Debenture ENGIE IPCA +6,9%
Debenture Incentivada
ISENTO

Vencimento em 19/07/2029
IPCA + 8.12%
Gross UP
11,17%
Bruto a.a.
11,17%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Razoável
Segurança
Excelente

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R$
Mínimo: R$ 1.381,12
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Resgatar em
39 meses
Rendimento bruto
R$ 1.951,45
Rendimento líquido
R$ 1.951,45

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

A Debenture Incentivada ENGIE IPCA +6,9% oferece uma oportunidade de investimento atrativa para quem busca rentabilidade atrelada à inflação com um prêmio de 6,9% ao ano, somado à variação do IPCA. Com vencimento em 2029, proporciona previsibilidade de retorno a médio prazo. Sendo uma debenture incentivada, conta com isenção de Imposto de Renda para pessoa física, potencializando a rentabilidade líquida. A classificação de segurança 'Excelente' e a rentabilidade 'Razoável' (3.53% acima do benchmark) indicam um bom equilíbrio entre risco e retorno, ideal para investidores com perfil moderado a arrojado que buscam diversificar sua carteira com um ativo de renda fixa de qualidade e com benefícios fiscais.

IPCA | Taxa IPCA + 6.90% | Taxa c/ GrossUp IPCA + 8.12%
Investimento Mínimo R$ 1.381,12
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 19/07/2029 (39 meses)
CDI bruto 14,65%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,45%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Rico Investimentos

IPCA + 6.90%
Ganho Total % 41,29% info
Taxa Líquida Anual 11,17% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,85% info
vs. CDI +4,11% info
vs. Poupança +11,89% info

Análise do Emissor

ENGIE Brasil Energia S.A.

CNPJ: 02.474.163/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A ENGIE Brasil Energia é uma das maiores empresas de energia do país, com foco em geração, comercialização e transmissão de eletricidade. Sua missão é fornecer energia limpa e acessível, impulsionando o desenvolvimento sustentável. Com um histórico sólido e atuação diversificada, a ENGIE se destaca por sua capacidade de inovar e se adaptar às mudanças do mercado. A empresa possui um portfólio robusto de ativos, incluindo usinas hidrelétricas, eólicas, solares e térmicas, o que lhe confere resiliência e potencial de crescimento a longo prazo. Sua presença em todo o território nacional e sua expertise em diferentes fontes de energia a posicionam como um player estratégico no setor elétrico brasileiro.

Análise de Risco

A ENGIE apresenta indicadores financeiros que merecem atenção. Embora a empresa demonstre boa geração de caixa, a análise de risco deve considerar a relação Dívida/EBITDA e Dívida/PL, que podem indicar o nível de endividamento. A margem EBITDA, por sua vez, demonstra a eficiência operacional da empresa. A ENGIE atua em um setor considerado menos cíclico, mas a concentração de crédito e a exposição a determinados setores devem ser avaliadas. A ausência de proteção do FGC exige uma análise mais aprofundada do rating de crédito da empresa. A segurança "Reduzida" ressalta a importância de uma análise cuidadosa antes de investir, considerando a solidez da empresa e a diversificação da carteira.

Pontos de Atenção

  • Ausência de proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Necessidade de análise do rating de crédito para avaliação de risco. Sensibilidade a mudanças regulatórias no setor elétrico. Endividamento (análise de Dívida/EBITDA e Dívida/PL). Concentração de crédito e exposição a setores específicos.

Pontos Fortes

  • Empresa com atuação em setor essencial e resiliente (energia). Diversificação de fontes de energia (hidrelétrica, eólica, solar e térmica). Histórico sólido e experiência no mercado. Boa geração de caixa e capacidade de investimentos. Potencial de crescimento a longo prazo.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Uma debenture incentivada é um título de dívida emitido por empresas para financiar seus projetos, com a característica de ser isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas. No caso da Debenture ENGIE IPCA +6,9%, a ENGIE emite este título para captar recursos, e o investidor que a adquire empresta dinheiro para a empresa em troca de juros. A remuneração será composta pela variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que protege o poder de compra do investidor contra a inflação, mais um prêmio fixo de 6,9% ao ano. O vencimento deste título está previsto para 19 de julho de 2029, e a rentabilidade líquida para o investidor pessoa física é significativamente maior devido à isenção fiscal.

A Debenture ENGIE IPCA +6,9% possui vencimento em 19 de julho de 2029. A taxa de rentabilidade é composta pela variação do IPCA mais um prêmio de 6,9% ao ano. Esta estrutura é particularmente vantajosa em cenários de inflação, pois garante que o poder de compra do capital investido seja preservado e acrescido de um ganho real. Comparada a um CDB ou LCI/LCA atrelados ao CDI, por exemplo, esta debenture oferece uma proteção mais eficaz contra a erosão inflacionária. A rentabilidade bruta anualizada estimada é de 11,015095401491%, mas o diferencial chave é a isenção de IR para pessoa física, o que a torna muito competitiva em termos de retorno líquido, especialmente em comparação com títulos tributáveis.

Esta Debenture Incentivada ENGIE IPCA +6,9% está disponível para investimento através de corretoras de valores autorizadas e regulamentadas pela CVM. No seu caso, a distribuidora mencionada é a Rico Investimentos, uma plataforma conhecida por oferecer acesso a uma ampla gama de produtos de renda fixa e variável. Para adquirir o título, você precisará ter conta aberta em uma dessas corretoras, acessar a área de investimentos em renda fixa, buscar por debentures e localizar a emissão específica da ENGIE. É importante verificar a disponibilidade e as condições de negociação diretamente na plataforma da corretora.

A segurança desta debenture é classificada como 'Excelente', o que indica uma alta confiança na capacidade da ENGIE de honrar seus compromissos financeiros. No entanto, é crucial entender que debentures, diferentemente de investimentos como CDBs, LCIs e LCAs, não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC garante a devolução de até R$ 250.000 por CPF e por instituição financeira em caso de falência ou liquidação da instituição. A ausência do FGC significa que, em um cenário extremo de inadimplência por parte da ENGIE, o investidor pode perder parte ou a totalidade do capital investido. A segurança, portanto, reside fundamentalmente na análise de crédito robusta do emissor e na sua saúde financeira.

A comparação com o CDI requer uma análise cuidadosa, especialmente com a isenção de Imposto de Renda para pessoa física nesta debenture. Um título pós-fixado atrelado ao CDI tem sua rentabilidade bruta sujeita à tributação regressiva (de 22,5% a 15%). A Debenture ENGIE IPCA +6,9% oferece um retorno real (acima da inflação) de 6,9% ao ano, além da recomposição do poder de compra pelo IPCA. Em cenários onde o CDI rende mais que o IPCA + 6,9%, um título pós-fixado tributado pode ter um retorno líquido superior. Contudo, em cenários de inflação mais alta e/ou quando o CDI se aproxima da taxa de juros básica (Selic), a rentabilidade líquida desta debenture incentivada tende a superar significativamente a de um CDB pós-fixado com a mesma data de vencimento, devido à ausência de IR.

A classificação de segurança 'Excelente' para a Debenture ENGIE IPCA +6,9% é justificada pela solidez financeira e pela forte posição de mercado da ENGIE. Como uma gigante global no setor de energia, a empresa possui um histórico consistente de geração de caixa, margem EBITDA saudável e um nível de endividamento controlado (Dívida Líquida/EBITDA em patamares que indicam boa capacidade de pagamento). O setor de energia, especialmente o de renováveis, é considerado resiliente e com demanda crescente, o que confere estabilidade ao negócio. A diversificação geográfica e de portfólio da ENGIE também contribui para mitigar riscos. A classificação 'Excelente' reflete a confiança do mercado na capacidade da empresa de cumprir suas obrigações financeiras, mesmo sem a garantia do FGC.

Em um cenário de Selic alta, a rentabilidade bruta de 11,015095401491% da debenture se torna mais atraente em comparação com a renda fixa tradicional, pois as taxas de juros de mercado tendem a subir. No entanto, o principal impacto de uma Selic alta é no custo de oportunidade: investimentos de renda variável ou com menor liquidez podem se tornar menos atraentes. Para esta debenture, o impacto direto é menor, pois seu retorno é composto pelo IPCA mais um prêmio fixo. Em um cenário de Selic baixa, o prêmio fixo de 6,9% se torna mais relevante e a proteção contra a inflação (IPCA) ganha destaque, pois a rentabilidade de outros ativos pós-fixados pode ser menor. O benefício da isenção de IR se mantém em ambos os cenários, tornando a debenture uma opção de bom retorno líquido.

O IPCA é o indexador principal desta debenture, o que significa que o investidor está protegido contra a perda do poder de compra. Se a inflação (IPCA) aumentar, o retorno nominal da debenture também aumentará, garantindo que o ganho real de 6,9% seja aplicado sobre um valor que se corrige. Em um cenário de inflação alta, esta debenture tende a performar muito bem. Mudanças no cenário econômico brasileiro, como instabilidade política ou choques de oferta que elevem a inflação, podem beneficiar diretamente o retorno nominal desta debenture. Por outro lado, um cenário de desinflação acentuada pode fazer com que o retorno nominal seja menor, embora o ganho real de 6,9% continue sendo garantido. A solidez da ENGIE como emissor global também ajuda a mitigar riscos específicos do cenário econômico brasileiro.

Esta debenture se encaixa bem em uma carteira diversificada, especialmente para investidores que buscam proteção contra a inflação e um retorno líquido atrativo devido à isenção de IR. Ela pode compor a parcela de renda fixa de médio prazo, oferecendo um perfil de risco-retorno favorável, com segurança classificada como 'Excelente' para o emissor ENGIE. Os principais riscos associados são o risco de crédito do emissor (embora baixo, a ENGIE é uma empresa sólida), a ausência de FGC, o risco de liquidez (debêntures podem ter menor liquidez em comparação com títulos de alta rotatividade) e o risco de volatilidade do IPCA, que, embora proteja contra a inflação, pode gerar flutuações no retorno nominal. O vencimento em 2029 também deve ser considerado em relação ao horizonte de investimento do aportador.