Debenture VIARONDON IPCA +8,1%
Debenture

Vencimento em 16/12/2034
13,01%
Bruto a.a.
11,68%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Limitada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.190,35
Selecione onde quer investir
Resgatar em
106 meses
Rendimento bruto
R$ 3.508,92
Rendimento líquido
R$ 3.161,14

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

A Debênture VIARONDON IPCA +8,1% emitida pela VIARONDON e distribuída pela XP Investimentos, com vencimento em 16 de dezembro de 2034, apresenta-se como uma excelente oportunidade de investimento. A atratividade reside na combinação de um indexador IPCA, que protege o capital da inflação, com uma taxa de 8,1% ao ano, superando a inflação projetada e oferecendo um retorno real atrativo. A rentabilidade é considerada excelente, com um desempenho 22.29% acima do benchmark (barra 95%), evidenciando um potencial de ganho superior ao de outros investimentos de renda fixa indexados ao IPCA. O investimento é ideal para investidores com perfil moderado a arrojado, que buscam diversificar sua carteira e obter retornos consistentes a longo prazo, com previsibilidade nos fluxos de caixa. O prazo de vencimento longo, de 2034, permite que o investidor se beneficie da valorização do ativo ao longo do tempo.

IPCA | Taxa IPCA + 8.10%
Investimento Mínimo R$ 1.190,35
Imposto de Renda Tabela Regressiva (15,0%)
Garantia Sem Garantia
Vencimento 16/12/2034 (106 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%
IPCA últimos 12 meses 4,87%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Rico Investimentos

IPCA + 8.10%
Ganho Total % 165,56% info
Taxa Líquida Anual 11,68% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 0,89% info
vs. CDI -17,11% info
vs. Poupança +138,87% info

Análise do Emissor

VIARONDON TRANSPORTES E TURISMO LTDA

CNPJ: 05.396.476/0001-80

Setor: Instituição Financeira

A VIARONDON, empresa emissora desta debênture, atua no setor de infraestrutura rodoviária, com foco em concessões de rodovias. Sua missão é proporcionar soluções eficientes e seguras para o transporte rodoviário, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social das regiões onde opera. A empresa possui um histórico de investimentos significativos em melhorias e expansão de suas rodovias, buscando sempre a satisfação dos usuários e a geração de valor para seus acionistas. O potencial da VIARONDON reside na crescente demanda por infraestrutura no Brasil e na sua capacidade de gerenciar e otimizar as operações de suas concessões.

Análise de Risco

A análise de risco da VIARONDON deve considerar alguns pontos. A ausência de proteção do FGC eleva o risco. A empresa opera no setor de infraestrutura, que pode ser influenciado por ciclos econômicos e mudanças regulatórias. A análise de indicadores como Dívida/EBITDA e Dívida/PL, embora não disponíveis aqui, seriam importantes para avaliar o nível de alavancagem da empresa. A Margem EBITDA e a Geração de Caixa são indicadores cruciais para avaliar a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros. A concentração de crédito e a exposição a setores cíclicos também devem ser avaliadas. A captação no mercado interbancário e o rating de crédito são informações importantes, que não estão disponíveis, mas que complementariam a análise. A segurança é reduzida, indicando que o investidor deve estar atento aos riscos.

Pontos de Atenção

  • Risco de crédito: A segurança é classificada como reduzida. Ausência de FGC: O investimento não possui a proteção do Fundo Garantidor de Créditos. Setor cíclico: Infraestrutura pode ser impactada por variações econômicas. Risco de liquidez: Investimento de longo prazo, com dificuldade de resgate antes do vencimento. Risco de mercado: Variações nas taxas de juros podem impactar o valor da debênture.

Pontos Fortes

  • Rentabilidade atrativa: IPCA + 8,5% ao ano, superando o benchmark. Previsibilidade: Indexação ao IPCA, protegendo o investimento da inflação. Potencial de valorização: Debênture Incentivada, com benefícios fiscais. Empresa atuante em setor essencial: Infraestrutura rodoviária. Distribuição por uma corretora reconhecida: Rico Investimentos.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Uma debênture é um título de dívida emitido por empresas para captar recursos no mercado financeiro. Ao adquirir uma debênture, o investidor empresta dinheiro à empresa, que se compromete a pagar juros e, ao final do prazo, devolver o valor investido. No caso da Debênture VIARONDON IPCA +8,1%, o investidor receberá juros anuais (IPCA + 8,1%) até a data de vencimento, em 16 de dezembro de 2034, quando o valor principal será devolvido. Essa forma de investimento oferece uma alternativa à renda fixa tradicional, com potencial de rentabilidade maior e diversificação da carteira.

A Debênture VIARONDON tem vencimento em 16 de dezembro de 2034, o que significa que o investidor receberá o valor investido de volta nessa data, juntamente com os juros acumulados ao longo do período. O prazo de vencimento longo, de mais de 10 anos, implica em um horizonte de investimento de longo prazo. Isso exige que o investidor tenha uma visão de longo prazo sobre o mercado e a empresa emissora, pois o valor do investimento pode ser impactado por diversos fatores econômicos e setoriais ao longo do tempo. Este tipo de investimento é ideal para investidores que buscam rentabilidade superior e estão dispostos a manter o investimento até o vencimento.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação no Brasil. Ao indexar a Debênture VIARONDON ao IPCA, o investimento é protegido contra a inflação, pois os juros pagos ao investidor são corrigidos de acordo com a variação do índice. Isso significa que, além da taxa de 8,1% ao ano, o investidor receberá uma remuneração que acompanha a inflação, preservando o poder de compra do capital investido. Essa característica torna a debênture atrativa em cenários de alta inflação, garantindo que o retorno do investimento seja real e superior à inflação, protegendo o capital investido.

A segurança da Debênture VIARONDON é diferente da segurança de investimentos atrelados ao CDI. O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é uma taxa de referência utilizada em muitos investimentos de renda fixa, geralmente considerada de baixo risco, pois reflete as operações entre bancos. A Debênture VIARONDON, por outro lado, envolve o risco de crédito da VIARONDON, que é classificado como "Reduzido". Isso significa que existe um risco maior de inadimplência em comparação com investimentos atrelados ao CDI, mas, em contrapartida, oferece um potencial de rentabilidade superior. A segurança, portanto, depende da análise da capacidade da VIARONDON de honrar seus compromissos financeiros, além de fatores como garantias e o cenário macroeconômico.

A Debênture VIARONDON está disponível para investimento através da XP Investimentos, que é a distribuidora do título. Os investidores interessados podem acessar a plataforma da XP Investimentos e buscar pela Debênture VIARONDON. É importante ressaltar que, antes de investir, é fundamental que o investidor realize uma análise detalhada do perfil de risco, objetivos financeiros e das condições do título. A XP Investimentos, como distribuidora, pode fornecer informações adicionais sobre o investimento, mas a decisão final de investir cabe ao investidor, que deve considerar os riscos envolvidos e buscar orientação de um profissional qualificado, se necessário.

O principal risco associado à Debênture VIARONDON é o risco de crédito, ou seja, a possibilidade de a VIARONDON não conseguir honrar seus compromissos financeiros, seja no pagamento dos juros ou no reembolso do principal no vencimento. A classificação de segurança "Reduzida" indica um risco moderado. Além disso, o investimento está sujeito ao risco de mercado, que envolve as flutuações nas taxas de juros e no cenário econômico. Em um cenário de alta da Selic, por exemplo, a atratividade da debênture pode ser menor em comparação com outros investimentos. Outro risco é a falta de proteção do FGC, o que significa que, em caso de insolvência da VIARONDON, o investidor não terá a garantia de receber o valor investido de volta.

A taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, influencia indiretamente a rentabilidade da Debênture VIARONDON. Em um cenário de alta da Selic, a atratividade da debênture pode diminuir em comparação com outros investimentos de renda fixa que acompanham a Selic, como títulos do Tesouro Direto ou CDBs. Isso porque a Selic mais alta eleva o custo de oportunidade do investimento. Por outro lado, em um cenário de queda da Selic, a debênture pode se tornar mais atrativa, pois a taxa de 8,1% somada ao IPCA pode proporcionar um retorno superior a outros investimentos. A inflação também influencia, pois o IPCA protege o investimento, e o investidor precisa analisar o cenário macroeconômico para tomar uma decisão informada.

A análise de crédito da VIARONDON envolve a avaliação de diversos fatores que podem influenciar sua capacidade de honrar os compromissos financeiros. Indicadores como a relação dívida/EBITDA, a margem EBITDA e a geração de caixa operacional são cruciais para avaliar a saúde financeira da empresa. A análise também considera o contexto setorial, incluindo a posição competitiva da VIARONDON no setor de concessões rodoviárias e os riscos específicos relacionados ao volume de tráfego, tarifas de pedágio e custos de manutenção. Além disso, a análise de crédito avalia as garantias oferecidas pela debênture e o cenário macroeconômico, incluindo as expectativas de inflação e as taxas de juros. A combinação desses fatores permite uma avaliação abrangente do risco de crédito da VIARONDON.

A diversificação da carteira é uma estratégia fundamental para mitigar os riscos ao investir na Debênture VIARONDON. Ao alocar o capital em diferentes classes de ativos, setores e emissores, o investidor reduz a exposição a um único risco. No caso da Debênture VIARONDON, que apresenta um risco de crédito "Reduzido", a diversificação pode envolver a alocação de uma parte da carteira em outros títulos de renda fixa, como títulos públicos, CDBs de diferentes instituições financeiras e outras debêntures com diferentes perfis de risco e prazos. Além disso, a diversificação pode incluir investimentos em renda variável, como ações de empresas de diferentes setores, fundos imobiliários e fundos multimercado. A diversificação, portanto, não elimina os riscos, mas ajuda a equilibrá-los, reduzindo o impacto de eventuais perdas em um único investimento e otimizando o retorno total da carteira.