CRA BOA SAFRA 101,1% CDI
CRA
ISENTO

Vencimento em 20/02/2032
118.94% do CDI
Gross UP
10,83%
Bruto a.a.
10,83%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.019,08
Selecione onde quer investir
Resgatar em
71 meses
Rendimento bruto
R$ 1.881,58
Rendimento líquido
R$ 1.881,58

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

O CRA BOA SAFRA 101,1% CDI é um título de renda fixa emitido pela BOA SAFRA, atrelado ao desempenho do CDI. Com vencimento em 2032, oferece uma rentabilidade atrativa de 101,1% do CDI, traduzindo-se em um potencial de ganho de 8.01% acima do benchmark, o que o posiciona como uma opção equilibrada para investidores que buscam retornos superiores ao CDI puro. Sua disponibilidade via XP Investimentos facilita o acesso a este ativo. É ideal para investidores com perfil moderado a arrojado, que toleram um nível de risco reduzido em troca de maior rentabilidade, com foco no longo prazo.

CDI | Taxa 101.10% do CDI | Taxa c/ GrossUp 118.94% do CDI
Investimento Mínimo R$ 1.019,08
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 20/02/2032 (71 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Xp Investimentos

101.10% do CDI
Ganho Total % 84,64% info
Taxa Líquida Anual 10,83% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,06% info
vs. CDI +8,01% info
vs. Poupança +20,74% info

Análise do Emissor

Boa Safra S.A.

CNPJ: 10.698.493/0001-06

Setor: Instituição Financeira

A Boa Safra S.A. é uma empresa brasileira com sólida atuação no agronegócio, especializada na produção e comercialização de sementes de alta performance. Fundada com a missão de impulsionar a produtividade e a sustentabilidade no campo, a Boa Safra se destaca pela inovação, qualidade e compromisso com seus clientes. Com um histórico de crescimento consistente e expansão geográfica, a empresa demonstra um forte potencial de crescimento, impulsionado pela crescente demanda por alimentos e tecnologias agrícolas. A Boa Safra investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento, buscando oferecer soluções que otimizem a produção e a rentabilidade dos produtores rurais.

Análise de Risco

A Boa Safra demonstra uma situação financeira que merece atenção. Embora as margens EBITDA sejam satisfatórias, a relação Dívida/EBITDA e Dívida/PL pode indicar um nível de alavancagem considerável, exigindo uma análise cuidadosa da capacidade de honrar seus compromissos financeiros. A geração de caixa, embora positiva, precisa ser monitorada para garantir a sustentabilidade dos investimentos. A concentração de crédito e a exposição a setores cíclicos, como o agronegócio, aumentam os riscos. A ausência de proteção do FGC e a não divulgação de rating de crédito reforçam a necessidade de cautela. A captação no interbancário, se elevada, pode indicar dependência de fontes de financiamento mais arriscadas. Diante disso, o investidor deve avaliar cuidadosamente sua tolerância ao risco.

Pontos de Atenção

  • Classificação de segurança reduzida. Risco atrelado à concentração de crédito e exposição a setores cíclicos. Ausência de proteção do FGC. Nível de alavancagem que exige monitoramento constante. Não divulgação de rating de crédito.

Pontos Fortes

  • Empresa com atuação no setor de agronegócio, considerado resiliente e estratégico. Potencial de crescimento atrelado à demanda por alimentos e tecnologias agrícolas. Rentabilidade atrativa, superando o benchmark do mercado. Indexação ao IPCA, protegendo o investimento da inflação.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

O CRA BOA SAFRA 101,1% CDI é um Certificado de Recebíveis do Agronegócio emitido pela BOA SAFRA. Ao investir, você está essencialmente emprestando dinheiro para a empresa, que utiliza os recursos para financiar suas atividades no setor do agronegócio. Em troca, você recebe o valor investido de volta acrescido de juros. A remuneração é definida como 101,1% do CDI, um indicador de taxa de juros de referência no mercado financeiro brasileiro. O vencimento deste título está programado para 20 de fevereiro de 2032, o que significa que seu capital será devolvido apenas nesta data, com os rendimentos sendo acumulados ao longo do período. É importante notar que este tipo de investimento não possui a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

O prazo de vencimento para o CRA BOA SAFRA 101,1% CDI é estipulado para 20 de fevereiro de 2032. Isso significa que o seu investimento terá um horizonte de longo prazo, com o capital sendo resgatado integralmente nesta data. Quanto à rentabilidade, o título oferece 101,1% do CDI. Considerando que o CDI acompanha de perto a taxa Selic, a rentabilidade tende a ser atrativa, especialmente em cenários de juros elevados. A projeção de retorno indica um ganho de aproximadamente 8.01% acima do benchmark, caracterizando um perfil de investimento equilibrado, mas é crucial entender que este valor é uma projeção e a rentabilidade real dependerá das oscilações do CDI até o vencimento.

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é um título emitido por bancos para captar recursos no mercado interbancário. Sua taxa diária é muito próxima à taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira. No CRA BOA SAFRA 101,1% CDI, o CDI funciona como o indexador, ou seja, o seu rendimento será diretamente influenciado pelas variações do CDI. Se o CDI subir, seu rendimento também aumenta; se o CDI cair, seu rendimento diminui. Essa característica torna o investimento previsível em termos de percentual sobre o CDI, mas a rentabilidade final em reais dependerá da trajetória futura do CDI até o vencimento do título, em 2032. É um indexador amplamente utilizado e considerado um bom termômetro para a renda fixa.

A segurança do CRA BOA SAFRA 101,1% CDI é classificada como "Reduzida", o que indica um nível de risco mais elevado em comparação com outros investimentos. A principal razão para essa classificação é a ausência do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC é uma entidade privada que protege investidores em caso de falência de instituições financeiras, cobrindo depósitos e alguns investimentos em até R$ 250.000 por CPF e por instituição. Sem essa garantia, o investidor assume diretamente o risco de crédito do emissor, a BOA SAFRA. Isso significa que, em uma eventual dificuldade financeira ou falência da BOA SAFRA, o investidor pode não recuperar o valor total aplicado.

Investir a 101,1% do CDI é uma proposta de rentabilidade bastante atrativa no cenário atual de renda fixa. Em comparação com investimentos que rendem 100% do CDI, como alguns CDBs de liquidez diária, o CRA BOA SAFRA oferece um diferencial de 1,1% acima do benchmark. Isso se traduz em um potencial de ganho aproximadamente 8.01% superior ao CDI puro, como indicado na descrição do produto. Em relação a títulos públicos como o Tesouro Selic, que rende 100% da Selic (e, portanto, próximo a 100% do CDI), o CRA oferece um prêmio. No entanto, é fundamental ponderar essa rentabilidade adicional com o risco de crédito do emissor e a liquidez, que é restrita até o vencimento.

Considerando a classificação de segurança "Reduzida" e a ausência de FGC, o CRA BOA SAFRA 101,1% CDI não é adequado para todos os perfis de investidor. Ele é mais indicado para investidores com perfil moderado a arrojado, que possuem um conhecimento mais aprofundado sobre o mercado financeiro, compreendem os riscos envolvidos em investimentos de crédito privado e têm tolerância a um nível de risco mais elevado. Investidores conservadores, que priorizam a segurança do capital acima de tudo, e aqueles que necessitam de liquidez imediata ou de curto prazo, devem buscar outras opções de investimento que ofereçam maior proteção e flexibilidade, como Tesouro Selic ou CDBs com liquidez diária e garantia do FGC.

Em um cenário de queda na taxa Selic, a rentabilidade do CRA BOA SAFRA 101,1% CDI também tenderá a diminuir, mas de forma proporcional. Como o CDI acompanha de perto a Selic, uma redução na taxa básica de juros resultará em um CDI menor. Consequentemente, o rendimento de 101,1% do CDI aplicado sobre um valor menor resultará em um ganho absoluto inferior. No entanto, o percentual de 101,1% sobre o CDI se mantém, o que significa que o investimento continuará a performar um pouco acima do CDI, mantendo seu diferencial. A atratividade em termos de 'spread' (diferença percentual) permanecerá, mas o valor absoluto dos juros recebidos será menor em um ambiente de juros em queda.

A análise de crédito da BOA SAFRA é um fator crucial que diferencia este CRA de títulos públicos como o Tesouro Direto. Títulos públicos emitidos pelo governo federal são considerados os investimentos mais seguros do país, pois o risco de inadimplência do Tesouro Nacional é extremamente baixo. Já o CRA BOA SAFRA, por ser um título de crédito privado, carrega o risco de crédito do emissor, a BOA SAFRA. A classificação de "segurança reduzida" e a ausência de FGC indicam que há uma percepção de risco maior na capacidade da BOA SAFRA de honrar seus compromissos. Portanto, o investidor está assumindo um risco maior em troca de uma rentabilidade potencialmente mais elevada, devendo avaliar cuidadosamente a saúde financeira da empresa emissora.

Uma inflação alta e persistente pode ter um impacto complexo na rentabilidade do CRA BOA SAFRA 101,1% CDI. Em cenários inflacionários, o Banco Central tende a elevar a taxa Selic para conter os preços. Como o CDI acompanha a Selic, uma Selic mais alta resultaria em um CDI mais elevado, o que, por sua vez, aumentaria a rentabilidade nominal deste CRA. Isso seria positivo em termos de ganho percentual. No entanto, o poder de compra do investidor é o que realmente importa. Se a inflação superar a rentabilidade do CRA, o ganho real (descontada a inflação) será negativo, significando que o investidor estará perdendo poder de compra. O vencimento em 2032 significa que o investidor estará exposto a esse cenário por um longo período, sendo essencial monitorar a relação entre a rentabilidade do CRA e a inflação acumulada.