Debenture ISA ENERGIA (CTEEP) IPCA +6,15%
Debenture

Vencimento em 16/10/2037
10,98%
Bruto a.a.
9,93%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Limitada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.069,54
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Resgatar em
140 meses
Rendimento bruto
R$ 3.610,80
Rendimento líquido
R$ 3.229,61

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

A Debenture ISA ENERGIA (CTEEP) IPCA +6,15% oferece uma rentabilidade pós-fixada atrativa, atrelada à inflação (IPCA) acrescida de uma taxa de 6,15% ao ano, com vencimento em 2037. Essa estrutura proporciona proteção contra a erosão do poder de compra e uma remuneração superior ao CDI em cenários inflacionários. A previsibilidade da remuneração, embora limitada em relação a benchmarks específicos (barra 33%), a torna interessante para investidores que buscam um fluxo de renda consistente e diversificação em seu portfólio. Ideal para perfis moderados a arrojados, que toleram um nível de risco reduzido em busca de retornos diferenciados no longo prazo.

IPCA | Taxa IPCA + 6.15%
Investimento Mínimo R$ 1.069,54
Imposto de Renda Tabela Regressiva (15,0%)
Garantia Sem Garantia
Vencimento 16/10/2037 (140 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Xp Investimentos

IPCA + 6.15%
Ganho Total % 201,96% info
Taxa Líquida Anual 9,93% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,76% info
vs. CDI -36,48% info
vs. Poupança +162,53% info

Análise do Emissor

ISA CTEEP COMPANHIA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA PAULISTA

CNPJ: 03.047.577/0001-18

Setor: Instituição Financeira

ISA ENERGIA (CTEEP) é uma empresa de infraestrutura energética com forte atuação na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e América Latina. Com um histórico consolidado e um papel crucial na segurança energética do país, a CTEEP busca constantemente a expansão e a otimização de suas operações, visando a sustentabilidade e o desenvolvimento do setor. Seu potencial de crescimento está atrelado ao aumento da demanda por energia e à expansão da matriz energética brasileira, com foco em fontes renováveis e eficiência.

Análise de Risco

1. **Classificação**: Alto risco.
2. **Métricas Chave**: A ISA ENERGIA (CTEEP) opera em um setor de infraestrutura essencial, mas a classificação de segurança 'Reduzida' exige análise aprofundada. Indicadores como Dívida/EBITDA e Margem EBITDA são cruciais para avaliar a capacidade de pagamento da empresa. A geração de caixa, embora geralmente estável em setores de infraestrutura, pode ser impactada por regulamentações e custos operacionais.
3. **Contexto Setorial**: O setor de energia elétrica no Brasil é regulado e essencial, mas enfrenta desafios como volatilidade nos preços da energia, necessidade de investimentos em modernização e expansão, e riscos associados a mudanças regulatórias. A posição competitiva da CTEEP é forte, mas a exposição a riscos setoriais é inerente.
4. **Garantias**: O investimento não conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que aumenta o risco para o investidor em caso de inadimplência do emissor. A análise deve considerar outras garantias específicas da debenture, se houver.
5. **Cenário Macro**: A taxa Selic atual e o cenário econômico influenciam o custo de capital da empresa e a atratividade de investimentos de renda fixa. Um cenário de inflação alta, como indicado pelo indexador IPCA, pode ser benéfico para a rentabilidade real, mas a taxa de juros elevada pode impactar a capacidade de rolagem de dívidas da empresa.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito elevado devido à classificação 'Reduzida'.
  • Ausência de proteção do FGC.
  • Rentabilidade limitada, com teto de ganho.
  • Vencimento de longo prazo, o que pode implicar menor liquidez.

Pontos Fortes

  • Atuação em setor essencial e regulado.
  • Rentabilidade atrelada à inflação (IPCA) protegendo o poder de compra.
  • Potencial de retorno nominal atrativo com a taxa oferecida.
  • Emissor com histórico de operações no setor de energia.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Esta debenture é um título de dívida emitido pela ISA ENERGIA (CTEEP) que remunera o investidor com a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais uma taxa de 6,15% ao ano. Ao final de cada período de apuração, o valor da inflação acumulada é somado à taxa fixa, garantindo que seu capital seja corrigido e que você receba um ganho real. O emissor se compromete a pagar o valor principal e os juros na data de vencimento, que é 16 de outubro de 2037. É um investimento de renda fixa que busca proteger seu poder de compra e oferecer um retorno acima da inflação.

A Debenture ISA ENERGIA (CTEEP) IPCA +6,15% tem sua data de vencimento estabelecida para 16 de outubro de 2037. Ao atingir o vencimento, o investidor receberá de volta o valor principal investido, acrescido de toda a rentabilidade acumulada até aquela data, que é composta pela variação do IPCA mais os 6,15% anuais. É importante ressaltar que, como título de dívida, o pagamento integral é feito pelo emissor, a ISA ENERGIA (CTEEP), conforme as condições pré-estabelecidas no momento da emissão. O investidor não precisa realizar nenhuma ação específica para receber o valor.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação do Brasil, calculado pelo IBGE. Ele mede a variação média dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias. Na Debenture ISA ENERGIA (CTEEP) IPCA +6,15%, o IPCA funciona como um indexador, garantindo que o valor investido seja corrigido pela inflação. Isso significa que seu dinheiro não perde poder de compra ao longo do tempo. A rentabilidade total será a soma da variação do IPCA mais uma taxa fixa de 6,15% ao ano, proporcionando um ganho real acima da inflação, o que é um diferencial importante em períodos de alta de preços.

A principal diferença reside no indexador e na proteção contra a inflação. Investimentos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) acompanham a taxa básica de juros da economia e são mais sensíveis a ciclos de alta e baixa da Selic. Já esta debenture é indexada ao IPCA, o que garante a correção do seu capital pela inflação, além de uma taxa fixa. Em cenários de inflação elevada, o IPCA tende a superar o CDI, tornando esta debenture mais vantajosa. Em cenários de inflação baixa, o CDI pode oferecer uma rentabilidade nominal superior. Portanto, a escolha depende do seu cenário de expectativa para a inflação e juros.

A segurança desta debenture é classificada como reduzida, principalmente porque não conta com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), comum em investimentos como CDBs. A segurança do investimento recai sobre a capacidade de pagamento da ISA ENERGIA (CTEEP). Embora a empresa atue em um setor essencial e possua um histórico de operações, a análise de crédito do emissor é fundamental. Indicadores como endividamento (Dívida/EBITDA) e geração de caixa devem ser monitorados. O fato de a rentabilidade ser limitada (barra 33%) também pode indicar que o emissor busca otimizar sua estrutura de capital, o que requer atenção por parte do investidor.

Para obter informações detalhadas sobre a análise de crédito da ISA ENERGIA (CTEEP), o investidor deve consultar o prospecto da oferta da debenture, que é um documento legal que contém informações completas sobre o emissor, a estrutura da operação, os riscos envolvidos e as análises financeiras. Agências de rating independentes também publicam relatórios sobre a capacidade de pagamento de empresas, que podem ser acessados em seus respectivos sites. Além disso, a Rico Investimentos, como distribuidor, pode fornecer acesso a relatórios de análise de crédito e responder a dúvidas pontuais sobre o emissor.

Em um cenário de inflação alta, a Debenture ISA ENERGIA (CTEEP) IPCA +6,15% tende a apresentar uma rentabilidade nominal significativamente maior. Como o IPCA é o indexador, a parte variável da remuneração acompanhará o aumento dos preços. Se a inflação medida pelo IPCA for, por exemplo, de 10% em um ano, a rentabilidade total bruta seria próxima de 16,15% (10% do IPCA + 6,15% da taxa fixa). Isso protege o poder de compra do investidor e pode superar a rentabilidade de outros investimentos de renda fixa em cenários inflacionários, embora a análise de crédito do emissor permaneça crucial.

Uma taxa Selic baixa torna esta debenture mais atrativa em termos relativos. Em um ambiente de juros baixos, a taxa fixa de 6,15% ao ano já é um bom patamar, e a proteção contra a inflação se torna ainda mais valiosa. Por outro lado, se a Selic estiver muito alta, investimentos atrelados ao CDI ou pós-fixados podem oferecer uma rentabilidade nominal mais elevada no curto prazo. No entanto, a debenture com IPCA + 6,15% ainda oferece uma performance real positiva e protegida da inflação, o que pode ser mais interessante para quem busca preservação de capital e ganhos reais consistentes, mesmo em um cenário de juros elevados, desde que o risco do emissor seja aceitável.

Esta debenture pode agregar valor a uma carteira diversificada ao oferecer exposição a um ativo de renda fixa com características de proteção inflacionária e um emissor do setor de infraestrutura. Ela pode atuar como um hedge natural contra a inflação e complementar investimentos de maior risco ou com indexadores diferentes. O risco na carteira dependerá da proporção que esta debenture ocupar. Dado o nível de segurança reduzida e a longa maturidade, é recomendável que não seja o único ativo de renda fixa e que o investidor tenha tolerância ao risco de crédito do emissor. A diversificação com outros ativos de renda fixa (pós-fixados, prefixados) e renda variável é fundamental para mitigar riscos gerais da carteira.