Debenture VALE IPCA +6,2%
Debenture Incentivada
ISENTO

Vencimento em 18/10/2039
IPCA + 7.29%
Gross UP
10,13%
Bruto a.a.
10,13%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Boa
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.089,41
Selecione onde quer investir
Resgatar em
165 meses
Rendimento bruto
R$ 4.112,84
Rendimento líquido
R$ 4.112,84

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

A Debênture Incentivada da Vale, indexada ao IPCA e com taxa de 9.9297%, representa uma oportunidade de investimento com potencial de rentabilidade atrativa, com vencimento em 18 de outubro de 2039. O indexador IPCA oferece proteção contra a inflação, tornando o investimento interessante em cenários de alta inflacionária. A rentabilidade equilibrada, com 8.23% acima do benchmark (66%), indica um bom equilíbrio entre risco e retorno. A debênture é emitida pela Vale, empresa com sólida atuação no setor de mineração. O investimento é distribuído pela XP Investimentos, garantindo acesso a uma plataforma confiável e especializada. O prazo de vencimento longo proporciona previsibilidade e potencial de valorização a longo prazo. O perfil de investidor adequado para este produto é aquele que busca diversificação, proteção contra a inflação e aceita um nível de risco moderado, considerando a classificação de segurança Reduzida.

IPCA | Taxa IPCA + 6.20% | Taxa c/ GrossUp IPCA + 7.29%
Investimento Mínimo R$ 1.089,41
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 18/10/2039 (165 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Rico Investimentos

IPCA + 6.20%
Ganho Total % 277,53% info
Taxa Líquida Anual 10,13% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,78% info
vs. CDI +13,07% info
vs. Poupança +40,70% info

Xp Investimentos

IPCA + 6.20%
Ganho Total % 277,53% info
Taxa Líquida Anual 10,13% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,78% info
vs. CDI +13,07% info
vs. Poupança +40,70% info

Análise do Emissor

Vale S.A.

CNPJ: 33.592.510/0001-54

Setor: Instituição Financeira

A Vale S.A. é uma das maiores empresas de mineração do mundo, com atuação global e foco em minério de ferro, níquel e cobre. Sua missão é transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável. Com um histórico de mais de 80 anos, a Vale possui uma vasta experiência no setor, operando em diversos países e mantendo um compromisso com a segurança, a responsabilidade socioambiental e a inovação. A empresa busca constantemente aprimorar suas operações e explorar novas oportunidades de crescimento, visando um futuro sustentável e a criação de valor para seus acionistas e a sociedade.

Análise de Risco

A Vale, como emissora, apresenta riscos que precisam ser considerados. A relação Dívida/EBITDA, embora variável, demanda atenção constante, assim como a relação Dívida/Patrimônio Líquido, que indica o nível de alavancagem da empresa. A Margem EBITDA, por sua vez, demonstra a eficiência operacional, mas pode ser impactada pelas oscilações dos preços das commodities. A geração de caixa da Vale é robusta, porém, a concentração de crédito em poucos clientes e a exposição a setores cíclicos, como mineração, aumentam a volatilidade. A captação no mercado interbancário, embora presente, não é o principal fator. O rating de crédito da Vale é um fator relevante, pois indica a capacidade de honrar seus compromissos financeiros. A ausência de proteção do FGC eleva o risco do investimento.

Pontos de Atenção

  • Setor de atuação cíclico, sujeito às flutuações dos preços das commodities. Exposição a riscos geopolíticos e ambientais, que podem impactar as operações. Concentração de crédito em alguns clientes importantes. Ausência de garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Pontos Fortes

  • Empresa com grande atuação global e diversificação de operações. Geração de caixa robusta, impulsionada pela demanda por minério de ferro. Histórico de solidez e experiência no setor de mineração. Potencial de crescimento em projetos estratégicos e novos mercados.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Uma Debênture Incentivada é um título de dívida emitido por empresas, nesse caso, a Vale, com o objetivo de captar recursos para financiar projetos específicos, geralmente de infraestrutura. No caso desta debênture, os recursos podem ser utilizados para projetos de mineração. A principal característica é o benefício fiscal para o investidor, que isenta o imposto de renda sobre os rendimentos. O investidor empresta dinheiro à empresa e recebe o valor investido de volta no vencimento, acrescido de juros, que neste caso são corrigidos pelo IPCA mais uma taxa prefixada. O pagamento dos juros pode ser semestral ou anual, dependendo das condições estabelecidas no prospecto.

O prazo de vencimento da Debênture Vale é em 18 de outubro de 2039, um prazo longo para investimentos. Isso significa que o investidor manterá o investimento por um período considerável, o que pode ser vantajoso para quem busca retornos a longo prazo e não precisa do capital investido no curto prazo. O prazo longo também implica em maior exposição aos riscos de mercado, como alterações na taxa de juros, inflação e condições econômicas. No entanto, a indexação ao IPCA ajuda a mitigar o risco inflacionário. O investidor deve estar ciente de que, quanto maior o prazo, maior a necessidade de analisar a solidez financeira da empresa emissora (Vale) e o contexto econômico geral.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação no Brasil. Ele mede a variação dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias. No caso da Debênture Vale, o IPCA é o indexador, o que significa que o valor investido é corrigido pela inflação, protegendo o investidor da perda do poder de compra. Além da correção pelo IPCA, a debênture oferece uma taxa prefixada de 6.2%, que se soma à inflação. Dessa forma, o investidor recebe uma rentabilidade real, que é a taxa prefixada, mais a variação do IPCA. Isso torna o investimento atrativo em cenários inflacionários, pois o investidor não perde para a inflação e ainda recebe um ganho real.

A rentabilidade da Debênture Vale, composta por IPCA + 6.2%, oferece uma taxa atrativa em comparação com outros investimentos de renda fixa. Comparada a títulos públicos indexados ao IPCA, como as NTN-B, a debênture pode oferecer um prêmio, dependendo das condições do mercado e do risco assumido. Em relação ao CDI, a debênture tende a ser mais vantajosa em cenários de inflação alta, pois o IPCA protege o investimento da perda do poder de compra. No entanto, a segurança é menor, pois a debênture não conta com a garantia do Tesouro Nacional, como os títulos públicos. A comparação deve considerar o perfil de risco do investidor, o horizonte de tempo e as expectativas de inflação e taxa de juros.

Os principais riscos incluem o risco de crédito da Vale, que é a possibilidade da empresa não honrar o pagamento da dívida. A classificação de segurança Reduzida indica um risco moderado. Outro risco é o de mercado, decorrente das variações da taxa de juros e da inflação. Em um cenário de alta da Selic, o valor da debênture pode cair no mercado secundário. A inflação, por sua vez, pode corroer o poder de compra dos rendimentos, caso a taxa IPCA + 6.2% não seja suficiente para superá-la. Há também o risco de liquidez, pois a venda da debênture antes do vencimento pode não ser fácil ou resultar em perdas. A ausência de FGC aumenta o risco. A análise cuidadosa do cenário econômico e da saúde financeira da Vale é fundamental.

A segurança da Debênture Vale é classificada como Reduzida, o que implica em um nível de risco moderado. Em comparação com títulos públicos, que possuem garantia do Tesouro Nacional, a debênture é considerada mais arriscada. Em relação a outros investimentos de renda fixa privada, como CDBs de bancos maiores, a segurança pode ser semelhante, mas a ausência de FGC aumenta o risco. As garantias da debênture podem incluir a fiança ou aval de terceiros, mas essa informação deve ser verificada no prospecto. A ausência de FGC significa que, em caso de insolvência da Vale, o investidor pode não receber o valor integral do investimento, o que torna a análise da saúde financeira da empresa crucial.

Em um cenário de alta da Selic, a Debênture Vale pode ser impactada de duas formas principais. Primeiro, o valor da debênture no mercado secundário pode diminuir, pois títulos com taxas mais altas se tornam mais atrativos. Segundo, a rentabilidade real do investimento pode ser menor, caso a inflação não acompanhe o aumento da Selic. Para mitigar esses efeitos, o investidor pode manter o título até o vencimento, garantindo o recebimento integral do valor investido mais os juros acordados. Outra estratégia é analisar o cenário econômico e as expectativas de inflação. Caso a Selic suba muito e a inflação não acompanhe, o investidor pode considerar a venda da debênture no mercado secundário para alocar em investimentos mais atrativos. A diversificação da carteira também é importante para reduzir o risco.

Em um cenário de inflação alta, a Debênture Vale se beneficia diretamente, pois o IPCA, que corrige o valor investido, acompanha o aumento dos preços. A taxa prefixada de 6.2% adiciona um ganho real ao investimento. Em um cenário de inflação baixa, a rentabilidade nominal pode ser menor, mas a rentabilidade real ainda será positiva, desde que a taxa prefixada supere a inflação. No entanto, em um cenário de deflação, o IPCA pode apresentar valores negativos, reduzindo o valor nominal da debênture. Para avaliar o impacto, o investidor deve analisar as expectativas de inflação e a taxa prefixada, considerando o horizonte de tempo do investimento. A proteção contra a inflação é um dos principais atrativos da debênture, tornando-a interessante em diferentes cenários econômicos.

A análise de crédito da Vale é crucial para avaliar o risco do investimento na debênture. Essa análise envolve a avaliação da capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros, o que inclui a análise de indicadores como a dívida líquida/EBITDA, a margem EBITDA e a geração de caixa. A análise também considera o contexto setorial, a posição competitiva da Vale e os riscos ESG. Uma análise de crédito sólida, com indicadores financeiros saudáveis e uma avaliação positiva da gestão da empresa, aumenta a segurança do investimento. Caso a análise de crédito revele fragilidades financeiras, o investidor deve avaliar o risco e considerar a diversificação da carteira. A ausência de FGC torna a análise de crédito ainda mais importante, pois o investidor assume todo o risco de crédito da Vale.