importante para mitigar os riscos. Mudanças regulatórias no setor de energia e eventos climáticos adversos podem impactar a capacidade da empresa de gerar receita e, consequentemente, sua capacidade de honrar seus compromissos financeiros.

A análise de crédito da ENGIE é crucial para avaliar o risco do investimento. Ao analisar a empresa, o investidor deve verificar indicadores como a dívida/EBITDA, margem EBITDA e geração de caixa. Uma dívida controlada, margens saudáveis e forte geração de caixa indicam solidez financeira. A avaliação da capacidade de pagamento da empresa é fundamental para determinar o risco de crédito. A análise de crédito ajuda a entender a probabilidade de a ENGIE cumprir seus compromissos financeiros. A ausência de garantia do FGC torna a análise de crédito ainda mais importante. A análise de crédito deve ser combinada com a avaliação do cenário macroeconômico e do perfil de risco do investidor para tomar uma decisão informada sobre o investimento na debênture.