CRI MOURA DUBEUX 99,00% CDI
CRI
ISENTO

Vencimento em 29/09/2030
116.47% do CDI
Gross UP
10,85%
Bruto a.a.
10,85%
Líquido a.a.
Rentabilidade
Equilibrada
Segurança
Reduzida

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R$
Mínimo: R$ 1.022,67
Selecione onde quer investir
Resgatar em
54 meses
Rendimento bruto
R$ 1.637,73
Rendimento líquido
R$ 1.637,73

Os dados de IPCA e CDI são projetados com base nos dados do Boletim Focus. Dados de mais de 5 anos que não constam do Boletim mantém a ultima taxa disponível. Os rendimentos são líquidos de impostos.

Detalhes do Investimento

Este CRI da Moura Dubeux oferece uma oportunidade de investimento atrativa com rentabilidade equilibrada, atrelada ao CDI e com um prêmio de 5.54% acima do benchmark, culminando em uma taxa de 10.848054934045% ao ano. Com vencimento em 29 de setembro de 2030, o título proporciona previsibilidade de fluxo de caixa a médio prazo. A distribuição por renomadas instituições como Necton, EQI Investimentos e BTG Pactual reforça a acessibilidade do produto. É ideal para investidores com perfil de risco moderado a arrojado, que buscam diversificar sua carteira com um ativo de renda fixa atrelado ao desempenho da economia, mas que compreendem a natureza do risco de crédito do emissor.

CDI | Taxa 99.00% do CDI | Taxa c/ GrossUp 116.47% do CDI
Investimento Mínimo R$ 1.022,67
Imposto de Renda Isento
Garantia Sem Garantia
Vencimento 29/09/2030 (54 meses)
CDI bruto 14,90%
CDI líquido (IR: 15,0%) 12,67%

Onde Investir

Ordenado por maior rentabilidade líquida

Necton

99.00% do CDI
Ganho Total % 60,14% info
Taxa Líquida Anual 10,85% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,04% info
vs. CDI +5,54% info
vs. Poupança +15,94% info

Eqi Investimentos

99.00% do CDI
Ganho Total % 60,14% info
Taxa Líquida Anual 10,85% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,04% info
vs. CDI +5,54% info
vs. Poupança +15,94% info

Banco Btg Pactual

99.00% do CDI
Ganho Total % 60,14% info
Taxa Líquida Anual 10,85% a.a. info
Taxa Líquida Mensal 1,04% info
vs. CDI +5,54% info
vs. Poupança +15,94% info

Análise do Emissor

Moura Dubeux Engenharia S.A.

CNPJ: 08.813.205/0001-00

Setor: Instituição Financeira

A Moura Dubeux é uma renomada incorporadora e construtora com sólida atuação no mercado imobiliário, especialmente no Nordeste brasileiro. Fundada em 1983, a empresa possui um histórico consistente de entrega de projetos de alta qualidade e foco em empreendimentos residenciais e comerciais. Sua missão é proporcionar soluções de moradia e investimento que gerem valor para seus clientes e acionistas, com um compromisso com a sustentabilidade e a inovação. A Moura Dubeux demonstra potencial de crescimento, impulsionada pela demanda por imóveis e sua expertise no setor.

Análise de Risco

1. **Classificação**: Médio risco.
2. **Métricas Chave**: A análise da Moura Dubeux envolve a avaliação de indicadores como Dívida/EBITDA, margem EBITDA e geração de caixa. Acompanhar a evolução da dívida em relação ao EBITDA é crucial para avaliar a capacidade da empresa de honrar seus compromissos financeiros. A margem EBITDA indica a eficiência operacional e a capacidade de gerar lucro a partir das operações. A geração de caixa, por sua vez, demonstra a capacidade de a empresa gerar recursos para investimentos e pagamento de dívidas.
3. **Contexto Setorial**: O setor imobiliário está sujeito a flutuações econômicas, incluindo variações nas taxas de juros e na demanda por imóveis. A Moura Dubeux está bem posicionada no Nordeste, mas a concentração geográfica pode ser um fator de risco. A análise da concorrência e das tendências do mercado imobiliário é fundamental.
4. **Garantias**: O investimento não conta com a proteção do FGC. Outras garantias devem ser avaliadas para mitigar riscos.
5. **Cenário Macro**: A Selic atual e as perspectivas econômicas impactam diretamente a rentabilidade do CRI. Em cenários de alta da Selic, a atratividade do CDI aumenta, mas o risco de inadimplência também pode crescer. A análise do cenário econômico e das perspectivas para o setor imobiliário é essencial.

Pontos de Atenção

  • Ausência de proteção do FGC. Risco de crédito do emissor. Sensibilidade às flutuações do mercado imobiliário. Concentração geográfica no Nordeste. Risco de taxa de juros.

Pontos Fortes

  • Histórico consistente de entrega de projetos. Foco em empreendimentos residenciais e comerciais. Potencial de crescimento no mercado imobiliário. Rentabilidade atrativa (CDI + 0,3%). Distribuição por plataformas renomadas (Rico Investimentos, XP Investimentos).

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre este investimento

Um CRI é um título de renda fixa lastreado em fluxos de pagamentos de recebíveis imobiliários, como aluguéis ou parcelas de vendas de imóveis. Ele permite que investidores financiem o setor imobiliário sem que a instituição financeira precise alocar capital próprio. Neste caso específico, o CRI emitido pela Moura Dubeux representa uma promessa de pagamento futuro baseada em seus recebíveis, sendo negociado no mercado de capitais e com características de risco e retorno específicas do emissor e da estrutura do título.

A data de vencimento deste CRI é 29 de setembro de 2030. Isso significa que o valor principal investido, juntamente com os juros acumulados até essa data, será pago ao investidor em 29 de setembro de 2030. Até lá, o investidor receberá pagamentos periódicos de juros, conforme a remuneração definida no título, que acompanha o CDI com um prêmio. O vencimento a longo prazo implica que o capital ficará alocado por um período considerável, exigindo uma análise da sua estratégia de liquidez e objetivos financeiros.

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é um índice de referência para as operações de curtíssimo prazo entre os bancos, e sua taxa de juros é muito próxima à da Selic. Neste CRI, o CDI é o indexador, o que significa que a rentabilidade do seu investimento acompanhará as variações dessa taxa. A taxa de 10.848054934045% ao ano é composta pelo CDI mais um prêmio de 5.54% acima do benchmark. Portanto, se o CDI subir, sua rentabilidade total também aumentará, e vice-versa, proporcionando um retorno dinâmico atrelado às condições de mercado.

A principal diferença reside na estrutura e no risco. Investir diretamente no CDI geralmente se refere a fundos DI ou CDBs que replicam essa taxa, com garantias do FGC (até R$ 250.000 por CPF/instituição). Este CRI, por outro lado, é um título de renda fixa lastreado em recebíveis imobiliários da Moura Dubeux. Ele oferece um prêmio acima do CDI (5.54%), potencializando a rentabilidade, mas não possui a garantia do FGC e o risco de crédito está atrelado à capacidade de pagamento do emissor, que é considerada reduzida.

A segurança deste CRI é classificada como reduzida. Isso se deve, primeiramente, à ausência de cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que significa que, em caso de inadimplência do emissor, o investidor não terá o capital garantido pelo Fundo. A segurança do investimento repousa fundamentalmente na saúde financeira e na capacidade de honrar seus compromissos da Moura Dubeux, bem como em eventuais garantias específicas negociadas na estrutura do CRI, que devem ser avaliadas individualmente pelo investidor.

Para uma análise aprofundada da saúde financeira da Moura Dubeux, recomenda-se consultar os relatórios financeiros trimestrais e anuais divulgados pela empresa em seu site de relações com investidores (RI). Além disso, relatórios de agências de rating (se disponíveis), análises de mercado de corretoras e casas de análise independentes, e informações publicadas na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) podem fornecer insights valiosos sobre o endividamento, rentabilidade, liquidez e perspectivas futuras da companhia, auxiliando na sua decisão de investimento.

A alta da Selic tem um impacto duplo. Por um lado, a taxa do CRI, atrelada ao CDI, tende a aumentar, elevando a rentabilidade nominal do investimento. Por outro lado, um ambiente de juros altos pode encarecer o crédito para a Moura Dubeux, aumentar o custo de seus projetos e, potencialmente, desacelerar a demanda por imóveis, afetando suas vendas e recebíveis. Isso pode aumentar o risco de inadimplência do emissor, exigindo monitoramento constante da sua saúde financeira e do cenário macroeconômico.

Uma queda na inflação, se não acompanhada por uma forte redução da Selic, pode não afetar diretamente a rentabilidade nominal do CRI, que é atrelada ao CDI. No entanto, uma inflação controlada geralmente contribui para um ambiente econômico mais estável e previsível, o que pode ser positivo para o mercado imobiliário e para a capacidade de pagamento da Moura Dubeux. Se a queda da inflação for resultado de uma desaceleração econômica, o risco para o emissor pode aumentar, mas a rentabilidade real do investimento pode se beneficiar se a taxa de juros real se mantiver atrativa.

Este CRI adiciona um componente de renda fixa com potencial de rentabilidade superior ao CDI puro, mas com um risco de crédito mais elevado devido à ausência de FGC e à classificação de segurança reduzida. Em uma carteira diversificada, ele pode complementar ativos mais seguros, buscando otimizar o retorno. Os riscos específicos que ele adiciona são o risco de crédito do emissor (Moura Dubeux), o risco de liquidez (títulos de CRI podem ter menor liquidez que outros ativos de renda fixa) e o risco de mercado, caso as condições econômicas afetem negativamente o setor imobiliário e a capacidade de pagamento do emissor.