Debenture TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA IPCA +6,03%
Debenture Incentivada
ISENTO

Vencimento em 16/04/2032
IPCA + 7.09%
Gross UP
10,02%
Bruto a.a.
10,02%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Razoável
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 9.372,53
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Resgatar em
74 meses
Rendimento bruto
R$ 16.928,71
Rendimento líquido
R$ 16.928,71

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Esta Debênture Incentivada da Transmissora Aliança de Energia Elétrica oferece uma rentabilidade de IPCA + 6,03%, com vencimento em 16 de abril de 2032. A classificação de rentabilidade como 'Razoável' (3.14% acima do benchmark, barra 50%) sugere um retorno competitivo em relação a outros ativos de renda fixa. Por ser uma debênture incentivada, é isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que potencializa o retorno líquido. A segurança é classificada como 'Reduzida' (barra 33%, FGC: Não), indicando um perfil de risco mais elevado, ideal para investidores com maior tolerância ao risco e que buscam diversificar suas carteiras com ativos de maior potencial de retorno, mas cientes da ausência de garantia do Fundo Garantidor de Créditos.

IPCA | Taxa IPCA + 6.03% | Taxa c/ GrossUp IPCA + 7.09%
Investimento Mínimo R$ 9.372,53
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 16/04/2032 (74 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Ágora Investimentos

IPCA + 6.03%
Ganho Total % 80,62% info
Taxa Líquida Anual 10,02% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,77% info
vs. CDI +3,14% info
vs. Poupança +16,02% info

Análise do Emissor

Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.

CNPJ: 06.079.711/0001-80

Setor: Instituição Financeira

A TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA (TAEE11) é uma das maiores empresas de transmissão de energia elétrica do Brasil, com atuação em diversas regiões do país. Sua missão é garantir o fornecimento de energia de forma eficiente e confiável, impulsionando o desenvolvimento econômico e social. Com um histórico sólido e consistente, a empresa se destaca pela gestão estratégica de seus ativos e pela busca constante por inovação e sustentabilidade. O potencial da TAEE11 reside na crescente demanda por energia elétrica, impulsionada pelo crescimento populacional e industrial, além da expansão da infraestrutura de transmissão, que garante a conexão de fontes renováveis e a segurança do sistema elétrico nacional. A empresa demonstra resiliência em diferentes cenários econômicos, com capacidade de gerar valor para seus investidores a longo prazo.

Análise de Risco

1. **Classificação**: Médio risco. A classificação "Reduzida" para a segurança indica um nível de risco moderado, refletindo a necessidade de análise criteriosa por parte do investidor.
2. **Métricas Chave**: Para empresas de transmissão de energia, a análise da dívida/EBITDA é crucial, indicando a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros. A margem EBITDA, por sua vez, demonstra a eficiência operacional e a capacidade de geração de caixa. A análise da geração de caixa operacional é importante para avaliar a capacidade da empresa de cobrir seus custos e investimentos. A dívida/EBITDA da TAEE11 deve ser monitorada para avaliar sua alavancagem e a capacidade de pagamento.
3. **Contexto Setorial**: O setor de transmissão de energia é considerado defensivo, com demanda estável e previsível. No entanto, riscos regulatórios e a dependência de projetos de longo prazo podem impactar a rentabilidade. Mudanças nas regras do setor ou atrasos em projetos podem afetar negativamente a empresa. A TAEE11 opera em um setor essencial, mas está sujeita a riscos inerentes ao ambiente regulatório e à execução de projetos.
4. **Garantias**: A debênture não possui garantia do FGC. Outras garantias específicas podem estar presentes, como fianças ou hipotecas, mas devem ser avaliadas individualmente. A ausência da garantia do FGC aumenta o risco do investimento.
5. **Cenário Macro**: O cenário atual de Selic alta pode aumentar os custos de financiamento da empresa, impactando sua rentabilidade. A inflação, por outro lado, beneficia o investimento indexado ao IPCA. A análise do cenário econômico, incluindo as expectativas para a inflação e as taxas de juros, é fundamental para avaliar o potencial de retorno e os riscos associados.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito classificado como 'Reduzido'.
  • Ausência de garantia do FGC.
  • Sensibilidade a mudanças nas taxas de juros (Selic).
  • Risco regulatório e dependência de projetos de longo prazo.
  • Impacto da inflação e cenário econômico na rentabilidade.

Pontos Fortes

  • Empresa com atuação em setor essencial e defensivo.
  • Indexação ao IPCA oferece proteção contra a inflação.
  • Potencial de rentabilidade atrativo, acima do benchmark.
  • Horizonte de investimento de longo prazo (vencimento em 2032).
  • Benefícios fiscais por ser debênture incentivada.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Uma Debênture Incentivada é um título de dívida emitido por empresas para financiar projetos de infraestrutura, com a vantagem de ser isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas. A Debênture TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA IPCA +6,03% funciona como um empréstimo que você faz para a empresa, em troca de receber juros. Neste caso, os juros são compostos pela variação do IPCA (índice de inflação) mais uma taxa fixa de 6,03% ao ano. O vencimento final deste investimento está programado para 16 de abril de 2032.

O prazo de vencimento desta Debênture TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA IPCA +6,03% é 16 de abril de 2032. Isso significa que o valor principal investido, acrescido de toda a rentabilidade acumulada até a data, será pago integralmente ao investidor no vencimento. Antes do vencimento, podem existir pagamentos de juros periódicos (cupons), dependendo da estrutura específica da emissão, mas o resgate total do capital ocorrerá somente na data final estipulada.

O indexador IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é um indicador oficial da inflação no Brasil. Ao investir em uma debênture indexada ao IPCA, sua rentabilidade estará atrelada ao aumento dos preços ao consumidor. Isso significa que, além de receber uma taxa fixa de 6,03% ao ano, o valor principal do seu investimento será corrigido pela inflação, garantindo que seu poder de compra seja preservado ao longo do tempo. Essa característica é especialmente importante em períodos de alta inflacionária.

A classificação de rentabilidade 'Razoável' com 3.14% acima do benchmark e barra 50% indica que esta debênture tem um potencial de retorno superior ao de investimentos atrelados a benchmarks mais conservadores, como o CDI. Embora o CDI seja uma taxa de referência comum, esta debênture oferece um prêmio adicional que a torna mais atrativa para quem busca maior rentabilidade. No entanto, é importante notar que essa maior rentabilidade geralmente vem acompanhada de um risco maior, como é o caso desta debênture.

A segurança deste investimento é classificada como 'Reduzida', com uma barra de 33%. Isso se deve, principalmente, à ausência de garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC é uma entidade que protege investidores em caso de quebra de instituições financeiras, garantindo o reembolso de até R$ 250.000 por CPF e por instituição. A ausência do FGC significa que, em caso de inadimplência ou falência da Transmissora Aliança de Energia Elétrica, o investidor não terá essa proteção e poderá perder parte ou todo o capital investido. Portanto, é crucial avaliar a saúde financeira do emissor.

A Debênture TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA IPCA +6,03% é distribuída pela Ágora Investimentos, uma corretora de valores. Para adquirir este investimento, você precisará ter uma conta aberta e ativa na Ágora Investimentos ou em outra corretora que tenha parceria para distribuição deste produto. O processo de aquisição geralmente é feito através da plataforma de investimentos da corretora, onde você poderá visualizar os detalhes da oferta e realizar a aplicação.

Em um cenário de Selic alta, o rendimento da sua debênture, que é IPCA + 6,03%, pode se tornar menos atrativo em comparação com aplicações diretamente atreladas à taxa básica de juros, como o Tesouro Selic ou CDBs pós-fixados. Isso ocorre porque a Selic alta tende a elevar os juros de mercado, tornando outras opções de renda fixa mais competitivas. No entanto, a componente IPCA da sua debênture protege o poder de compra, o que é vantajoso em cenários de inflação elevada. A alta da Selic pode, por outro lado, aumentar o custo de captação para empresas, potencialmente impactando o risco de crédito de emissores menos robustos, mas a natureza de infraestrutura da Transmissora Aliança pode oferecer alguma resiliência.

A análise de crédito do emissor, Transmissora Aliança de Energia Elétrica, é fundamental devido à classificação de segurança 'Reduzida' e à ausência de FGC. Embora o setor de transmissão de energia seja considerado resiliente e com receitas previsíveis, é preciso avaliar métricas como o nível de endividamento (Dívida Líquida/EBITDA), a capacidade de geração de caixa e a estrutura de custos da empresa. Riscos específicos incluem a possibilidade de atrasos em projetos, aumento de custos operacionais, mudanças regulatórias que afetem a receita ou a rentabilidade, e a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros em um cenário macroeconômico adverso. Uma análise aprofundada dos relatórios financeiros e das agências de rating (se disponíveis) é recomendada.

Esta debênture, com sua rentabilidade 'Razoável' e segurança 'Reduzida', pode ser uma peça interessante em uma carteira de investimentos diversificada, mas exige cautela. Para investidores com perfil arrojado ou moderado, ela pode oferecer um potencial de retorno superior ao de ativos mais conservadores, além de proteção contra a inflação através do indexador IPCA. É crucial que a alocação nesta debênture seja proporcional ao apetite ao risco do investidor e que a carteira como um todo mantenha um bom equilíbrio entre ativos de diferentes níveis de risco. A ausência de FGC reforça a necessidade de diversificar o portfólio para mitigar o risco de concentração em um único emissor de maior risco.