A Vale, como emissora, apresenta riscos que precisam ser considerados. A relação Dívida/EBITDA, embora variável, demanda atenção constante, assim como a relação Dívida/Patrimônio Líquido, que indica o nível de alavancagem da empresa. A Margem EBITDA, por sua vez, demonstra a eficiência operacional, mas pode ser impactada pelas oscilações dos preços das commodities. A geração de caixa da Vale é robusta, porém, a concentração de crédito em poucos clientes e a exposição a setores cíclicos, como mineração, aumentam a volatilidade. A captação no mercado interbancário, embora presente, não é o principal fator. O rating de crédito da Vale é um fator relevante, pois indica a capacidade de honrar seus compromissos financeiros. A ausência de proteção do FGC eleva o risco do investimento.