CRA BOA SAFRA 101,1% CDI
CRA
ISENTO

Vencimento em 22/02/2032
118.94% do CDI
Gross UP
10,83%
Bruto a.a.
10,83%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.022,27
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Resgatar em
71 meses
Rendimento bruto
R$ 1.884,22
Rendimento líquido
R$ 1.884,22

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

O CRA BOA SAFRA 101,1% CDI é um título de crédito do agronegócio que oferece uma rentabilidade atrativa de 10,81% ao ano (aproximadamente), atrelada ao CDI, com um prêmio de 1,1% sobre o benchmark. Seu vencimento estendido em 2032-02-22 o posiciona como uma opção para quem busca diversificação em ativos de renda fixa com potencial de retorno superior ao CDI puro. A classificação de rentabilidade como 'Equilibrada' (barra 66%) indica um bom potencial de ganho, enquanto a segurança 'Reduzida' (barra 33%) e a ausência de FGC exigem cautela. Ideal para investidores com apetite moderado a alto por risco, que buscam diversificar sua carteira e entendem a dinâmica do crédito privado.

CDI | Taxa 101.10% do CDI | Taxa c/ GrossUp 118.94% do CDI
Investimento Mínimo R$ 1.022,27
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 22/02/2032 (71 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Rico Investimentos

101.10% do CDI
Ganho Total % 84,32% info
Taxa Líquida Anual 10,83% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,07% info
vs. CDI +7,99% info
vs. Poupança +20,53% info

Análise do Emissor

Boa Safra S.A.

CNPJ: 10.698.493/0001-06

Setor: Instituição Financeira

A Boa Safra S.A. é uma empresa brasileira com sólida atuação no agronegócio, especializada na produção e comercialização de sementes de alta performance. Fundada com a missão de impulsionar a produtividade e a sustentabilidade no campo, a Boa Safra se destaca pela inovação, qualidade e compromisso com seus clientes. Com um histórico de crescimento consistente e expansão geográfica, a empresa demonstra um forte potencial de crescimento, impulsionado pela crescente demanda por alimentos e tecnologias agrícolas. A Boa Safra investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento, buscando oferecer soluções que otimizem a produção e a rentabilidade dos produtores rurais.

Análise de Risco

A Boa Safra demonstra uma situação financeira que merece atenção. Embora as margens EBITDA sejam satisfatórias, a relação Dívida/EBITDA e Dívida/PL pode indicar um nível de alavancagem considerável, exigindo uma análise cuidadosa da capacidade de honrar seus compromissos financeiros. A geração de caixa, embora positiva, precisa ser monitorada para garantir a sustentabilidade dos investimentos. A concentração de crédito e a exposição a setores cíclicos, como o agronegócio, aumentam os riscos. A ausência de proteção do FGC e a não divulgação de rating de crédito reforçam a necessidade de cautela. A captação no interbancário, se elevada, pode indicar dependência de fontes de financiamento mais arriscadas. Diante disso, o investidor deve avaliar cuidadosamente sua tolerância ao risco.

Pontos de Atenção

  • Classificação de segurança reduzida. Risco atrelado à concentração de crédito e exposição a setores cíclicos. Ausência de proteção do FGC. Nível de alavancagem que exige monitoramento constante. Não divulgação de rating de crédito.

Pontos Fortes

  • Empresa com atuação no setor de agronegócio, considerado resiliente e estratégico. Potencial de crescimento atrelado à demanda por alimentos e tecnologias agrícolas. Rentabilidade atrativa, superando o benchmark do mercado. Indexação ao IPCA, protegendo o investimento da inflação.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

O CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) BOA SAFRA 101,1% CDI é um título de renda fixa emitido por empresas do agronegócio, como a BOA SAFRA, para financiar suas atividades. Ao investir, você está essencialmente emprestando dinheiro para a empresa em troca de um retorno financeiro. Neste caso específico, a rentabilidade é atrelada ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) com um prêmio de 1,1% ao ano, ou seja, você receberá 101,1% do CDI. O investimento é distribuído pela XP Investimentos e possui vencimento em 22 de fevereiro de 2032. É importante notar que CRAs não contam com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), o que significa que a segurança do seu capital está diretamente ligada à saúde financeira do emissor, a BOA SAFRA.

A data de vencimento do CRA BOA SAFRA 101,1% CDI é 22 de fevereiro de 2032. Este longo prazo oferece uma oportunidade de alocar capital por um período estendido, buscando um retorno mais consistente ao longo do tempo. O indexador principal é o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é uma taxa de referência para o mercado financeiro brasileiro, geralmente acompanhando de perto a taxa Selic. A rentabilidade é definida como 101,1% do CDI, o que significa que o retorno do seu investimento será 101,1 vezes o valor do CDI no período. Essa indexação proporciona uma previsibilidade de rentabilidade em relação às taxas de juros de mercado.

A classificação de rentabilidade como 'Equilibrada' com uma barra de 66% indica que o potencial de ganho deste CRA é considerado bom, mas não o mais agressivo do mercado. Isso se traduz em um prêmio de 1,1% sobre o CDI, que é uma taxa atrativa e competitiva, especialmente em cenários de juros elevados. Por outro lado, a segurança 'Reduzida' (barra 33%) e a ausência de FGC são pontos de atenção cruciais. Isso significa que o investimento possui um risco de crédito mais elevado em comparação com outros produtos de renda fixa protegidos pelo FGC. O investidor deve estar ciente de que, em caso de inadimplência da BOA SAFRA, o capital investido pode não ser totalmente recuperado, sendo essencial uma análise aprofundada da saúde financeira do emissor.

Investir neste CRA BOA SAFRA 101,1% CDI oferece uma rentabilidade superior a simplesmente manter o dinheiro em um CDB que paga 100% do CDI. O CRA oferece um prêmio de 1,1% ao ano sobre o CDI, o que significa que seu retorno será maior. Além disso, o CRA é um título de crédito do agronegócio, proporcionando diversificação para sua carteira, ao passo que o CDI é uma taxa de referência interbancária. No entanto, a principal diferença reside no risco. Enquanto aplicações em CDBs cobertos pelo FGC até R$ 250.000 por CPF e por instituição oferecem uma camada de segurança, este CRA não possui FGC. Portanto, o retorno adicional do CRA vem acompanhado de um risco de crédito maior, pois você está exposto à capacidade de pagamento da BOA SAFRA.

A segurança deste investimento é classificada como 'Reduzida' e é crucial entender o que isso implica. CRAs, como o BOA SAFRA 101,1% CDI, não são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Isso significa que, em caso de inadimplência da BOA SAFRA, você não terá o seu capital garantido até o limite usual de R$ 250.000 por CPF e por instituição financeira. A segurança do seu investimento depende inteiramente da capacidade da BOA SAFRA de honrar seus compromissos financeiros. Portanto, é fundamental que o investidor realize uma análise rigorosa do risco de crédito da empresa emissora, avaliando sua saúde financeira, histórico de pagamentos e perspectivas futuras antes de investir.

Para obter informações detalhadas sobre a saúde financeira da BOA SAFRA, é recomendável consultar relatórios de agências de rating de crédito, como S&P, Moody's ou Fitch, caso a empresa seja avaliada por elas. Além disso, documentos como balanços patrimoniais, demonstrativos de resultados e relatórios de administração, geralmente divulgados pela própria empresa em seu site de relações com investidores (RI) ou em plataformas de análise financeira, podem fornecer dados cruciais. A XP Investimentos, como distribuidora, também pode disponibilizar materiais de análise ou informações relevantes sobre o emissor aos seus clientes. Uma pesquisa aprofundada sobre o setor do agronegócio e a posição competitiva da BOA SAFRA também é aconselhável.

A rentabilidade deste CRA está atrelada ao CDI, que, por sua vez, acompanha de perto a taxa Selic. Em um cenário de Selic alta, o CDI tende a subir, o que resultará em uma rentabilidade nominal maior para o seu CRA, pois ele paga 101,1% do CDI. Por exemplo, se o CDI estiver em 15% ao ano, seu CRA renderá aproximadamente 16,36% ao ano. Em contrapartida, em um cenário de Selic baixa, o CDI também cairá, diminuindo a rentabilidade nominal do CRA. No entanto, é importante notar que a rentabilidade real (descontada a inflação) pode ser afetada de maneiras distintas em cada cenário. A alta da Selic também pode aumentar o custo de captação da BOA SAFRA, impactando sua saúde financeira.

Para uma carteira com foco em AEO (Aposentadoria), este CRA pode ser considerado para a parcela mais arrojada do portfólio, visando potencializar o crescimento do patrimônio a longo prazo, dada a sua rentabilidade atrativa e vencimento estendido. Contudo, o risco de crédito elevado e a ausência de FGC exigem uma alocação prudente. Para uma carteira focada em GEO (Geração de Renda), a previsibilidade de recebimento dos juros (se houver pagamento periódico, o que não é especificado aqui, mas é comum em CRAs) e a rentabilidade superior ao CDI podem ser interessantes. No entanto, o risco de inadimplência é um fator crucial a ser ponderado, pois a interrupção do fluxo de renda seria prejudicial para objetivos de geração de renda constante. É fundamental que o investidor avalie seu perfil de risco e objetivos antes de alocar recursos significativos neste tipo de ativo.

A análise de crédito do emissor BOA SAFRA, com base na informação de segurança 'Reduzida', sugere um risco de crédito moderado a alto. Sem métricas específicas como Dívida/EBITDA, Margem EBITDA ou Geração de Caixa, a avaliação se baseia na classificação fornecida. O setor do agronegócio é intrinsecamente volátil, sujeito a fatores climáticos, pragas, doenças e flutuações nos preços globais de commodities, o que pode impactar a capacidade de pagamento da BOA SAFRA. A ausência de FGC eleva a exposição direta do investidor a esses riscos. Riscos adicionais podem incluir mudanças regulatórias no setor, aumento da concorrência, ou dificuldades de gestão interna da empresa. A longo prazo (vencimento em 2032), o risco de eventos adversos que afetem a capacidade de pagamento da BOA SAFRA aumenta consideravelmente.