Debenture ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS IPCA +6,7%
Debenture

Vencimento em 17/11/2036
11,55%
Bruto a.a.
10,42%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Limitada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.450,22
Selecione onde quer investir
Resgatar em
129 meses
Rendimento bruto
R$ 4.701,07
Rendimento líquido
R$ 4.213,45

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

A Debenture ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS IPCA +6,7% é uma oportunidade de investimento em renda fixa com remuneração atrelada à inflação (IPCA) acrescida de uma taxa de juros de 6,7% ao ano. Com vencimento em 2036, oferece um horizonte de longo prazo para diversificação de portfólio. A rentabilidade é considerada razoável, com um potencial de desempenho superior ao benchmark, indicando atratividade para investidores que buscam proteção contra a inflação e retornos consistentes. A distribuição é realizada pela Rico Investimentos, facilitando o acesso a este ativo. É ideal para perfis de investidor que toleram um risco moderado em busca de maior rentabilidade e que desejam se expor ao setor de infraestrutura portuária.

IPCA | Taxa IPCA + 6.70%
Investimento Mínimo R$ 1.450,22
Imposto de Renda Tabela Regressiva (15,0%)
Garantia Sem Garantia
Vencimento 17/11/2036 (129 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Xp Investimentos

IPCA + 6.70%
Ganho Total % 190,54% info
Taxa Líquida Anual 10,42% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,80% info
vs. CDI -30,49% info
vs. Poupança +155,39% info

Análise do Emissor

ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS S.A.

CNPJ: 10.480.863/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A Itapoá Terminais Portuários S.A. (ITAPOÁ) é um dos principais terminais portuários do Brasil, localizado estrategicamente no Porto de Itapoá, em Santa Catarina. Sua missão é oferecer soluções logísticas eficientes e seguras para o comércio exterior, impulsionando o desenvolvimento econômico da região. Com um histórico de crescimento consistente, a ITAPOÁ se destaca pela capacidade de movimentação de cargas, tecnologia de ponta e compromisso com a sustentabilidade. O terminal possui capacidade para atender navios de grande porte, o que o torna um importante elo na cadeia de suprimentos global. Seu potencial reside na contínua expansão da infraestrutura portuária e na crescente demanda por serviços de movimentação de contêineres e granéis.

Análise de Risco

1. **Classificação**: Médio risco. A classificação 'Reduzida' de segurança indica um risco de crédito moderado, exigindo análise cuidadosa.
2. --Métricas Chave--: Para avaliar a ITAPOÁ, empresa de infraestrutura portuária, é crucial analisar a relação Dívida/EBITDA, a margem EBITDA e a capacidade de geração de caixa. Uma baixa relação Dívida/EBITDA demonstra solidez financeira. Margens EBITDA robustas indicam eficiência operacional. A análise da geração de caixa livre é fundamental para avaliar a capacidade da empresa de honrar seus compromissos.
3. --Contexto Setorial--: O setor portuário é sensível às flutuações do comércio exterior e ao desempenho da economia global. A ITAPOÁ está bem posicionada, mas pode ser impactada por mudanças regulatórias, concorrência e variações nos fluxos de comércio. A concentração de clientes e a dependência de determinados mercados também são fatores de risco.
4. --Garantias--: A ausência de cobertura pelo FGC aumenta o risco. É fundamental analisar as garantias específicas da debênture, como a existência de ativos em garantia ou outras proteções.
5. --Cenário Macro--: A alta taxa Selic pode impactar o custo de captação da ITAPOÁ, mas, por ser uma debênture atrelada ao IPCA, o investidor está protegido da inflação. A estabilidade econômica e o crescimento do comércio exterior são fatores positivos para o desempenho da empresa.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito 'Reduzido', indicando maior atenção. Ausência de cobertura do FGC. Sensibilidade às flutuações do comércio exterior. Dependência do desempenho da economia global. Possíveis impactos de mudanças regulatórias.

Pontos Fortes

  • Terminal portuário estratégico com localização privilegiada. Potencial de crescimento ligado ao comércio exterior. Indexação ao IPCA, oferecendo proteção contra a inflação. Rentabilidade atrativa, superior ao benchmark. Histórico de solidez e experiência no setor.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

A Debenture ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS IPCA +6,7% é um título de dívida emitido pela empresa ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS S.A. Ao adquirir esta debenture, você está emprestando dinheiro para a empresa em troca de remuneração. O funcionamento se dá através do pagamento de juros periódicos (se houver) e a devolução do valor principal no vencimento. A rentabilidade é composta pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, mais uma taxa fixa de 6,7% ao ano. Este tipo de investimento é uma forma de a empresa captar recursos para financiar suas atividades e expansões, enquanto o investidor busca retornos atrelados à inflação e uma taxa adicional.

A data de vencimento da Debenture ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS IPCA +6,7% é 17 de novembro de 2036. No dia do vencimento, a empresa emissora, ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS S.A., é obrigada a pagar de volta ao investidor o valor nominal investido (principal), corrigido pela variação do IPCA acumulado desde a data de emissão ou último pagamento, acrescido da taxa de juros de 6,7% ao ano. É importante verificar no prospecto da oferta se há alguma carência ou amortização parcial ao longo do período, mas em geral, o pagamento integral ocorre na data final de vencimento estabelecida.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação no Brasil, medido pelo IBGE. Quando uma debenture é indexada ao IPCA, como a ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS IPCA +6,7%, significa que a rentabilidade do seu investimento será composta por duas partes: a variação do IPCA e uma taxa de juros adicional (neste caso, 6,7% ao ano). Isso garante que o seu poder de compra seja preservado, pois a parte atrelada ao IPCA acompanha a alta dos preços. Se a inflação subir, sua rentabilidade total também aumentará, protegendo o valor do seu dinheiro ao longo do tempo.

A Debenture ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS IPCA +6,7% oferece uma rentabilidade composta pela inflação (IPCA) mais uma taxa fixa de 6,7%. Em comparação com um investimento atrelado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que geralmente oferece uma porcentagem do CDI, o desempenho dependerá do cenário econômico. Em períodos de alta inflação, a parte do IPCA desta debenture tende a superar o CDI, proporcionando maior ganho real. Por outro lado, em cenários de inflação controlada e juros altos, um investimento de alta qualidade atrelado ao CDI pode oferecer retornos nominais mais elevados. A análise de 'rentabilidade razoável' sugere que ela é competitiva, mas a comparação direta exige projeções de IPCA e CDI.

A segurança desta debenture é classificada como 'Reduzida', indicando um risco de crédito mais elevado. A principal implicação da ausência de FGC (Fundo Garantidor de Créditos) é que, em caso de inadimplência ou falência da ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS S.A., o investidor não terá seu capital protegido pelo fundo garantidor, que cobre investimentos em bancos e financeiras. Portanto, a segurança do seu investimento depende diretamente da saúde financeira e da capacidade de pagamento do emissor. É fundamental uma análise aprofundada do crédito da empresa antes de investir.

Informações detalhadas sobre a análise de crédito do emissor, a ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS S.A., geralmente são encontradas no prospecto da oferta pública de debentures, que deve ser disponibilizado pelo distribuidor (neste caso, a Rico Investimentos) e pela própria empresa. Recomenda-se também consultar relatórios de agências de rating (como S&P, Moody's, Fitch) que avaliam a capacidade de pagamento do emissor, e analisar os demonstrativos financeiros da empresa, disponíveis em seu site de relações com investidores. A análise de métricas como Dívida/EBITDA e geração de caixa é crucial.

Um cenário de Selic alta, a taxa básica de juros da economia, impacta esta debenture de duas formas principais. Primeiro, a taxa de juros adicional de 6,7% pode se tornar menos atrativa em comparação com investimentos de renda fixa pós-fixados que acompanham diretamente a Selic. Segundo, uma Selic alta pode aumentar o custo de captação para a ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS S.A. caso ela precise se endividar mais, o que pode pressionar suas finanças e, consequentemente, aumentar o risco de crédito percebido. No entanto, a parte do IPCA da remuneração continua protegendo contra a inflação, e a demanda por investimentos indexados à inflação pode aumentar em cenários de juros elevados.

Uma inflação elevada tem um impacto positivo na parte indexada ao IPCA da sua rentabilidade. Como a Debenture ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS IPCA +6,7% tem sua remuneração atrelada à variação do IPCA, um aumento na inflação significa que o valor do seu investimento será corrigido em maior proporção. Isso garante que o seu poder de compra seja mantido ou até mesmo ampliado, pois o ganho real (acima da inflação) será efetivamente o spread de 6,7% ao ano. Em um ambiente inflacionário, debentures indexadas ao IPCA tendem a apresentar um desempenho superior a títulos puramente prefixados ou atrelados a taxas de juros mais voláteis.

Esta debenture pode ser uma ferramenta valiosa para diversificar uma carteira de investimentos, especialmente para investidores que buscam proteção contra a inflação e exposição ao setor de infraestrutura. Ao adicionar um ativo com rentabilidade atrelada ao IPCA e um vencimento longo, o investidor pode mitigar riscos de outros ativos mais voláteis e capturar potenciais ganhos reais. Os riscos inerentes incluem o risco de crédito do emissor (ITAPOÁ TERMINAIS PORTUÁRIOS S.A.), dado que não há FGC; o risco de mercado, que pode afetar a liquidez e o preço do título caso precise ser vendido antes do vencimento; e o risco de longo prazo, onde eventos macroeconômicos ou setoriais podem impactar a empresa ao longo dos anos até 2036.