LTN no Tesouro Direto: guia do prefixado bullet
Abra o aplicativo do Tesouro Direto e você verá nomes como “Tesouro Prefixado 2029” ou “Tesouro Prefixado 2032”. Nada de siglas, nada de códigos. Mas no mercado profissional, nos relatórios do Tesouro Nacional e nas conversas entre gestores, esse mesmo papel aparece com outro nome: LTN, a Letra do Tesouro Nacional. A sigla sumiu da interface, mas o título continua lá, disponível para qualquer investidor que queira travar uma taxa fixa e receber tudo de uma vez no vencimento.
Esse formato tem um nome técnico: bullet, do inglês, porque o pagamento vem em um único tiro, no fim do prazo. Sem cupons semestrais, sem parcelas intermediárias. Você compra com desconto, espera e, no dia do vencimento, recebe R$ 1.000,00 por título (valor de face). Simples na aparência, mas cheio de nuances que definem se ele é a escolha certa para o seu objetivo.
Em julho de 2026, a LTN no Tesouro Direto voltou ao centro das conversas. Com a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) em 14,15% ao ano e os prefixados longos negociando perto de 14,5%, o título bullet disputa espaço com CDBs, LCIs e com o próprio irmão de cupons semestrais, a NTN-F. Neste guia, vamos traduzir a nomenclatura, explicar a mecânica, comparar com alternativas e mostrar como escolher o vencimento sem cair nas armadilhas mais comuns.
O que é LTN e por que ela virou “Tesouro Prefixado” no app
A LTN é um título público federal de rentabilidade prefixada emitido pelo Tesouro Nacional. “Prefixada” significa que a taxa de juros é definida no momento da compra e não muda até o vencimento, desde que você mantenha o papel até o fim. Diferente dos títulos atrelados à inflação (como o Tesouro IPCA+) ou da taxa Selic (Tesouro Selic), aqui você sabe exatamente quanto vai receber se segurar até a data final.
No programa Tesouro Direto, títulos emitidos pelo governo federal e comprados diretamente pelo investidor, a LTN aparece com o nome comercial Tesouro Prefixado, seguido do ano de vencimento. O Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, por sua vez, é a NTN-F: outro animal, com cupons a cada seis meses. A confusão é frequente porque ambos são prefixados, mas o fluxo de pagamento muda tudo.
Quando alguém fala “comprei LTN 2032”, está dizendo que comprou o Tesouro Prefixado com vencimento em 2032, no formato bullet. A sigla permanece nos comunicados oficiais e no site do Tesouro Nacional, mas no app você encontra só o nome simplificado.
Vamos do começo. O governo precisa captar recursos para financiar despesas e pagar a dívida. Uma das formas é emitir títulos como a LTN. O investidor empresta dinheiro ao Estado e, em troca, recebe uma remuneração prefixada. No vencimento, o Tesouro paga o valor de face de R$ 1.000,00 por título. Até lá, o título fica custodiado na B3 (a bolsa brasileira), e você pode acompanhar o preço diariamente no app da sua corretora.
Como funciona o prefixado bullet: compra com desconto, pagamento único no vencimento
O mecanismo do bullet é elegante. Você não paga R$ 1.000,00 na compra. Paga menos, porque o título é vendido com deságio: um desconto sobre o valor de face. Esse desconto reflete a taxa de juros contratada e o tempo até o vencimento. Quanto maior a taxa e mais longo o prazo, menor tende a ser o preço de compra (chamado de PU, preço unitário).
Imagine o Tesouro Prefixado 2028 negociando a 14,18% ao ano, com PU de R$ 822,21 em 12 de julho de 2026. Se você investir R$ 8.222,10, adquire o equivalente a 10 títulos. Não recebe nada no meio do caminho: nenhum cupom, nenhum pagamento parcial. Em 1º de janeiro de 2028, o governo paga R$ 10.000,00 (10 × R$ 1.000,00). A diferença entre o que você pagou e o que recebeu é o seu rendimento bruto.
Esse detalhe importa. Sem fluxos intermediários, o dinheiro fica “preso” rendendo na taxa contratada. Para quem está acumulando patrimônio para um objetivo de médio ou longo prazo (comprar um imóvel daqui a três anos, pagar a faculdade do filho, formar uma reserva para a aposentadoria), o bullet evita a tentação de gastar parcelas que cairiam na conta a cada semestre.
O investimento mínimo é de 0,01 título, ou 1% do PU, respeitando o piso financeiro de R$ 30,00. Na prática, qualquer investidor consegue entrar com valores modestos. A liquidez existe: você pode vender o título no mercado secundário a qualquer dia útil, antes do vencimento. Mas aí entra um risco que veremos mais adiante: a marcação a mercado.
O que isso significa para o seu dinheiro
Se você mantém a LTN até o vencimento, a rentabilidade contratada na compra é garantida pelo governo federal. Não há surpresa de inflação corroendo o rendimento nominal (embora a inflação, o índice que mede a alta geral dos preços, ainda afete o poder de compra do que você receber). Se precisar vender antes, o preço pode estar acima ou abaixo do que você pagou, dependendo de como os juros futuros se movimentaram desde a sua compra.
LTN no Tesouro Direto: vencimentos, taxas e preços
As taxas do Tesouro Direto são atualizadas diariamente e refletem o mercado secundário: compradores e vendedores negociando títulos já emitidos. Os números abaixo são de referência em 12 de julho de 2026. No dia da sua compra, confira sempre no app da corretora ou no site do Tesouro Transparente.
| Vencimento | Taxa (a.a.) | PU (R$) | Prazo aproximado |
|---|---|---|---|
| 01/01/2027 | 13,82% | 939,73 | ~18 meses |
| 01/01/2028 | 14,18% | 822,21 | ~30 meses |
| 01/01/2029 | 14,36% | 718,83 | ~42 meses |
| 01/01/2031 | 14,48% | 547,95 | ~66 meses |
| 01/01/2032 | 14,53% | 477,51 | ~78 meses |
Repare no padrão: quanto mais longo o prazo, maior a taxa e menor o PU. Isso reflete a curva de juros: o mercado exige prêmio para emprestar por mais tempo. Em julho de 2026, com a Selic em 14,15% ao ano (dado do Banco Central em 10/07/2026), os prefixados longos oferecem taxas ligeiramente superiores à taxa básica, um sinal de que investidores enxergam risco fiscal ou expectativa de juros elevados no horizonte.
Na mesma semana, o IPCA de junho surpreendeu para baixo (0,16% contra 0,31% esperado), e as taxas dos prefixados recuaram alguns pontos. O Tesouro Prefixado 2029, por exemplo, passou de 14,23% para 13,98% em 10 de julho. Movimentos assim são normais: títulos prefixados reagem rapidamente às expectativas sobre inflação e juros futuros.
O Tesouro Nacional divulgou cronograma de emissões para 2026 com vencimentos de referência em outubro/2026, abril/2027, abril/2028, julho/2029, janeiro/2030 e janeiro/2032. Nem todos estarão disponíveis no Tesouro Direto ao mesmo tempo; o estoque depende das emissões e das recompras do governo.
LTN vs NTN-F: quando o bullet vence o título com cupons semestrais
A dúvida mais comum na hora de escolher um prefixado no Tesouro Direto é simples: Tesouro Prefixado ou Tesouro Prefixado com Juros Semestrais? A resposta depende do seu objetivo financeiro, não de qual “paga mais” de forma absoluta.
A NTN-F paga cupons a cada seis meses, calculados sobre o valor de face (R$ 1.000,00 por título). É a opção para quem precisa de renda periódica: aposentados que complementam o orçamento, investidores que reinvestem os cupons em outras aplicações. O fluxo de caixa previsível tem valor real.
A LTN, em contrapartida, concentra tudo no vencimento. Para acumulação de patrimônio, costuma ser mais eficiente por dois motivos: reinvestimento automático (o dinheiro não fica parado na conta corrente entre cupons) e tributação diferenciada.
Na NTN-F, cada cupom semestral sofre retenção de Imposto de Renda na fonte, na alíquota mínima da faixa vigente (22,5% se o resgate ocorrer antes de 180 dias da aplicação). Na LTN, o IR só incide no resgate ou no vencimento, permitindo usar a tabela regressiva de IR por completo: de 22,5% (até 180 dias) a 15% (acima de 720 dias). Sem come-cotas, sem desconto antecipado a cada semestre.
Veja um exemplo simplificado com R$ 10.000,00 aplicados em julho de 2026, taxa de 14,36% ao ano, prazo até janeiro de 2029 (aproximadamente 30 meses):
| Aspecto | LTN (bullet) | NTN-F (cupons) |
|---|---|---|
| Fluxo de pagamento | Único no vencimento | Cupons semestrais + principal |
| IR durante o prazo | Nenhum | Retenção a cada cupom |
| Alíquota de IR no resgate (30 meses) | 20% | Cupons já tributados; principal na alíquota vigente |
| Indicado para | Acumular patrimônio | Renda periódica |
Se o seu plano é deixar o dinheiro trabalhando sem retiradas, a LTN tende a entregar mais eficiência tributária. Se você precisa dos juros na conta a cada seis meses, a NTN-F faz mais sentido, mesmo pagando um pouco mais de imposto ao longo do caminho. Para aprofundar a mecânica dos cupons, confira o guia do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) publicado aqui no blog.
Onde podem estar as oportunidades
Com taxas na faixa de 13,8% a 14,5% ao ano, os prefixados de julho de 2026 estão entre os mais altos dos últimos anos. Para quem acredita que a Selic cairá nos próximos ciclos, travar uma taxa fixa acima da atual pode gerar ganho adicional na marcação a mercado: se os juros futuros caírem, o preço do título sobe. Mas essa é uma aposta direcional, não uma garantia. O cenário fiscal de 2026, com discussões sobre equilíbrio das contas públicas, mantém o prêmio dos títulos longos elevado.
Riscos, IR, custódia e marcação a mercado: o que muda se você vender antes
A LTN é considerada um dos investimentos mais seguros do Brasil: o emissor é o governo federal. Mas segurança de crédito não elimina outros riscos. O principal, para quem pode precisar do dinheiro antes do vencimento, é a marcação a mercado.
Títulos prefixados têm duration elevada: o prazo médio ponderado do título, que mede a sensibilidade às variações de juros. Quanto mais longo o vencimento, maior a oscilação de preço diante de mudanças nas expectativas de juros. Um Tesouro Prefixado 2032 pode valorizar bastante se a Selic cair, mas também pode desvalorizar se os juros subirem ou se o mercado exigir prêmio maior por risco fiscal.
Para ter dimensão: se você comprou o prefixado 2032 a 14,53% e, seis meses depois, o mercado passa a exigir 15,5% para o mesmo prazo, o PU cai. Se precisar vender nesse momento, pode realizar prejuízo, mesmo com um título do governo. Por isso, a regra prática é clara: só aplique em prefixados longos dinheiro que você não precisará antes do vencimento. Para reserva de emergência ou objetivos de curto prazo, o Tesouro Selic ou prazos mais curtos (como o 2027) são mais adequados.
Sobre tributação: o Imposto de Renda incide apenas sobre o rendimento, com alíquotas regressivas conforme o tempo de aplicação (22,5% até 180 dias; 20% de 181 a 360; 17,5% de 361 a 720; 15% acima de 720 dias). Não há isenção para pessoa física nos títulos do Tesouro Direto, diferente de LCI e LCA.
A taxa de custódia da B3 é de 0,20% ao ano sobre o valor investido. Diferente do Tesouro Selic, que tem isenção até R$ 10 mil, os prefixados pagam custódia integralmente. Em uma aplicação de R$ 50.000,00, são R$ 100,00 por ano. Parece pouco, mas entra no cálculo da rentabilidade líquida e deve ser considerado na comparação com CDBs e LCIs que não cobram essa taxa.
Como proteger seu patrimônio
Diversifique prazos em vez de concentrar tudo em um vencimento longo. Combine prefixados curtos (menor oscilação) com longos (maior potencial se os juros caírem). Mantenha reserva de emergência separada, em liquidez diária. E, antes de vender antecipadamente, simule o preço atual do título: às vezes, esperar alguns meses para cair na faixa de IR de 15% compensa mais do que realizar agora.
Como escolher o vencimento e montar a posição
Não existe vencimento “melhor” universal. O framework de decisão passa por quatro perguntas:
- Qual é o objetivo? Acumular para um gasto futuro (bullet/LTN) ou gerar renda periódica (NTN-F)?
- Quando você precisará do dinheiro? O vencimento do título deve coincidir com o prazo do objetivo, ou ficar um pouco antes.
- Qual sua visão sobre juros? Se acredita em queda, prazos mais longos capturam taxas mais altas e oferecem potencial de valorização. Se prevê juros elevados por mais tempo, o prêmio dos longos pode não compensar o risco de oscilação.
- Quanto oscilação você tolera? Se a ideia de ver o saldo cair temporariamente no app te incomoda, prefira vencimentos mais curtos ou diversifique com pós-fixados.
Para o investidor que quer comparar a LTN com alternativas de renda fixa privada, o exercício é confrontar a taxa prefixada do Tesouro com CDBs e LCIs de prazo semelhante. Lembre-se: CDBs têm proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos, que cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição), mas carregam risco de crédito do banco emissor. A LTN tem risco soberano, porém expõe à marcação a mercado. LCIs e LCAs são isentas de IR, o que muda a conta na rentabilidade líquida.
Antes de decidir, vale comparar as taxas disponíveis no mercado. A Meelion reúne opções de renda fixa de diferentes emissores para você simular cenários e ver como um prefixado do Tesouro se posiciona frente a um CDB ou uma LCI com prazo equivalente.
Perguntas frequentes sobre LTN no Tesouro Direto
A LTN é a mesma coisa que Tesouro Prefixado?
Sim. No Tesouro Direto, a sigla LTN (Letra do Tesouro Nacional) corresponde ao produto chamado Tesouro Prefixado, sem a menção “com Juros Semestrais”. É o formato bullet: pagamento único no vencimento.
Posso perder dinheiro com LTN?
Se mantiver até o vencimento, não. O governo paga o valor de face e a taxa contratada se cumpre. Se vender antes, o preço pode estar abaixo do que você pagou, gerando prejuízo temporário ou definitivo, dependendo do momento da venda.
LTN paga cupom de juros?
Não. Diferente da NTN-F, a LTN não paga juros intermediários. Todo o rendimento fica acumulado e é pago de uma vez no vencimento, junto com o principal (R$ 1.000,00 por título).
Vale a pena comprar LTN com a Selic em 14,15%?
Depende da sua visão. Se acredita que os juros vão cair, travar uma taxa prefixada perto de 14,5% nos vencimentos longos pode ser vantajoso. Se espera juros altos por mais tempo, pós-fixados atrelados à Selic ou ao CDI (taxa de referência da renda fixa, próxima à Selic) podem entregar mais sem o risco de oscilação dos prefixados.
Qual a diferença entre LTN e Tesouro IPCA+?
A LTN paga taxa fixa nominal (ex.: 14,36% ao ano). O Tesouro IPCA+ paga inflação (o índice que mede a alta geral dos preços) mais uma taxa fixa. O IPCA+ protege o poder de compra; a LTN garante um retorno nominal, mas não se protege da inflação acima do esperado.
Erros comuns ao investir em LTN
Confundir com NTN-F e escolher o título errado para o objetivo. Aplicar em vencimento longo dinheiro que pode ser necessário em breve. Ignorar a taxa de custódia de 0,20% ao ano no cálculo da rentabilidade líquida. Vender em pânico durante uma alta de juros, cristalizando prejuízo. E esquecer que a rentabilidade contratada só se materializa se o título for mantido até o vencimento.
O olhar da Meelion
A LTN é o prefixado mais limpo do Tesouro Direto: sem cupons, sem come-cotas, com IR concentrado no fim. Para quem acumula patrimônio e tem horizonte definido, ela costuma ser mais eficiente que a NTN-F. Mas o prefixado longo exige estômago para oscilações e convicção sobre o prazo. Em julho de 2026, com taxas historicamente competitivas, o título merece atenção no portfólio de quem diversifica entre público e privado. A decisão final, como sempre, passa por alinhar o produto ao objetivo, não pelo número da taxa isoladamente.
Conclusão
A LTN no Tesouro Direto é o prefixado bullet que muitos investidores usam sem saber o nome técnico. Compra com desconto, pagamento único no vencimento, taxa travada na aplicação: a lógica é direta, mas as implicações de prazo, tributação e marcação a mercado pedem atenção.
Em um cenário de Selic em 14,15% e prefixados longos perto de 14,5%, o título disputa espaço com renda fixa privada e com o irmão de cupons semestrais. Escolha o vencimento pelo seu objetivo, não pelo hype do momento. E, se for acumular patrimônio sem precisar de renda no caminho, o bullet pode ser exatamente o formato que faltava no seu portfólio.
Este artigo tem caráter educacional e não constitui recomendação de investimento.
Glossário
- LTN (Letra do Tesouro Nacional): título público federal de rentabilidade prefixada com pagamento único no vencimento. No Tesouro Direto, aparece como Tesouro Prefixado.
- Bullet: formato de pagamento em que o investidor recebe principal e juros de uma só vez, no vencimento, sem parcelas intermediárias.
- Prefixado: investimento cuja taxa de juros é definida no momento da aplicação e não muda até o vencimento.
- Deságio: desconto sobre o valor de face na compra do título. É o que permite comprar um papel de R$ 1.000,00 por menos.
- PU (Preço Unitário): preço de um título no mercado em determinada data.
- Valor de face: R$ 1.000,00 por título, valor pago pelo governo no vencimento da LTN.
- NTN-F: Nota do Tesouro Nacional, série F. Prefixada com pagamento de cupons de juros a cada seis meses. No Tesouro Direto: Tesouro Prefixado com Juros Semestrais.
- Selic: taxa básica de juros da economia brasileira. Influencia empréstimos, financiamentos e a rentabilidade de investimentos pós-fixados.
- CDI: taxa de referência dos investimentos em renda fixa, próxima à Selic.
- Marcação a mercado: atualização diária do preço do título conforme as condições do mercado. Pode gerar ganhos ou perdas para quem vende antes do vencimento.
- Duration: prazo médio ponderado de um título. Quanto maior, mais sensível às variações de juros.
- Curva de juros: relação entre prazos e taxas de juros futuros. Mostra o que o mercado espera para os juros em diferentes horizontes.
- Tesouro Direto: programa que permite a compra de títulos públicos federais diretamente pelo investidor, via corretoras credenciadas.
- FGC: Fundo Garantidor de Créditos. Protege até R$ 250 mil por CPF por instituição em investimentos cobertos, como CDBs. Não se aplica a títulos públicos.
Fontes Consultadas
- Tesouro Nacional: Títulos da Dívida Interna. https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br/divida-publica-federal/mercado-interno/titulos-da-divida-interna
- Tesouro Nacional: Cronograma de emissões 2026. https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br/noticias/tesouro-publica-cronograma-de-emissoes-da-divida-publica-para-o-1o-trimestre-de-2026
- Tesouro Transparente: Tesouro Direto. https://www.tesourotransparente.gov.br/temas/divida-publica-federal/tesouro-direto
- Caixa Econômica Federal: Tesouro Direto. https://www.caixa.gov.br/voce/poupanca-e-investimentos/tesouro-direto/Paginas/default.aspx
- B3: Informações técnicas do Tesouro Direto. https://www.b3.com.br/pt_br/produtos-e-servicos/tesouro-direto/informacoes-tecnicas.htm
- Banco Central do Brasil: Série Selic (1178). https://www3.bcb.gov.br/sgspub/consultarvalores/consultarValoresSeries.do?method=consultarSeries&series=1178
- XP Investimentos: Relatório LTN Tesouro Prefixado. https://conteudos.xpi.com.br/renda-fixa/relatorios/ltn-tesouro-prefixado-sem-juros-semestrais/
- Valor Investe: Movimento das taxas prefixadas (10/07/2026). https://valorinveste.globo.com/produtos/renda-fixa/tesouro-direto/noticia/2026/07/10/tesouro-direto-hoje-taxas-caem-apos-inflacao-surpreender-veja-quanto-pagam-os-titulos.ghtml
- Meelion: Indicadores financeiros. https://www.meelion.com/indicadores-financeiros/

Dan Printes é fundador da Meelion e empreendedor na área de tecnologia. Atua com inteligência artificial, produtos digitais e investimentos, com especial interesse em renda fixa e na aplicação de tecnologia para tornar decisões financeiras mais simples e inteligentes. Neste espaço, compartilha insights sobre investimentos, economia, renda fixa e outros temas relacionados ao mercado financeiro.














