CRI BROOKFIELD - BR PROPERTIES CDI + 0,75%
CRI
ISENTO

Vencimento em 06/06/2029
CDI + 0.88%
Gross UP
12,22%
Bruto a.a.
12,22%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Equilibrada

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R$
Mínimo: R$ 1.022,12
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Resgatar em
38 meses
Rendimento bruto
R$ 1.484,34
Rendimento líquido
R$ 1.484,34

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

O CRI Brookfield - BR Properties oferece uma oportunidade de investimento com rentabilidade atrativa, atrelada ao CDI mais uma taxa de 0,75%, projetando uma taxa anual de 12,2197%. Com vencimento em 2029, este título de renda fixa é ideal para investidores que buscam um fluxo de retorno previsível e potencial de valorização acima do benchmark CDI, adequado a um perfil equilibrado. Sua alocação em ativos imobiliários de qualidade, geridos por um emissor experiente, confere um grau de segurança interessante para o médio/longo prazo, sendo uma alternativa robusta para diversificação de carteira.

CDI + | Taxa CDI + 0.75% | Taxa c/ GrossUp CDI + 0.88%
Investimento Mínimo R$ 1.022,12
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 06/06/2029 (38 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Itaú Corretora

CDI + 0.75%
Ganho Total % 45,22% info
Taxa Líquida Anual 12,22% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,12% info
vs. CDI +7,03% info
vs. Poupança +15,00% info

Análise do Emissor

BR Properties S.A.

CNPJ: 09.160.704/0001-80

Setor: Instituição Financeira

A Brookfield - BR Properties é uma das principais empresas de investimentos e gestão de ativos imobiliários na América Latina, com foco em edifícios comerciais de alta qualidade. Sua missão é criar valor sustentável através da aquisição, desenvolvimento e gestão de propriedades de excelência, gerando retornos atrativos para seus investidores. Com um histórico robusto, a empresa demonstra expertise em identificar oportunidades estratégicas no mercado imobiliário, adaptando-se às mudanças econômicas e mantendo um portfólio diversificado. Seu potencial de crescimento é impulsionado pela demanda contínua por espaços comerciais de alta qualidade e pela capacidade de otimizar o valor de seus ativos, o que a torna um player relevante no cenário imobiliário brasileiro.

Análise de Risco

1. **Classificação**: Apesar da "Excelente" avaliação de segurança, classificamos o risco de crédito como Médio. A ausência de FGC exige atenção, embora a solidez da Brookfield - BR Properties mitigue esse risco.
2. **Métricas Chave**: A análise da Brookfield - BR Properties deve considerar a relação Dívida/EBITDA, que indica a capacidade de endividamento da empresa, a Margem EBITDA, que reflete a eficiência operacional, e a Geração de Caixa, que mostra a capacidade de honrar compromissos financeiros. É fundamental monitorar esses indicadores para avaliar a saúde financeira da empresa.
3. **Contexto Setorial**: O setor imobiliário comercial está sujeito a flutuações econômicas, como a taxa de ocupação e a valorização dos imóveis. A Brookfield - BR Properties atua em um setor resiliente, mas a análise de riscos setoriais, como a concorrência e as mudanças nas preferências de locatários, é crucial.
4. **Garantias**: O investimento não possui a proteção do FGC. Outras garantias devem ser analisadas nos termos da emissão, como a existência de garantias reais sobre os imóveis.
5. **Cenário Macro**: Em um cenário de Selic estável ou em queda, a atratividade do CDI + 0,75% aumenta, impulsionando a rentabilidade. A inflação controlada também favorece o investimento, pois reduz o risco de erosão do poder de compra. A análise do cenário macroeconômico é essencial para avaliar os riscos e oportunidades.

Pontos de Atenção

  • Ausência de garantia do FGC, implicando maior risco de crédito.
  • Risco de crédito associado à Brookfield - BR Properties.
  • Sensibilidade do setor imobiliário às flutuações econômicas.
  • Risco de taxa de juros, caso a Selic suba significativamente.
  • Necessidade de monitoramento constante da saúde financeira da empresa.

Pontos Fortes

  • Empresa com histórico de solidez e expertise no mercado imobiliário.
  • Portfólio diversificado de ativos imobiliários de alta qualidade.
  • Potencial de rentabilidade "Excelente", com retorno superior ao benchmark.
  • Indexação ao CDI + 0,75%, proporcionando previsibilidade.
  • Distribuição pelo Itaú Corretora, conferindo maior credibilidade.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

O CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) Brookfield - BR Properties CDI + 0,75% é um título de dívida emitido por securitizadoras lastreado em recebíveis imobiliários. Neste caso, os recebíveis são gerados pela Brookfield - BR Properties. O investimento funciona como um empréstimo que o investidor faz para a securitizadora, que por sua vez utiliza os recursos para adquirir os recebíveis. A remuneração do investidor é composta pela variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) acrescida de um prêmio de 0,75% ao ano. Ao final do prazo, o investidor recebe o valor principal investido mais os juros acumulados. Este tipo de investimento é voltado para investidores que buscam diversificar sua carteira de renda fixa com um ativo atrativo e com lastro em ativos imobiliários.

A data de vencimento do CRI Brookfield - BR Properties CDI + 0,75% é 06 de junho de 2029. Ao final deste prazo, o investidor receberá de volta o valor principal que investiu, acrescido de toda a rentabilidade acumulada durante o período de vigência do título, calculada com base no CDI mais o spread de 0,75% ao ano. É importante notar que, por ser um CRI, a liquidação total ocorrerá na data de vencimento, não havendo geralmente liquidez diária ou antecipação garantida, a menos que haja um mercado secundário ativo para este ativo específico.

O indexador CDI + 0,75% significa que a rentabilidade do seu investimento será composta pela variação diária do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é uma taxa de referência para o mercado de crédito no Brasil, mais um adicional fixo de 0,75% ao ano. A taxa de rentabilidade esperada atual é de 12,219721591316% ao ano, considerando a cotação do CDI no momento da oferta. Esta combinação oferece uma proteção contra a inflação e a possibilidade de obter retornos superiores aos de investimentos atrelados apenas à Selic, tornando-o atrativo em cenários de juros mais altos e oferecendo uma previsibilidade de rentabilidade acima do benchmark.

A principal diferença reside no spread adicional. Investir diretamente no CDI apenas replicaria a performance dessa taxa de referência. Já o CRI Brookfield - BR Properties CDI + 0,75% oferece a rentabilidade do CDI acrescida de um prêmio de 0,75% ao ano. Isso significa que, se o CDI permanecer estável, o seu retorno será maior. Além disso, o CRI possui um lastro em recebíveis imobiliários da Brookfield - BR Properties, o que adiciona uma camada de análise de crédito do emissor e do setor imobiliário, enquanto o CDI é uma taxa de mercado interbancário. O CRI também tem um vencimento definido, ao contrário do CDI que é uma taxa diária.

A segurança deste investimento é classificada como Equilibrada, com uma pontuação de 66%. Isso indica um risco moderado. É crucial entender que CRIs não possuem a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que protege investimentos em bancos tradicionais até um certo limite. Portanto, a segurança do CRI está diretamente ligada à solidez financeira do emissor, a Brookfield - BR Properties, e à qualidade dos recebíveis imobiliários que lastreiam o título. É fundamental que o investidor avalie o risco de crédito do emissor e do setor imobiliário antes de investir neste tipo de ativo.

A reputação e o histórico da Brookfield - BR Properties são fatores cruciais na avaliação da segurança deste CRI. Sendo uma empresa consolidada e com forte atuação no mercado imobiliário, sua solidez financeira e sua capacidade de honrar seus compromissos são diretamente refletidas na percepção de risco do título. Uma empresa com boa governança corporativa, histórico de geração de caixa consistente e boa gestão de seus ativos tende a emitir CRIs com menor risco de crédito. Portanto, a reputação da Brookfield - BR Properties contribui positivamente para a análise de segurança, embora a ausência de FGC exija atenção adicional.

Uma alta na Selic geralmente leva a um aumento no CDI, que é a taxa que compõe a rentabilidade deste CRI. Portanto, em um cenário de Selic em alta, a rentabilidade bruta deste investimento tende a aumentar, pois o CDI acompanha a taxa básica de juros. Isso pode ser vantajoso para o investidor, pois ele se beneficia diretamente do cenário de juros mais elevados. No entanto, é importante considerar que uma Selic muito alta pode tornar outros investimentos de renda fixa, como o próprio CDI ou Tesouro Selic, ainda mais atrativos em comparação, e também pode impactar negativamente o mercado imobiliário, afetando a capacidade de pagamento dos devedores dos recebíveis.

Em um cenário de queda na Selic, o CDI, que é o indexador principal deste CRI, também tende a diminuir. Consequentemente, a rentabilidade bruta do CRI Brookfield - BR Properties CDI + 0,75% seria impactada negativamente, pois o retorno total é diretamente proporcional à variação do CDI. Embora o spread de 0,75% permaneça fixo, o componente variável (CDI) diminuiria, resultando em um ganho total menor. Por outro lado, um cenário de juros em queda pode ser positivo para o setor imobiliário, potencialmente aumentando a demanda por imóveis e a valorização dos ativos, o que poderia compensar parcialmente a menor rentabilidade de renda fixa.

O risco deste CRI envolve dois componentes principais: o risco de crédito do emissor (Brookfield - BR Properties) e o risco macroeconômico. O risco de crédito do emissor está associado à sua capacidade de gerar receita e cumprir suas obrigações financeiras. Uma análise detalhada de seus indicadores financeiros, como endividamento e geração de caixa, é essencial. O cenário econômico, incluindo a taxa de juros (Selic), inflação e o desempenho do setor imobiliário, também impacta o CRI. Uma recessão econômica ou um aumento significativo nas taxas de inadimplência no setor imobiliário podem comprometer o fluxo de recebíveis que lastreiam o CRI, aumentando o risco para o investidor, especialmente na ausência de FGC.