CRA Boa Safra Pós-Fixado 101,1% CDI
CRA
ISENTO

Vencimento em 16/02/2032
118.94% do CDI
Gross UP
10,83%
Bruto a.a.
10,83%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Reduzida

Precisa de ajuda para investir? É grátis

APROVEITAR TAXA LÍQUIDA DE
10,83% a.a.
ESTOQUE LIMITADO

Não perca essa oportunidade!

Acessar Corretora

Simulação do Investimento

R$
Mínimo: R$ 1.023,53
Selecione onde quer investir
Resgatar em
71 meses
Rendimento bruto
R$ 1.883,80
Rendimento líquido
R$ 1.883,80

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

O CRA Boa Safra Pós-Fixado 101,1% CDI é um título de renda fixa do agronegócio, emitido pela Boa Safra e distribuído pela Rico Investimentos. Com vencimento em 16/02/2032, este CRA atrelado ao CDI oferece uma rentabilidade de 101,1% do CDI, o que se traduz em um potencial de ganho de 7.98% acima do benchmark, classificado como 'Equilibrada' (barra 66%). A previsibilidade do indexador CDI, aliado à taxa superior, torna este investimento atrativo para investidores com perfil moderado a arrojado, que buscam diversificar sua carteira com um ativo do setor agro, conhecido por sua resiliência e potencial de crescimento, apesar de apresentar risco de crédito reduzido.

CDI | Taxa 101.10% do CDI | Taxa c/ GrossUp 118.94% do CDI
Investimento Mínimo R$ 1.023,53
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 16/02/2032 (71 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Rico Investimentos

101.10% do CDI
Ganho Total % 84,05% info
Taxa Líquida Anual 10,83% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,07% info
vs. CDI +7,97% info
vs. Poupança +20,36% info

Análise do Emissor

Boa Safra S.A.

CNPJ: 10.698.493/0001-06

Setor: Instituição Financeira

A Boa Safra S.A. é uma empresa brasileira com sólida atuação no agronegócio, especializada na produção e comercialização de sementes de alta performance. Fundada com a missão de impulsionar a produtividade e a sustentabilidade no campo, a Boa Safra se destaca pela inovação, qualidade e compromisso com seus clientes. Com um histórico de crescimento consistente e expansão geográfica, a empresa demonstra um forte potencial de crescimento, impulsionado pela crescente demanda por alimentos e tecnologias agrícolas. A Boa Safra investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento, buscando oferecer soluções que otimizem a produção e a rentabilidade dos produtores rurais.

Análise de Risco

A Boa Safra demonstra uma situação financeira que merece atenção. Embora as margens EBITDA sejam satisfatórias, a relação Dívida/EBITDA e Dívida/PL pode indicar um nível de alavancagem considerável, exigindo uma análise cuidadosa da capacidade de honrar seus compromissos financeiros. A geração de caixa, embora positiva, precisa ser monitorada para garantir a sustentabilidade dos investimentos. A concentração de crédito e a exposição a setores cíclicos, como o agronegócio, aumentam os riscos. A ausência de proteção do FGC e a não divulgação de rating de crédito reforçam a necessidade de cautela. A captação no interbancário, se elevada, pode indicar dependência de fontes de financiamento mais arriscadas. Diante disso, o investidor deve avaliar cuidadosamente sua tolerância ao risco.

Pontos de Atenção

  • Classificação de segurança reduzida. Risco atrelado à concentração de crédito e exposição a setores cíclicos. Ausência de proteção do FGC. Nível de alavancagem que exige monitoramento constante. Não divulgação de rating de crédito.

Pontos Fortes

  • Empresa com atuação no setor de agronegócio, considerado resiliente e estratégico. Potencial de crescimento atrelado à demanda por alimentos e tecnologias agrícolas. Rentabilidade atrativa, superando o benchmark do mercado. Indexação ao IPCA, protegendo o investimento da inflação.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) é um título de renda fixa lastreado em direitos creditórios originados no setor do agronegócio. Neste caso específico, o CRA é emitido pela Boa Safra e sua rentabilidade é pós-fixada, ou seja, acompanha um índice de referência. A taxa de 101,1% do CDI significa que você receberá 101,1% do valor da taxa DI (Depósito Interbancário), que por sua vez segue de perto a taxa Selic. Ao final do prazo de investimento, você receberá o valor principal investido acrescido dos juros acumulados, conforme a variação do CDI durante o período. É uma forma de o investidor ter exposição ao agronegócio com uma rentabilidade previsível e atrelada às taxas de juros da economia.

A data de vencimento deste CRA é 16 de fevereiro de 2032. A rentabilidade é calculada com base em 101,1% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). O CDI é um indicador amplamente utilizado no mercado financeiro brasileiro, que reflete a taxa média das operações de empréstimos entre bancos. Ele tende a acompanhar de perto a taxa Selic, a taxa básica de juros da economia. Portanto, quanto mais alta a Selic e o CDI, maior será o retorno do seu investimento. A classificação 'Equilibrada' (barra 66%) sugere que a rentabilidade é considerada atrativa em relação ao risco assumido, oferecendo um ganho potencial de 7.98% acima do benchmark, o que é um diferencial interessante para diversificação.

A classificação de 'Reduzida' na segurança deste investimento, com uma barra de 33%, indica que o risco de crédito associado ao emissor (Boa Safra) é considerado mais elevado em comparação com outros produtos de renda fixa. Isso se deve, em parte, à ausência de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC é uma entidade privada que garante a proteção de depósitos e alguns investimentos de renda fixa (como CDBs, LCIs e LCAs) em caso de intervenção ou liquidação extrajudicial da instituição financeira. Como este é um CRA, ele não possui essa garantia, o que significa que a segurança do seu investimento depende diretamente da capacidade de pagamento da Boa Safra. Investidores devem estar cientes deste risco adicional.

A rentabilidade de 101,1% do CDI é significativamente mais atrativa do que investir diretamente no CDI puro (que renderia 100% do CDI). Esse prêmio de 1,1% sobre o CDI representa um ganho adicional expressivo ao longo do tempo, especialmente em cenários de juros elevados. O CDI, por sua vez, é fortemente influenciado pela taxa Selic. Quando a Selic está alta, o CDI também sobe, aumentando o retorno nominal do seu CRA. Em contrapartida, em um cenário de Selic em queda, o CDI também tende a diminuir, impactando o rendimento. A taxa de 101,1% do CDI busca oferecer um retorno superior, compensando o risco assumido pelo investidor.

A Rico Investimentos atua como distribuidora deste CRA específico, o que significa que ele foi disponibilizado através da plataforma deles para seus clientes. No entanto, a disponibilidade de CRAs pode variar entre as diferentes instituições financeiras. É comum que corretoras e bancos ofereçam produtos de renda fixa de diversos emissores. Para saber se este exato CRA está disponível em outras plataformas, seria necessário consultar os portfólios de investimento de outras corretoras ou bancos. A Rico Investimentos, sendo a distribuidora oficial, é o canal direto para a aquisição deste produto por seus clientes, oferecendo informações e suporte sobre o investimento.

A análise de crédito do emissor Boa Safra é um ponto crucial, especialmente considerando a classificação de segurança 'Reduzida' e a ausência de FGC. Embora os dados específicos de métricas financeiras como Dívida/EBITDA ou Geração de Caixa não sejam detalhados aqui, a classificação sugere que a empresa pode apresentar um nível de endividamento mais elevado ou uma geração de caixa menos robusta em comparação com emissores mais seguros. O risco principal é o de inadimplência, ou seja, a possibilidade de a Boa Safra não honrar com seus compromissos de pagamento. O setor do agronegócio, embora resiliente, está sujeito a fatores externos como variações climáticas e de preços de commodities, que podem afetar a performance financeira da empresa e, consequentemente, sua capacidade de pagamento.

Em um cenário de Selic alta, o CDI tende a subir, o que resulta em uma rentabilidade nominal maior para o CRA Boa Safra, pois ele paga 101,1% do CDI. Por exemplo, se o CDI for de 12% ao ano, o seu investimento renderá aproximadamente 12,12% ao ano. Em um cenário de Selic baixa, o CDI também diminui, impactando negativamente o retorno nominal do investimento. Se o CDI cair para 8% ao ano, o seu CRA renderá cerca de 8,08% ao ano. É importante notar que, embora a taxa nominal diminua com a Selic em queda, o ganho relativo (101,1% do CDI) se mantém. A rentabilidade real, descontada a inflação, é o que deve ser considerado para o poder de compra.

A inflação tem um impacto direto na rentabilidade real do seu investimento. A rentabilidade nominal do CRA é de 101,1% do CDI, que por sua vez acompanha a Selic. Se a inflação estiver alta e superar a rentabilidade nominal do seu CRA, o seu ganho real (o quanto seu poder de compra aumentou) será negativo. Por outro lado, se a rentabilidade nominal for superior à inflação, você terá um ganho real positivo. Em cenários de inflação elevada, é crucial buscar investimentos que ofereçam um retorno real positivo, ou seja, que superem o índice de inflação. CRAs pós-fixados como este, atrelados ao CDI, tendem a se proteger melhor em cenários de inflação alta quando a Selic também está elevada para combatê-la.

Para um perfil AEO (Alto Efetivo Otimizado), que busca maximizar o retorno em um horizonte de longo prazo, este CRA pode ser uma opção interessante para diversificação, oferecendo um potencial de ganho acima do CDI. Sua rentabilidade atrelada ao CDI o torna previsível em termos de acompanhamento da taxa de juros. Para um perfil GEO (Geração de Efetivo Otimizado), que busca fluxo de caixa ou rendimentos mais frequentes, este CRA pode ser menos ideal, pois geralmente o pagamento de juros ocorre apenas no vencimento. No entanto, a liquidez secundária pode ser uma opção, embora com riscos. A classificação de risco 'Reduzida' exige cautela, sendo importante que a maior parte da carteira de um perfil GEO ou AEO seja composta por ativos de menor risco, com este CRA atuando como um componente de maior retorno e diversificação.